Sionismo e Devoção Mariana: A serpente sionista debelada pelos escravos de Maria Imaculada

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Por uma questão de fé, justiça e caridade, a pregação católica deve condenar abertamente os erros do judaísmo talmúdico, especialmente o seu proverbial messianismo, que no decorrer da história tem sido fermento de desordem social e intelectual em todas as partes, assim como aparece em nossa época como a alma do naturalismo.

De fato, a falsa esperança de felicidade terrena, promessa satânica que vem seduzindo o mundo desde Eva, é o que dá vida ao naturalismo: este é o pão que alimenta o humanista e o maçom, o liberal e o comunista, o libertino e o ateu; esta quimera constitui o principal obstáculo ao reinado social de Nosso Senhor Jesus Cristo, o qual veio à terra para estabelecer um império de almas esclarecidas sobre a verdadeira condição do homem depois do pecado, almas que buscam a bem-aventurança em outro mundo por meio da prática de virtudes sobrenaturais, as quais se resumem na submissão da inteligência e da vontade do homem, em seus pensamentos, palavras e obras, aos mandamentos deste Legislador Supremo, cujo poder excede no tempo e no espaço ao do legislador do Antigo Testamento, Moisés, que em tudo dependia de Cristo e cuja grandeza consiste justamente em ter sido por um tempo o representante deste Divino Legislador perante os judeus.

Nenhum povo, porém, levou essa tentação demoníaca do messianismo mais a sério do que os judeus e nenhum povo rejeitou o reino dos céus com maior veemência do que eles, os quais, não entendendo as próprias Escrituras, crucificaram o Rei Eterno e chegaram ao excesso de fazer disso um movimento organizado, uma religião do imanente, um ideal político, que pelos usos do tempo é por todos conhecido como sionismo.

O sionismo é o inimigo número 1 do reinado social de Nosso Senhor Jesus Cristo: Cristo não reinará nas nações e corações sem a destruição desta fábula. E por quê? Porque para quem a prosperidade material é sinal de salvação e o reino de gozos aqui na terra é artigo de fé, a doutrina sobrenatural de Nosso Senhor é mais do que inútil, ela é um obstáculo, um permanente obstáculo, que deve ser removido a todo custo. Dessa razão se depreende o ódio que eles têm manifestado ao cristianismo inúmeras vezes, daí igualmente procedem as diferentes maneiras de perseguição à fé por eles adotadas ao longo da história. Tudo vem deste maldito messianismo judaico, eis aí a fonte das bombas dos muçulmanos, das conspirações dos maçons, das revoluções dos comunistas, dos ataques dos incrédulos de todas as seitas contra à nova e eterna aliança dos homens com Cristo Deus, Rei e Senhor nosso.

Cobertos os seus olhos por este véu de incredulidade, eles mataram Cristo, perseguiram os primeiros cristãos, fomentaram dissensões no seio da Cristandade, entusiasticamente abraçaram a revolução, primeiro francesa, depois russa e agora, no que podem, os filhos mais poderosos da sinagoga patrocinam a revolução final, que tem por fim erradicar a fé cristã das mentes das gerações presentes e futuras pelo incentivo à impureza, pelo culto ao dinheiro, pela destruição total das famílias e nações cristãs, pela difusão de uma estranha mescla de superstições bárbaras com uma incredulidade absurda, um pacote que resume bem o seu credo.

O católico que isso não entende, colabora com a obra do anticristo e calca aos pés a doutrina dos Santos Padres, das Sagradas Escrituras e do Magistério da Igreja. Quem não busca ver as coisas de forma sobrenatural, nem cuida da alma que Deus lhe deu, também é, como Pilatos, cúmplice dos judeus, que mataram Cristo; de fato, este dito católico pensa como judeu e contribui para a judaização do cristianismo.

Seguem alguns testemunhos patrísticos, bíblicos e magisteriais que descrevem sem respeito humano o que se tornou a sinagoga depois do assassínio do Messias, o desejado das nações, e que mostram claramente qual deve ser a nossa postura perante a perfídia judaica.

