Introdução ao Sedevacantismo

ESQUEMA DA AULA

  • Introdução oo sedevacantismo em geral.
    • Definição. Sedevacantismo é a posição mantida pelos católicos tradicionais que acreditam que a Santa Sé está vacante, isto é, sem Papa.
    • Desta definição, depreendem-se duas distinções:
      • I. Distinção. Não é um movimento popular organizado, mas simplesmente a crença em um fato.
        • Corolário. Pode não ser útil, mas pode ser verdadeiro, assim como pode suceder com fatos verídicos mas inconvenientes, tais como um câncer ou a falência. Seja como for, admitir um problema grave é mais salutar do que simplesmente ignorá-lo.
      • II. Distinção. Não é contra o Papa, mas contra a usurpação do Papado.
      • III. Distinção. Quem não é sedevacantista, é sedeplenista.
    • Divisão. A verdade do sedevacantismo pode ser obtida por duas vias:
      • I. Pela natureza da infalibilidade e indefectibilidade do Papado e da Igreja Católica.
      • II. Pela natureza da heresia manifesta e sanções aplicadas aos que a cometem.
    • Analogia. O anel de ouro falsificado:
      • I. Falso porque não é ouro (não possui propriedades do ouro, e.g. peso específico)
      • II. Falso porque é outra coisa (possui propriedades de outros metais, e.g. atraído por imã).
      • Similarmente, a tese sedevacantista pode ser provada pelo exame das prerrogativas do Papado ou pelo exame dos atos sumamente herético Papado Conciliar.
      • Critério de verdade em ambos os casos. A doutrina da Igreja (ensinamentos, leis, liturgia, teólogos).
  • Introdução ao artigo em particular.
    • Escopo do artigo. Demonstrar a evidência do sedevacantismo a partir das propriedades da Igreja.
    • Divisão do artigo – Partes do Raciocínio.
      • I. Demonstrar que a Igreja Católica é mestra competente não só quando ensina por meio de definições dogmáticas, mas também quando ensina por meio de pronunciamentos ordinários emitidos pelos Papas, Bispos e Congregações Romanas, como também quando o faz pela prática litúrgica, promulgação de leis e aprovação tácita dos padres, doutores e teólogos da Igreja – Raciocínio Analítico.
      • II. Demonstrar que a Igreja Conciliar não é a Igreja Católica, mas uma instituição meramente humana tal como as outras seitas, pois seu Magistério Ordinário realmente ensina a heresia e estimula o pecado mortal – Raciocínio Sintético.

MATERIAL COMPLEMENTAR

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