Resposta à Objeção “São Paulo resistiu a São Pedro”

A OBJEÇÃO “SÃO PAULO RESISTIU A SÃO PEDRO”
O caso de Gálatas 2, 11-14

Por
NOVUS ORDO WATCH
14 de junho de 2018

Tradução de Célio Adriel
Revista por Diogo Rafael Moreira

Veja também: Contra a Heresia Liberal do Centro Dom Bosco: Resistência em Gálatas 2, 11-14

Vez após outra, ouvimos, daqueles que nós chamamos de “semi-tradicionalistas”, o argumento de que um Papa poderia desviar os fiéis em erros contra a Fé, através do exercício de seu Magistério não infalível; e, quando isso ocorre, é dever do fiel-vítima resistir-lhe, atendo-se à “Tradição”.

Aqueles que defendem este posicionamento, frequentemente apontam o incidente ocorrido entre São Paulo e São Pedro, na Epístola aos Gálatas 2, 11-14, como um suposto precedente histórico de um Papa ensinando erros e sendo corrigido e resistido pelos seus inferiores. Recentemente, nós vimos isso, por exemplo, em uma publicação do blog, escrito por Christopher Ferrara para o The Remnant, e proferido em um discurso dado por Roberto de Mattei, na Rome Life Forum, em maio.

A perícope em questão, lê-se assim:

11 Ora, tendo vindo Cefas a Antioquia: Eu lhe resisti na cara, porque era repreensível. 12 Porque antes que chegassem os que vinham de estar com Tiago, comia ele com os gentios: Mas depois que eles chegaram, subtraia-se, e separava-se dos gentios, temendo ofender aos que eram circuncidados. 13 E os outros judeus consentiram na sua dissimulação, de sorte que ainda Barnabé foi induzido por eles àquela simulação. 14 Mas, quando eu vi que não andavam direitamente segundo a verdade do Evangelho, disse a Cefas diante de todos: Se tu, sendo judeu, vives como os gentios, e não como os judeus: Por que obrigas tu os gentios a judaizar?
(Gálatas 2, 11-14)

O nome Cefas é aramaico e significa “pedra”, sendo, portanto, equivalente ao grego Petros, ao latim Petrus e ao português Pedro. O próprio Senhor chamou Simão por este nome quando o encontrou pela primeira vez: “E Jesus, olhando para ele, disse: Tu és Simão, filho de João; serás chamado Cefas, (que quer dizer Pedra)” (Jo 1, 42). Embora haja alguns poucos que contestam, geralmente é sustentado que o Cefas referido em Gálatas 2 é de fato São Pedro (ver Comentário de Haydock em Gal 2, 11).

Sempre que quisermos entender o que uma determinada passagem da Bíblia significa e não significa, precisamos nos voltar para a Santa Mãe Igreja. Podemos fazer isso de maneira fácil e proveitosa, consultando os comentários aprovados pela Igreja sobre as Sagradas Escrituras. Às vezes, comentários explicativos são incluídos como notas de rodapé no próprio texto sagrado, como é o caso na revisão de Challoner da Bíblia de Douay-Rheims e na popular e extensa Bíblia de Haydock. Para quem procura comentários extensos e aprofundados, a melhor escolha é provavelmente a obra do Padre Cornélio a Lápide, S.J. do século XVII, publicada em vários volumes, alguns deles estão disponíveis apenas em latim, mas alguns disponíveis em inglês.

Então, o que de fato ocorreu em Gálatas 2, 11-14?