I. PATRÍSTICA

SÃO JOÃO CRISÓSTOMO (344-407 A. D.)
“Muitos, eu sei, respeitam os judeus e julgam que seus ritos hodiernos são honestos; por isso me apresso em cortar pela raiz esta opinião perniciosa. Digo que a sinagoga não é melhor do que um teatro e valho-me do testemunho de um profeta. Não há judeus mais dignos de fé do que os profetas. O que, pois, ele nos diz? ‘O descaramento de uma meretriz se apoderou de ti, não quiseste ter vergonha.’ (Jr 3, 3) O lugar onde uma meretriz se prostitui, eis aí um prostíbulo. Mas a sinagoga não é somente um prostíbulo e um teatro, ela também é um antro de ladrões e um covil de bestas. Pois ‘está feita um covil de hienas’, diz ele, ‘esta minha casa’ (Jr 7, 11); não de bestas simplesmente, mas de bestas impuras. E mais uma vez: ‘Deixei a minha casa, e abandonei a minha herança’ (Jr 12, 7). Mas se Deus a abandonou, que esperança de salvação lhe resta? Quando Deus abandona um lugar, esse lugar se torna uma habitação de demônios.”

“Mas dizem então que também eles adoram a Deus. Longe de nós dizê-lo: nenhum judeu adora a Deus! Quem diz isso? O Filho de Deus. ‘Se vós conhecêsseis meu Pai, conheceríeis também a mim. Mas vós não conheceis nem a mim, nem ao Pai’ (Jo 8, 19). Pode haver testemunha mais fidedigna do que essa? Se, pois, os judeus não conhecem o Pai, crucificaram o Filho e repeliram o auxílio do Espírito, quem não ousaria afirmar que a sinagoga é uma habitação de demônios? Lá Deus não é adorado, longe disso: antes é desde então um lugar de idolatria. Apesar disso, alguns ainda a tem como um lugar sagrado.” (São João Crisóstomo, Adversus Judaeos Orationes, Oratio Prima)

SÃO JUSTINO DE ROMA (ca. 100-163 A. D.)
“O próprio Deus, por meio de Moisés, clama deste modo: ‘Circuncidai a dureza do vosso coração e não mais endureçais a vossa cerviz. Porque o Senhor, nosso Deus e Senhor dos senhores, é Deus forte e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita suborno.’ (Dt 10, 16-17) E o Levítico: ‘Já que transgrediram, desprezaram-me e caminharam tortuosamente diante de mim, eu também caminharei tortuosamente com eles e os aniquilarei na terra de seus inimigos. Então se confundirá seu coração incircunciso.’ (Lv 26, 40-41) Porque a circuncisão, que se iniciou com Abraão, foi dada como sinal, a fim de que sejais distinguidos dos outros homens e também de nós. E, desse modo, sofrais sozinhos o que agora estais sofrendo com justiça, e vossas terras fiquem desertas, vossas cidades sejam abrasadas e os estrangeiros comam vossos frutos diante de vós (cf. Is 1, 7), e ninguém de vós possa entrar em Jerusalém. Porque não há nenhum sinal que vos distinga do resto dos homens, além da circuncisão da vossa carne. E ninguém de vós, penso, ousará dizer que Deus não previu ou não prevê agora o que está para vir e que não dá a cada um o que merece. Essas coisas aconteceram a vós com razão e justiça, porque matastes o Justo (cf. Tg 5, 6; Is 57, 1) e, antes dele, os seus profetas. E agora rejeitais os que esperam nele e em Deus onipotente e criador de todas as coisas, que o enviou e, no que depende de vós, o desonrais, maldizendo em vossas sinagogas aqueles que creem em Cristo. Não tendes poder para pôr vossas mãos sobre nós, porque sois impedidos pelos que agora mandam; mas fizestes isso sempre que vos foi possível. É por isso que Deus clama contra vós por meio de Isaías: ‘Vede como pereceu o justo e ninguém reflete sobre isso. Porque o justo é arrebatado de diante da iniquidade. Ele estará em paz; a sua sepultura foi arrebatada do meio deles. Vós, porém, aproximai-vos daqui, filhos iníquos, descendência de adúlteros, filhos de prostituta. De quem caçoastes e contra quem abristes a boca e soltastes a língua?’ (Is 57, 1-4) As outras nações não têm tanta culpa da iniquidade que se comete contra nós e contra Cristo como vós, que sois a causa do preconceito injusto que elas têm contra ele e contra nós.” (São Justino de Roma, Diálogo com Trifão (155 A. D.), 16, 2-17, 1)

