Padre Paulo Ricardo Sionista: O Lado Politicamente Correto de um Padre Modernista

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O homem que não é bispo porque fala uma coisa ou outra contra o comunismo e as heresias de seus compadres modernistas, sem jamais atacar a raiz do problema, continua, porém, sendo padre modernista, porque ele não diz o que tem que dizer sobre as heresias do Vaticano II e sua falsa hierarquia.

Ele adota, sobretudo, tanto na teoria quanto na prática, o posicionamento dos modernistas no tocante ao judaísmo, os quais começaram a introduzir sua heresia judaizante a partir da promulgação da Nostra Aetate (um dos documentos mais escandalosos do Vaticano II), com o claro fim de alterar o dogma sobre a situação dos judeus depois da morte de Cristo.

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Veja também: A Heresia Hebraica de Francisco, Bento XVI, João Paulo II et al. https://controversiacatolica.com/2017/06/10/roma-judaizada-a-heresia-dos-revolucionarios-de-branco-sobre-os-judeus/

E também: Traindo Cristo Crucificado: A Nova Oração de Sexta-Feira Santa pelos judeus https://controversiacatolica.com/2017/04/13/traindo-cristo-crucificado-a-nova-oracao-de-sexta-feira-santa-pelos-judeus/

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Essa tentativa, longe de ser legítima, equivale a deserção da fé católica, que não nos deixa alternativas nesta matéria senão a de simplesmente repetir o ensinamento de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos Apóstolos, dos Santos Padres e Doutores da Igreja. Essa tomada de posição dos modernistas foi uma das formas com que esses apóstatas deram “adeus” ao catolicismo.

Além de porem essa inovação no Catecismo novo de 1992, eles adotaram um novo modus operandi perante o judaísmo. Em vez de denunciarem os erros da sinagoga e chamarem os judeus à conversão, os papas modernistas – e com eles Padre Paulo Ricardo – portaram-se de modo omisso, submisso e cínico, como se os corifeus da sinagoga, que não conhecem a Deus, por rejeitarem a Deus Filho e repelirem o Divino Espírito Santo, não precisassem mais abjurar dos seus erros e converter-se ao cristianismo.

Aqui Padre Paulo Ricardo imita a Ratzinger, que em documento conjunto prefaciado por ele mesmo afirma que a interpretação judaica do Velho Testamento é válida, acrescentando mais tarde no livro herético “Jesus da Nazaré” que se deve adiar a conversão dos judeus para o fim do mundo. Aqui ele também segue as pegadas de João Paulo II, que elevou a sinagoga aos altares por meio de canonizações inválidas (como a de Edite Stein) e ainda por cima assumiu uma postura absolutamente sionista (reconhecendo Israel sem falar dos direitos de Cristo, visitando sinagogas sem jamais pedir que se convertessem).

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Veja também: Qual é a doutrina católica sobre os judeus? https://controversiacatolica.com/2018/06/02/qual-e-a-doutrina-catolica-sobre-os-judeu/

E também: Jesus Cristo era judeu? https://controversiacatolica.com/2018/05/06/jesus-cristo-era-judeu/

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Eis o lado politicamente correto de Padre Paulo Ricardo, por essas e outras ele ainda está no modernismo. Se ele se convertesse, teria que romper com a sinagoga pós-conciliar e a sua postura filo-sionista. Contudo, parece que isso seria demasiado católico para ele.


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