São Paulo relata que repreendeu São Pedro por escandalizar os convertidos gentios, dando-lhes a impressão por meio de seu comportamento de que era necessário que observassem a Lei de Moisés (“judaizar”). Ele fez isso comendo com os convertidos gentios em Antioquia, até que alguns convertidos judeus chegaram de Jerusalém, momento em que ele se separou dos gentios e comeu exclusivamente com os convertidos judeus. Esses convertidos do judaísmo ainda estavam cumprindo as leis dietéticas de Moisés, o que, na época, era permitido para eles fazerem:

Nós podemos distinguir quatro períodos na história da lei cerimonial mosaica: (a) de Moisés até Cristo, era a maneira divinamente ordenada de adorar a Deus e era obrigatória para o povo eleito; (b) com a morte de Cristo, quando o Novo Testamento começou, o cerimonial mosaico deixou de ser obrigatório; (c) até que o Evangelho fosse suficientemente promulgado (isto é, até a destruição da Cidade e do Templo de Jerusalém), a lei cerimonial era permitida aos convertidos judeus, não como prefiguração de Cristo, mas como uma forma de adoração divina; (d) depois que o Evangelho foi suficientemente proclamado, não era mais legal se conformar às observâncias mosaicas.

(Rev. John A. McHugh e Rev. Charles J. Callan, Moral Theology, vol. 1 [Nova York, NY: Joseph F. Wagner, 1958], n. 342; sublinhado adicionado.)

Santo Tomás de Aquino explica que “… era lícito aos judeus convertidos ao cristianismo observar [as cerimônias legais], desde que não depositassem sua confiança nelas de modo a considerá-las necessárias à salvação, como se a fé em Cristo não pudesse justificar sem as observâncias legais. Por outro lado, não havia razão para que aqueles que se converteram do paganismo ao cristianismo as observassem.” (Summa Theologica, I-II, q. 103, a. 4, ad 1; ver também Papa Pio XII, Encíclica Mystici Corporis, n. 29).

A conduta de São Pedro, portanto, poderia levar as pessoas a acreditarem que ainda era necessário observar a Lei de Moisés, causando assim uma pedra de tropeço à Fé, pois, na Nova Aliança, não há “nem judeu, nem grego: não há escravo, nem livre: não há homem, nem mulher. Pois todos sois um em Cristo Jesus” (Gálatas 3, 28). Portanto, não há lugar nem para separar os judeus dos gentios, nem para observar a Antiga Lei: “Sabendo, porém, que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo; também cremos em Cristo Jesus, para que sejamos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei: porque pelas obras da lei nenhuma carne será justificada”. (Gl 2, 16; cf. Atos 10, 28).

Os semi-tradicionalistas de hoje, tentando encontrar um precedente histórico para sua resistência a Francisco ao mesmo tempo que o reconhecem como um verdadeiro Papa, exageraram demasiadamente a falta de São Pedro e também a resposta de São Paulo. O que aconteceu foi simplesmente uma questão de conduta pessoal imprópria por parte do primeiro Papa, e essa conduta foi corrigida fraternalmente por outro Apóstolo. O chefe visível da Igreja pecou em público, e outro católico o repreendeu publicamente por isso, reparando assim o escândalo causado. Este episódio nada teve a ver com São Pedro professando heresia ou ensinando erro em seu magistério, nem com São Paulo recusando a submissão ao Papa.

Mas não há necessidade de acreditar em nossa própria palavra – todos podem simplesmente pesquisar isso nas fontes apropriadas, aprovadas pela Santa Igreja.

Por exemplo, o erudito nas Escrituras, o Pe. Bernard Orchard, OSB, escreve que: “Paulo censurou Pedro não por um erro doutrinário, mas por não se manter firme no princípio que ele reconhece” (A Catholic Commentary on Holy Scripture [Londres: Thomas Nelson and Sons, 1953], n. 895h) Em outras palavras, as ações de São Pedro não estavam de acordo com seus ensinamentos e crenças, algo de que todos nós somos culpados em algum grau (vide Jo 8, 7; 1 Jo 1, 8).