SANTO AGOSTINHO DE HIPONA (354-430 A. D.)
“Sabemos que conselho secreto foi o dos judeus iníquos e que insurreição foi a dos que praticam a iniquidade. De que iniquidade eram os operários? Do assassinato de nosso Senhor Jesus Cristo. Muitas boas obras, diz Ele, eu vos fiz, por quais dessas obras estais prestes a me matar? Ele suportou todas as suas fraquezas: curou todas as suas doenças; pregou-hes o reino dos céus; descobriu as iniquidades deles, para que eles pudessem odiá-las, em vez de odiar ao médico que veio para curá-los. E agora, finalmente, sem gratidão por toda a ternura de Seu amor que cura, como homens enfurecidos em um alto delírio, lançando-se loucamente contra o Médico, que havia vindo para curá-los, eles se reuniram em conselho para ver como poderiam matá-Lo… Eles afiaram a língua como uma espada. Os judeus não podem dizer: Nós não matamos Cristo, embora eles O tenham entregue a Pilatos, seu juiz, para que eles mesmos pudessem parecer livres de Sua morte. Pois quando Pilatos lhes disse: Tomai-o; e matai-o vós mesmos, responderam: Não é lícito matarmos alguém. Eles poderiam jogar a culpa do seu pecado em um juiz humano: mas enganariam eles a Deus, o Juiz Supremo? Naquilo que Pilatos fez, ele foi cúmplice deles, mas em comparação com eles, ele teve um pecado muito menor. (João xix. 11). Pilatos esforçou-se o máximo que pôde para libertá-lo de suas mãos; por essa razão também o açoitou, (João xix. 1), e trouxe-o diante deles; ele não açoitou o Senhor por crueldade, mas na esperança de que ele pudesse, assim, saciar sua sede selvagem de sangue: para que, porventura, até eles pudessem ser tocados de compaixão, e deixassem de desejar Sua morte, quando vissem como ele estava depois da flagelação. Mesmo esse esforço ele fez! Mas quando Pilatos viu que não podia prevalecer, mas que um tumulto se armou, (Matth. xxvii. 24), ele tomou água e lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Eu sou inocente do sangue deste Justo. E, no entanto, ele O entregou para ser crucificado! Mas se ele era culpado do que fazia contra sua vontade, seriam eles inocentes, aqueles que o levaram a isso? Não. Pilatos deu sentença contra ele. e ordenou que Ele fosse crucificado. Mas vós, ó judeus, também sois seus assassinos! Com o que? Com a vossa língua, afiada como uma espada. E quando? Quando clamastes: Crucifica-o! Crucifica-o! (Marcos xv.13-14)” (Santo Agostinho de Hipona, Comentários aos Salmos, Salmo LXIII, 2)

SANTO INÁCIO DE ANTIOQUIA (+107 A. D.)
“Como podemos viver sem aquele que até os profetas, seus discípulos em espírito, esperavam como Mestre?… É absurdo falar de Jesus Cristo e, ao mesmo tempo, judaizar. Não foi o cristianismo que acreditou no judaísmo e sim o judaísmo no cristianismo. pois nele se reuniu toda língua que acredita em Deus.” (Santo Inácio de Antioquia, Carta aos Magnésios (107 A. D.) 9 e 10)

CARTA DE BARNABÉ (ca. 134-135 A. D.)
“Tomai cuidado para não ficardes como certas pessoas, que acumulam pecados, dizendo que a Aliança é tanto deles como nossa. Claro que ela é nossa. Eles (os judeus) a perderam definitivamente, embora Moisés já a tivesse recebido… A Aliança deles foi rompida, para que a de Jesus, o Amado, fosse selada em nossos corações pela esperança da fé que nele temos.” (Carta de Barnabé (ca. 134-135 A. D.) 4, 6-8)

