A Canção Conciliar

Sumário em verso dos feitos infames dos seis revolucionários de tiara e casula que desde Roma, por ocasião do cisma do Vaticano II, promoveram a destruição das instituições católicas e a ruína de muitas almas.

[JOÃO XXIII]

João XXIII o convocou,
da Santa Sé que usurpou,
qual comuna barato e virulento.

Louvado foi naquele dia,
por grãos da Maçonaria,
que em nada esconderam seu contento.

Ele os judeus abençoou,
e os ateus elogiou,
sem ter de convertê-los o intento.

[PAULO VI]

Montini então continuou,
o que Roncalli preparou
com seu maldito aggiornamento.

Deixando um legado cruel,
trocou a Igreja por Babel,
da confusão foi ele o instrumento.

A Missa Nova promulgou,
e outros ritos profanou,
aviltando a todo Sacramento.

[JOÃO PAULO I]

Seu sucessor durou um mês,
dos liberais sendo freguês,
não se achava de erro isento.

Não via no divórcio um mal,
somente do Banco Papal,
queria saber o procedimento.

Ao menos esse é o boato,
nem lhe deram ultimato,
mataram-no por envenenamento.

[JOÃO PAULO II]

Saindo ele deste mundo,
Deu sua vaga ao Segundo
João Paulo, polaco de nascimento.

Este então foi bom ator,
posou como conservador,
mas abraçou os erros do momento.

Beijando ora o Corão,
ora apoiando o pagão,
mostrou-se um herege de talento.

Um catecismo inventou,
e as novas leis que sancionou,
fizeram da heresia Mandamento.

Wojtyla viveu um tempão,
Mas garantiu a eleição,
D’outro amante do aggiornamento,

[BENTO XVI]

Quem do Concílio foi um ás,
seu porta-voz e capataz,
tomou para si nome de Bento.

Com seu Motu salafrário,
chamou de extraordinário
o Rito dos católicos de Trento.

Pondo, pois, em igualdade,
o certo co’a falsidade,
da Missa fez questão de sentimento.

Qual amante da mentira,
em Assis de volta unira,
os doutores do vão ensinamento.

Mas durou pouco quem diria,
quis ter aposentaria,
do ofício pedindo afastamento.

[FRANCISCO]

Eis que aí Chico Primeiro,
dentre todos mais ligeiro,
pôde dar ao erro prosseguimento.

Mostrando de forma boçal,
pra mídia internacional,
seu descaso pelo estabelecimento.

Quebrou assim regras e normas,
alegrou-se co’as “reformas”,
sem pudor e com todo atrevimento.

Dos pães a multiplicação,
tratou como superstição,
duvidando do Novo Testamento.

Sendo então tudo simbólico,
nem o seu Deus era católico,
nem seu Cristo tinha bom comportamento.

Pregando doutrina malsã,
confirmou mundo e Satã,
sem cumprir o Divino Mandamento.

[CONCLUSÃO]

Quem por erro ou costume,
trata tal boca d’estrume
como Papa ou Pedro do momento.

Saiba que nisso s’engana,
não pode mente profana,
ocupar um Apostólico Assento.

O que ele pode e faz,
tendo os cinco por detrás,
é do Bem desviar o desatento.

E se você quer se salvar,
Deve então abandonar,
A seita dessas cabeças de vento.

Leia também: O Papa e o Anticristo: A Grande Apostasia Predita

E também: A Revolução dentro da Igreja

E também: Os erros doutrinais do Concílio Vaticano II

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2 comentários em “A Canção Conciliar

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