Católicos contra a CNBB

“Na Igreja Católica, que é uma coisa bem diferente desta seita modernista a qual o senhor pertence e ousa chamar de Igreja Católica, as coisas são assim: “Só aos pastores foi dado todo o poder de ensinar, julgar e governar; aos fiéis se impôs o dever de seguir seus ensinamentos, submeter-se docilmente aos seus juízos e deixar-se governar, corrigir e guiar por eles no caminho da salvação. É, pois, absolutamente necessário que o simples fiel se submeta de mente e coração aos seus próprios pastores, e que os últimos se submetam com eles à Cabeça e Pastor Supremo.” (Papa Leão XIII, Epístola Tua ao Cardeal Guibert, 17 jun. 1885; em Papal Teachings: The Church, p. 263.). Claro que isso não existe na Igreja Conciliar, pois nela liberdade, igualdade e fraternidade, as máximas da revolta do homem contra Deus, são incorporados pela total adesão de seus bispos e fiéis, incluindo o senhor mesmo, às sujas heresias da liberdade religiosa, da colegialidade dos bispos e do ecumenismo mais descarado que já se viu na face da terra, com direito a marca de Shiva na testa, beijo no corão e visita à sinagoga. Essa é a sua igreja, uma seita de inovadores cheios de estrume na cabeça, pessoas que trocaram o Evangelho de Cristo pelo humanismo integral de Maritain, o personalismo de Mounier, a filosofia da ação de Blondel, o panteísmo de Chardin e assim por diante. Você e seus bispos de meia-tigela crêem em si mesmos, crêem no homem, não em Deus. A todos vocês o anátema dos Apóstolos, dos Papas e dos Concílios, pois anunciam novidades como se isso fosse Catolicismo. Eis o recado de São Paulo a todos vocês: “Mas ainda quando nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie um evangelho diferente do que nós vos temos anunciado, seja anátema. Assim como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo: Se alguém vos anunciar um evangelho diferente daquele que recebestes, seja anátema.” (Gl 1, 8-9). Sejam anátema o senhor e os seus bispos, traidores da fé divina e católica, pois vocês todos aceitam a mentira como se fosse verdade. E atenção: se o senhor não fez por mal e deseja realmente servir a Cristo, abandone esses filhos de Edom, aderentes do maldito modernismo, e junte-se aos filhos da obediência, aos católicos fiéis à Tradição Dominical e Apostólica. Lembre-se de que Deus lhe deu muitos talentos para que o senhor faça o bem e evite o mal, e saiba que um dia o senhor terá de prestar contas de suas obras diante do Altíssimo. Quem não amar mais a Cristo do que a seus pais, amigos, esposa, filhos, vizinhos, terras, emprego, fama… não será achado digno do Salvador. Veja que o senhor foi avisado para a sua edificação, para a glória de Deus e para a salvação das almas. Não desperdice esta graça, nem ignore o chamado de Deus.” (Mensagem do autor a um católico Novus Ordo)

HERESIA MANIFESTA

“Todo o que se aparta, e não permanece na doutrina de Cristo, não tem a Deus; o que permanece na doutrina, este tem assim ao Pai como ao Filho. Se alguém vem a vós, e não traz esta doutrina, não o recebais em vossa casa, nem lhe digam ‘Deus te salve’. Porque o que lhe diz ‘Deus te salve’ comunica com as suas malignas obras. (2Jo 9-11)

“Mas ainda quando nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie um evangelho diferente do que nós vos temos anunciado, seja anátema. Assim como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo: Se alguém vos anunciar um evangelho diferente daquele que recebestes, seja anátema.” (Gl 1, 8-9)

Leia também: A questão do Papa Herético segundo São Roberto Belarmino

OBEDIÊNCIA

“Para os estudiosos católicos não é suficiente que acolham e honrem os referidos dogmas da Igreja, mas é também necessário que se submetam quer às decisões de doutrina emanadas pelas Congregações Pontifícias, quer aos pontos de doutrina que, por comum e constante consenso dos católicos, são tidas como verdades teológicas e conclusões tão certas que as opiniões contrárias a esses pontos de doutrina, também se não podem ser chamadas heréticas, merecem todavia alguma censura teológica.” (Papa Pio IX, Tuas Libenter, 21 dez. 1863.)

“A obrigação à qual estão absolutamente vinculados os os mestres e os escritores católicos se limita àquelas coisas que pelo infalível juízo da Igreja são propostas como dogmas de fé pra serem acreditadas por todos.” (Proposição n. 22, condenada pelo Papa Pio IX no Sílabo dos Erros Modernos, 8 dez. 1864.)

“Só aos pastores foi dado todo o poder para ensinar, julgar, governar; aos fiéis se impôs o dever de seguir seus ensinamentos, submeter-se docilmente aos seus juízos e deixar-se governar, corrigir e guiar por eles no caminho da salvação. É, pois, absolutamente necessário que o simples fiel se submeta de mente e coração aos seus próprios pastores, e que os últimos se submetam com eles à Cabeça e Pastor Supremo.” (Papa Leão XIII, Epístola Tua ao Cardeal Guibert, 17 jun. 1885; em Papal Teachings: The Church, p. 263.)

“Assim, pois, quando quer que a autoridade legitima tenha dado uma ordem, a ninguém seja legítimo transgredi-la, pela razão de não lhe agradar; mas que cada um submeta sua própria opinião à autoridade daquele que é seu superior, e obedeça-lhe por dever de consciência. Novamente, que nenhum indivíduo privado, quer por livros ou pela imprensa, ou ainda em discursos públicos, tome sobre si a posição de mestre da Igreja. Todos sabem a quem a autoridade de ensino foi confiada por Deus: a este, pois, deixe-se livre o campo a fim de que fale quando e como crer oportuno. O dever dos demais é prestar-lhe atenção reverentemente quando ele fala e seguir o que ele diz.” (Papa Bento XV, Ad Beatissimi, 1 nov. 1914).

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