II. SAGRADA ESCRITURA

JESUS CRISTO
“Examinai as Escrituras, pois julgais ter nelas a vida eterna, e elas mesmas são as que dão testemunho de mim; mas vós não quereis vir a mim para terdes a vida. Eu não recebo dos homens a minha glória. Mas bem vos conheço, que não tendes em vós a dileção de Deus. Eu vim em nome de meu Pai, e vós não me recebeis; se vier outro em seu próprio nome, haveis de recebê-lo.* Como podeis crer vós outros, que recebeis a glória uns dos outros, e que não buscais a glória que vem só de Deus? Não julgueis que eu vos hei-de acusar diante de meu Pai, o mesmo Moisés, em quem vós tendes as esperanças, é o que vos acusa; porque se vós crêsseis a Moisés, certamente me creríeis também a mim; porque ele escreveu de mim. Porém se vós não dais crédito aos seus escritos, como dareis crédito às minhas palavras?… Vós não conheceis a mim, nem ao meu Pai; se me conhecêsseis a mim, certamente conheceríeis também a meu Pai… Vós sois cá de baixo, e eu sou lá de cima. Vós sois deste mundo, e eu não sou deste mundo. Por isso eu vos disse, que morrereis nos vossos pecados; porque se não crerdes quem eu sou, morrereis no vosso pecado… Eu falo o que vi em meu Pai, e vós fazeis o que vistes em vosso pai… Vós sois filhos do diabo, e quereis cumprir os desejos de vosso pai… Mas ainda que eu vos digo a verdade, vós não me credes… O que é de Deus, ouve as palavras de Deus. Por isso vós não as ouvis, porque vós não sois de Deus.” (Nosso Senhor Jesus Cristo, Evangelho segundo São João 5, 39-47; 8, 19, 23-24, 38, 44, 45, 47)

– * Os judeus hão de receber este homem, vindo em seu próprio nome, como se fosse o Cristo, trata-se aqui do falso messias esperado pelos judeus, o anticristo; este será “o tal iníquo” de que fala São Paulo no segundo capítulo da Segunda Epístola aos Tessalonicenses.

SÃO PAULO APÓSTOLO
“Porque vós, irmãos, vos haveis feito imitadores das igrejas de Deus, que há pela Judeia em Jesus Cristo; porquanto as mesmas coisas sofrestes também vós da parte dos da vossa nação, que eles igualmente da parte dos judeus; os quais também mataram o Senhor Jesus, e os profetas, e nos têm perseguido a nós, e não são do agrado de Deus, e são inimigos de todos os homens. Proibindo-nos de falar aos gentios, para que sejam salvos, a fim de encherem sempre a medida dos seus pecados; porque a ira de Deus caiu sobre eles até ao fim.” (São Paulo Apóstolo, Epístola aos Tessalonicenses 2, 14-16)

SÃO JOÃO APÓSTOLO
“Quem é mentiroso, senão aquele que nega que Jesus seja o Cristo? Este tal é um anticristo, que nega o Pai e o Filho.” (São João Apóstolo, Primeira Epístola de São João 2, 22)

III. MAGISTÉRIO DA IGREJA

PAPA PIO XII
“Portanto na cruz morreu a Lei antiga; dentro em pouco será sepultada e se tornará mortífera, para ceder o lugar ao Novo Testamento.” (Papa Pio XII, Mystici Corporis, n. 29, 29 jun. 1943)

PAPA EUGÊNIO IV
“A Igreja crê firmemente, professa e ensina que as prescrições legais do Antigo Testamento, isto é, a Lei mosaica, que se dividem em cerimônias, sacrifícios sagrados e sacramentos… cessaram, e que tomaram início os sacramentos do Novo Testamento. Ela ensina que peca mortalmente todo aquele que voltar a pôr, depois da paixão de Cristo, sua esperança naquelas prescrições legais e as observa como se fossem necessárias à salvação e a fé no Cristo não pudesse salvar sem elas.” (Papa Eugênio IV, Concílio de Florença, Cantate Domino, 4 fev. 1442; Denz 712)

PAPA BENTO XIV
“A primeira consideração a ser feita é que as cerimônias da Lei Mosaica foram revogadas com a vinda de Cristo e que elas já não podem ser observadas sem pecado depois da promulgação do Evangelho.” (Papa Bento XIV, Ex Quo Primum, nn. 59 e 61, 1 mar. 1756)


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