Qual Igreja Pedófila? O vergonhoso conluio entre a Igreja Conciliar e a Imprensa Apóstata

Os Papas sempre disseram que a liberdade de expressão, de imprensa e de religião não devem ser concedidas a todos indiscriminadamente, mas somente aos que dizem a verdade e promovem a virtude. Aqueles que pregam a mentira, diziam os Vigários de Cristo em uníssono, precisam ser calados e aqueles que instigam a prática do mal precisam ser punidos. De fato, eles sabiam que, se o Estado desse essas liberdades ao povo, então não faltaria gente disposta à justificar, com mil-e-um artifícios, todo o tipo de barbaridade.

E não é que eles tinham toda razão? Veja o caso da pedofilia. Durante duas décadas inteirinhas a imprensa livre, leve e louca deu voz à escritores, artistas e diretores apóstatas, os quais faziam proselitismo de pedofilia, incesto, divórcio e todas as demais abominações prometidas pela “liberação sexual”. Qual foi o resultado? Exatamente aquele previsto pelos Romanos Pontífices: escândalos tão grandes que chegaram mesmo a causar horror naqueles que, até ontem, promoviam todas essas coisas!

E este é um exemplo entre outros, suficiente, porém, para demonstrar que libertar-se dos preceitos da Igreja equivale a entregar-se ao demônio.

Enquanto as pessoas continuarem pensando que o Catolicismo é objeto de crítica e não de máxima reverência, enquanto o povo não se dobrar diante dos ensinamentos salutares da única religião de Cristo, a sociedade permanecerá sendo o que ela é atualmente: o palco de todo o tipo de desordem espiritual, intelectual e moral.

É preciso escolher, ou Cristo ou caos, ou Deus ou o demônio, não há, nem nunca houve, uma terceira-via para a sociedade.

Que o país opte pelo caminho do bem, que a nação se converta, que Jesus seja adorado publicamente por todos os cidadãos e que a Igreja seja exaltada como guia e mestra do povo brasileiro.

REFERÊNCIAS

BENTO XVI. Luz do mundo: o Papa, a Igreja e os sinais dos tempos. Tradução de Sofia Flávia Vieira et al. Parede: Lucerna, 2010, p. 35.

GUILLEBAUD, Jean-Claude. A Tirania do Prazer. Tradução de Maria Helena Kühner. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999, p. 29-32.

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