Publicações

Neste local se encontram informações sobre os livros que publicamos e divulgamos no Controvérsia Católica.

INFORMAÇÕES GERAIS

Por ora, os pedidos de livros físicos são feitos via Whatsapp, Telegram (+55 47 99101-3580) ou E-mail (controversiacatolica@gmail.com).

Os pagamentos podem ser feitos via Pix, Paypal, transferência, depósito ou boleto bancário à vista.

Chave Pix ou Paypal: diogodeguaramirim@gmail.com
Titular: Diogo Rafael Moreira

Banco 341 – Itaú Unibanco SA
Agência: 8677
Conta: 01325-5
Titular: Diogo Rafael Moreira
CPF: 090.981.389-26

Confira outras opções de contas no Apoie. Os pedidos são enviados todas as sextas-feiras.

PROMOÇÃO ATÉ O DIA 15 DE SETEMBRO DE 2022:
LIVRO QUAL FÉ E RELIGIÃO ESCOLHER + A SALVAÇÃO DOS PAGÃOS + FRETE
POR 79,90

Título: QUAL FÉ E RELIGIÃO ESCOLHER: Consulta sobre a Verdadeira Religião (Latim / Português)
Autor: Padre Leonardo Léssio S.J.
Dimensões: A5 (14,8 x 21cm)
Número de Páginas: 309
Data de Publicação: Setembro de 2022
Preço: 64,90

SOBRE A OBRA

É grande, em nosso tempo, a variedade de religiões, e grande o debate que há, sobre a verdadeira religião.

Muitos – perpetuamente – oscilam nesta matéria, e não podem determinar qualquer coisa, de certo, mudando de uma religião para a outra, como os que, a título de experimento, mudam de casa, com o fim de obterem paz de espírito.

Outros, com ousada falta de reflexão, abraçam qualquer religião, que, porventura, se apresente, sem examiná-la, sem entendê-la. Estes, quando perguntados do porquê preferem esta religião às demais, não têm outra resposta, senão que esta lhes parece melhor – ou então, como cada um diz da sua – porque seguem a mais pura palavra de Deus.

Esse assunto, no entanto, é muito digno de suma deliberação e discussão, visto que se trata do ponto fundamental de nossa salvação. […] Por isso, decidi propor algumas considerações ou razões, tão claras a quem faça uso da razão, que, por meio delas, será possível formar um juízo certo sobre essa matéria.

SOBRE O AUTOR

Padre Leonardo Léssio foi um jesuíta flamengo e teólogo de grande reputação, nascido em Brecht, a 1 de outubro de 1554; falecido em Leuven, aos 15 de janeiro de 1623. Em 1572, entrou na Companhia de Jesus e, passados dois anos de noviciado, foi enviado a Douai para ensinar filosofia no Colégio dos Jesuítas até 1581. Ele estudou teologia em Roma, onde teve Francisco Suárez como professor por dois anos. Em 1585, voltou a Leuven, para ensinar teologia no Colégio dos Jesuítas, ocupando esta cátedra por quinze anos. Quando deixou de lecionar, foi instado por seus superiores e companheiros a publicar as conferências de teologia que havia proferido com tanto sucesso; isso ele fez, cedendo finalmente aos seus desejos. Ele era consultado de todos os cantos e se correspondia sobre assuntos teológicos com os doutores mais cultos da época, como Belarmino, Francisco Suárez, Vásquez, Molina, etc. Mas ele desejava logo terminar com o estudo e escrita de livros, para poder se voltar à oração e à contemplação no final de sua carreira. Seus restos mortais estão no coro da igreja jesuíta em Leuven. O Papa Urbano VIII prestou uma homenagem especial à sua santidade; São Francisco de Sales também o estimava muito por sua virtude e sua ciência. Após a sua morte, foram tomadas informações autênticas sobre sua vida e virtudes; ele agora está entre os veneráveis, e já foi introduzido o processo de sua beatificação.

Título: A SALVAÇÃO DOS PAGÃOS
Autor: Padre Alfonso Muzzarelli S.J.
Dimensões: 10,70 x 17,40 cm
Número de Páginas: 103 páginas
Data de Publicação: Setembro de 2022
Preço: 29,90

SOBRE A OBRA

A fé ensina que, fora da Igreja Católica, não há salvação. Contra essa verdade, os incrédulos, em todos os tempos, têm movido duríssima guerra. […]

Por conseguinte, espalha-se que a Igreja propõe uma severidade e crueldade imperdoáveis em Deus; a qual, de acordo com sua doutrina, dá-se a conhecer um Deus cheio de parcialidade e injustiça, que, sem causa, escolhe um povo e reprova outro; e que lança, no inferno, a maior parte da raça humana, unicamente porque não teve notícia da lei de Moisés ou de Jesus Cristo, e que, então, a salvação é pura questão de geografia.

Não pode haver calúnia ou blasfêmia mais atroz, para tornar a Igreja odiosa e condenar, como irracional e absurda, a sua doutrina. Donde o assunto, que me proponho a tratar, é muito mais importante do que parece à primeira vista. Mas, também, é um pouco mais difícil do que se pensa.