O Bispo Richard Challoner, seguindo Santo Agostinho, identifica o pecado de São Pedro como nada mais do que “uma certa imprudência”:

A falta aqui observada na conduta de São Pedro foi apenas uma certa imprudência, em retirar-se da mesa dos gentios, por medo de ofender aos convertidos judeus; mas isso, em tais circunstâncias, quando seu ato poderia ser de consequências prejudiciais aos gentios, que poderiam ser induzidos, por meio dele, a se considerarem obrigados a se conformar ao modo de vida judaico, em prejuízo de sua liberdade cristã. (Nota Challoner em Gálatas 2,11)

Citando o erudito bíblico Pe. Robert Witham, o Pe. George Haydock, também, observa que “a opinião de Santo Agostinho é comumente seguida, de que São Pedro era culpado [meramente] de uma falha venial de imprudência” e acrescenta que “[o Cardeal Cesar] Baronius considerou que São Pedro não pecou, o que pode ser verdade, se olharmos apenas para sua intenção, que era não ofender os convertidos judeus; mas se examinarmos o fato, ele dificilmente pode ser desculpado de uma indiscrição venial ”(Nota sobre Gálatas 2, 11; itálico nosso).

O comentário do padre Cornélio a Lápide fornece uma visão com maior profundidade:

Pode-se argumentar que neste ato de Pedro havia, pelo menos, algo pecaminoso, se não realmente errôneo na fé, como alguns têm afirmado asperamente. Por sua ação, pode-se pensar que ele desconsideradamente fez uma profissão de judaísmo, e assim colocou uma pedra de tropeço no caminho dos gentios, e os tentou a praticar o judaísmo com ele. Ele já havia vivido com os gentios, mas depois se retirou deles repentinamente, foi até aos judeus e viveu com eles. Disto os gentios podiam inferir apropriadamente que o judaísmo era necessário à salvação, tanto para ele quanto para eles mesmos, e era obrigatório para os cristãos; pois embora a Antiga Lei, com suas cerimônias, ainda não fosse a causa de morte, e pudesse ser preservada de modo a garantir para si mesma um sepultamento honroso e também para atrair os judeus à fé em Cristo, ela estava morta em certo sentido, a saber, em qualquer um que a mantivesse na suposição de que era obrigatória para os cristãos. Embora Pedro, no entanto, não considerasse isso, sua ação foi tão imprudente que deu aos gentios uma boa razão para pensar que sim.

… Este pecado de Pedro foi venial, ou apenas material, decorrente da falta de pensamento ou da falta de luz e prudência. Ele parece ter pensado que, sendo o apóstolo dos judeus especialmente, ele deveria antes evitar escandalizá-los do que aos gentios, e que os gentios prontamente reconheceriam a legitimidade desta linha de ação. Ao fazê-lo, ele errou, pois “embora”, como diz S. Tomás, “o Espírito Santo que desceu sobre os Apóstolos no Pentecostes os tenha estabelecido posteriormente em tal prudência e graça para protegê-los dos pecados mortais, ele não os preveniu de pecados veniais.”

(…) Pedro, no ato em discussão, tinha em parte uma causa justa, a saber, o medo de ofender os judeus. Sua retirada dos gentios não foi uma declaração formal de que ele era um judaizante, mas apenas o equivalente a dizer que preferia servir aos judeus em vez de aos gentios, a justa causa dessa preferência é a de que ele era mais um apóstolo dos primeiros do que deste último. Digo em parte, pois ele não estava totalmente justificado ao agir assim, visto que estava obrigado, como pastor universal, a cuidar dos judeus sem negligenciar os gentios. Consequentemente, segue-se também que em um aspecto ele pecou por falta de consideração devida. A enfermidade da mente do homem, no entanto, é tal que nem sempre ele pode atingir o meio-termo exato e, em circunstâncias complexas, beneficiar um sem prejudicar o outro.

