A moda e o modernismo

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Met Gala, Nova York, 7 de maio de 2018. Evento blasfêmo, verdadeiro deboche à religião católica, obteve aprovação do clero modernista, contando com a participação de “Cardeal” Timothy Dolan e do Coro da Capela Sistina. Fotos ao fim do artigo.

É natural que os bons católicos e os amigos da decência em geral se escandalizem com a revolução do vestuário, que vem se vulgarizando na sociedade desde os anos sessenta, sobretudo no que diz respeito a moda feminina.

A Igreja Católica, na pessoa dos Romanos Pontífices e dos Bispos, sempre levantou a sua voz, com profética insistência e firmeza, contra essas modas imorais. Pio XI e Pio XII vem logo a memória como ardorosos defensores do bom senso contra essa barbárie moderna.

Porém, depois da introdução do modernismo no seio da Cristandade, especialmente com a nefasta influência dos ideais de diálogo e permissividade do Concílio Vaticano II, os prelados deixaram de tomar enérgicas medidas contra as novas modas, declarando que agora deveriam supor nos fiéis uma “fé adulta” e, portanto, livre das censuras e restrições do passado. Salvo raríssimas exceções, eles trataram este grave assunto com indiferença e toleraram como normal, quando não incentivaram, esta abertura à revolução nos costumes da sociedade, uma revolução que é a fonte de pecados mortais e escândalos públicos.

A peste do modernismo, que permite o inaceitável, não é abuso de um clero dissidente. Não, ela é resultado de sua fidelidade aos princípios insanos do Vaticano II. Uma vez aceito o princípio do “culto ao homem” e de abertura ao novo, escancaram-se as portas da alma e da paróquia às modas infernais.

A prova definitiva vem do fato dos mais altos dignatários da nova religião aceitarem espetáculos de indecência, nada fazendo para prevenir e impedir o dano permanente causado por eles. É assim que estes profetas do modernismo, bem contentes com o fim daquela censura louvada pelos santos, aplainam, pelo seu silêncio obsequioso, o caminho para a formação de uma sociedade inteiramente neopagã.


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