(W. F. Cobb, ed., The Great Commentary of Cornelius a Lapide: II Corinthians and Galatians [Edimburgo: John Grant, 1908], pp. 245-247)

Deve ficar evidente que simplesmente não há comparação entre a repreensão de São Paulo ao comportamento hipócrita da parte de São Pedro com a apostasia em larga escala de Francisco e sua implacável solapamento do catolicismo.
Depois de expor o ensino católico sobre o primado papal, o teólogo dogmático jesuíta Pe. Joachim Salaverri responde a duas objeções de Gálatas 2, da seguinte maneira:

[Objeção:] De Gal 2,11: São Paulo na presença dos gentios repreendeu São Pedro. Portanto, ele supõe que sua autoridade não se estende aos gentios.
[Resposta:] Eu distingo o antecedente: Repreende corrigindo-o fraternalmente, afirmativo; com autoridade, negado.

[Objeção:] De Gal 2:14. São Paulo corrigiu São Pedro em seu ensino. Mas a correção do ensino não pode ser [!] autoritativa. Portanto, São Paulo corrige São Pedro com autoridade como sujeito.
[Resposta:] Eu distingo o antecedente. São Paulo corrige São Pedro por um erro no ensino, negado; ele corrige São Pedro por causa de seu modo de agir, por ser menos adequado à verdade do ensinamento, eu subdistingo: extrinsecamente ou por causa daqueles que poderiam ser levados ao erro doutrinário por causa desse modo de agir, afirmativo; intrinsecamente ou em razão do ensino da verdade, negado.

A verdade do ensino, que deve ser sustentada por todos, é esta: a observância da Lei mosaica para os cristãos, além da Lei de Cristo, não é necessária para a salvação, mas eles são livres para observá-la se quiserem [naquela época, antes da destruição do Templo em 70 d.C.]. Portanto, de fato observá-lo não poderia ser considerado proibido intrinsecamente, ou em razão da própria verdade do ensino; mas extrinsecamente ou em razão de escândalo, a saber, se os cristãos comuns de sua observância pudessem concluir das circunstâncias, embora falsamente, que é necessário, poderia ser proibido a fim de evitar a queda dos pequeninos, de acordo com o ensino do próprio São Paulo sobre comer carne que havia sido oferecida aos deuses pagãos (1 Cor 8,4-13); e então o próprio Paulo, quando tomou Timóteo como companheiro, circuncidou-o por causa dos judeus (Atos 16, 3). Com razão, portanto, Tertuliano disse: “certamente isso foi um erro em sua companhia, não em sua pregação”.

(Pe. Joachim Salaverri, Sacrae Theologiae Summa IB: On the Church of Christ, trad. Por Pe. Kenneth Baker [original em latim publicado por BAC, 1955; inglês publicado por Keep the Faith, 2015], nn. 283-284; itálico no original.)

Por fim, não podemos deixar de dar uma olhada no que diz São Roberto Belarmino sobre o assunto, o grande Doutor do Papado:

…[Q]uando São Pedro obrigou os gentios a judaizar, isso não foi um erro de pregação, mas de conduta, como sugere Tertuliano em sua obra De Praescriptionibus adversus haereticos. São Pedro não ratificou por algum decreto que eles deviam praticar o judaísmo, pelo contrário, ele ensinou formalmente o oposto em Atos XV. No entanto, quando ele ainda estava em Antioquia, ele se separou da mesa de jantar dos gentios para não ofender aos judeus recentemente convertidos à fé e, por seu exemplo, obrigou-os a judaizar em certa medida, até mesmo Barnabé. Mas não negamos que os Papas possam oferecer a ocasião de errar através de seu próprio mau exemplo; ao contrário, negamos que eles possam prescrever que toda a Igreja siga algum erro ex cathedra. Além disso, os exemplos e doutrinas dos Pontífices não são igualmente perniciosos para a Igreja, visto que o Senhor os instruiu, dizendo: “Fazei o que eles dizem, mas não façais o que eles fazem”.

(São Roberto Belarmino, On the Roman Pontiff, vol. 2, trad. Por Ryan Grant [Mediatrix Press, 2016], Livro IV, Ch. 8, pp. 175-176; itálico dado; sublinhado adicionado.)

Claramente, São Pedro pecou por mau exemplo, por imprudência, por comportamento hipócrita. Ele cometeu um grave erro do qual alguns poderiam deduzir um erro doutrinário, mas ele não ensinou nenhum erro, muito menos magistralmente em sua qualidade de Papa. São Paulo o repreendeu por seu comportamento escandaloso, e São Pedro aceitou humildemente a correção fraterna. Esse foi o fim de tudo.

Vemos, então, que não há absolutamente nada neste incidente para ajudar os semi-tradicionalistas em sua busca perpétua para encontrar justificativa e precedente histórico para resistir (o que eles acreditam ser) o Magistério papal, o Magistério (Novus Ordo) que ensina o erro não apenas concernente a um assunto ainda em disputa, mas até mesmo contra um dogma definido. Verdade seja dita, esses pretensos tradicionalistas há muito foram além da resistência aos ensinamentos individuais ou atos do Magistério Novus Ordo – eles realmente recusam toda a religião de Francisco. A Fraternidade São Pio X chegou ao ponto de estabelecer uma igreja paralela inteira, por assim dizer, embora atualmente estejam se esforçando muito para serem aceitos pelos modernistas do Vaticano.

Portanto, da próxima vez que alguém tentar lhe dizer que temos que reconhecer Francisco como Papa, mas resistir a ele como São Paulo resistiu a São Pedro, você pode responder que este incidente não é de forma alguma um precedente histórico para tal ideia, como teólogos católicos e comentários bíblicos aprovados têm apontado continuamente.

São Pedro era culpado de uma “falta venial de imprudência” porque se envolveu em uma ação que, embora não fosse errada por si mesma, dava a impressão de que os gentios deviam observar a antiga lei judaica. Isso está muito longe das ações dos falsos papas modernistas, que constantemente cometem crimes espirituais que são em si mesmos pecados contra a fé, como dizer que Martinho Lutero foi uma testemunha do Evangelho, que exigir que os ortodoxos orientais se tornassem católicos não é “válido hoje”, que tentar converter os outros é um “grande pecado”, que os batizados não podem perder a sua condição de filhos de Deus, que os ateus vão para o céu se forem “bons”, que os católicos que estão em pecado mortal não são cristãos, e assim por diante, ad nauseam.

Se os “Semi-Trads” levarem a sério o ensino de inspiração divina de São Paulo como padrão para lidar com Francisco, eles encontrarão uma passagem totalmente aplicável apenas um capítulo antes, em Gálatas 1, 8-9: “Mas ainda quando nós mesmos, ou um Anjo do Céu vos anuncie um Evangelho diferente do que nós vos temos anunciado, seja anátema. Assim corno já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo: Se algum vos anunciar um Evangelho diferente daquele que recebestes: seja anátema.”

A atitude certa em relação a Francisco é não o repreender ou resistir a ele. É considerá-lo um anátema.

2 comentários em “Resposta à Objeção “São Paulo resistiu a São Pedro”

  1. Ok. Mas acho que esse texto todo é para justificar o papado do funcionário e comunista Bergoglio?ou melhor, por ser “papa” não pode ser alvo de críticas? foi isso mesmo que entendi? Acho um ato protestante achar o “erro” de Pedro (não estou aqui julgando isso e nem avaliando porque não tenho a inteligência e o conhecimento necessário para isso) é o mesmo que as dezenas de HERESIAS que o bergoglio comete e mais, o bergoglio tem a clara, reta e decidida intenção de destruir tudo na Santa Igreja Católica. O perigo de “especialistas” quererem justificar sempre algo tão óbvio faz com que caiam em erros gravíssimos!!!

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    1. Não, o texto serve para dizer que Bergoglio não é papa e que a ele se aplica o que diz São Paulo em outro lugar: quem ensina um Evangelho diferente, seja anátema! – Gálatas 1, 8-9. Mas, se ele fosse um papa válido, teria que obedecer aos seus ensinamentos e preceitos.

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