SOBRE O AUTOR

Padre Alfonso Muzzarelli foi um erudito jesuíta italiano, nascido aos 22 de agosto de 1749, em Ferrara e falecido aos 25 de maio de 1813, em Paris. Entrou para o noviciado jesuíta, em 20 de outubro de 1768, e ensinou gramática em Bolonha e Ímola. Após a supressão da Ordem, em 1773, ele recebeu um benefício em Ferrara e, um pouco mais tarde, foi nomeado diretor do Collegio dei Nobili, em Parma. Pio VII convocou-o a Roma e nomeou-o teólogo da Penitenciária Apostólica. Quando Pio VII foi exilado, em 1809, Muzzarelli também foi obrigado a deixar Roma, e transportado para Paris, onde passou o resto da vida, no convento das Dames de Saint-Michel.

Título: DOUTRINA CRISTÃ
Autor: São Roberto Belarmino S.J.
Dimensões: A5 (14,8 x 21cm)
Número de Páginas: 264
Data de Publicação: Março de 2022
Preço: 64,90

SOBRE A OBRA

Todos sabem que o grande Belarmino, todo coberto com os louros que a defesa da fé católica, em suas famosas controvérsias, rendeu-lhe, não desdenhou compor, a pedido de Clemente VIII, um catecismo simples para crianças, sob o título de Doutrina Cristã. Este precioso opúsculo… foi aprovado por um Breve do Clemente VIII, de 15 de julho de 1598… recomendado, novamente, por um Breve de Urbano VIII, de 22 de fevereiro de 1633, e elogiado por uma Constituição especial de Bento XIV, dirigida a todos os Patriarcas, Primazes, Arcebispos e Bispos, na data de 7 de fevereiro de 1742. Nesta, o Pontífice, recordando as palavras de Clemente VIII, exorta seus irmãos no episcopado a aceitá-la para a instrução de seus filhos. Não se pode, então, recusar a este Catecismo, que foi oficialmente publicado em toda a Igreja e – moralmente falando – espalhado por todo o mundo católico, como é demonstrado por suas edições em italiano, francês, espanhol, alemão, suíço, flamengo, inglês, eslavo, grego moderno, armênio e árabe, não se pode, digamos, negar-lhe o valor de um documento incontestável da crença da Igreja

Dom Prosper Guéranger, Mémoire sur la question de l’Immaculée Conception (1850), p. 52.

Seguindo os passos do Papa Clemente VIII, e de outros nossos predecessores, exortamos no Senhor, e assiduamente recomendamos que – no transmitir da Doutrina Cristã – seja empregado o livreto, que por ordem do mesmo Clemente, foi composto pelo Cardeal Belarmino. Em seguida, foi examinado atentamente e aprovado pela Congregação, a isto designada; por fim, foi mandado publicar, pelo mesmo Papa Clemente, com o salubérrimo desígnio de que, doravante, todos aderissem a esse mesmo e único método de ensinar e aprender a Doutrina Cristã.
Não há nada mais desejável do que esta uniformidade; nada mais oportuno e mais útil, para evitar que os erros sejam introduzidos – furtivamente – na variedade múltipla dos catecismos.

Papa Bento XIV, Etsi Minime,
7 de fevereiro de 1742.

Nem se deveria passar em silêncio, seus sermões sacros e obras catequéticas, principalmente aquele Catecismo, «que foi aprovado pelo uso dos séculos e pelo juízo de muitos bispos e doutores da Igreja». De fato, neste Catecismo, composto por ordem de Clemente VIII, o insigne santo teólogo expôs, para uso do povo cristão e especialmente das crianças, a verdade católica, em estilo simples, com tal brilho, ordem e exatidão, que por quase três séculos, em muitas regiões da Europa e do mundo, forneceu frutuosamente aos fiéis o pábulo da doutrina cristã.

Papa Pio XI, Providentissimus Deus,
17 de setembro de 1921.

Título: A PROFECIA DOS PAPAS E A GRANDE GUERRA
Autor: Monsenhor Albert Farges
Dimensões: 10,70 x 17,40 cm
Número de Páginas: 102 páginas
Data de Publicação: Março de 2022
Preço: 29,90

SOBRE A OBRA

A grande guerra mundial ao comprovar uma vez mais a antiquíssima profecia atribuída a São Malaquias, acaba de renovar sua relevância.

Sabemos que a célebre predição enumera muito brevemente, em duas ou três palavras características de cada um, toda a série de papas desde Celestino II, em 1143, até o fim dos tempos. Ora, o que poderia ser mais impressionante do que a breve nota que ela nos dá do reinado de Bento XV: a Cristandade despovoada: Religio depopulata! Ao longo dos tempos, já se viu uma hecatombe humana tão terrível, onde os mortos e mutilados são contados às dezenas de milhões, incluindo milhares de padres e religiosos? Já se sofreu as devastações de tal flagelo? E esse fato poderia ser expresso com mais energia?

Sobretudo depois de um século, as mais marcantes coincidências entre o texto da profecia e os eventos da história se acumularam a ponto de causar espanto aos mais céticos. Isso deve nos fazer desejar saber mais sobre ela.

Assim, tentaremos fazer brevemente o seu histórico, assinalar lealmente as objeções que se lhe têm oposto e mostrar, em um rápido retrospecto, sua realização ao longo dos séculos. Nossa conclusão sobre seu valor e a credibilidade que ela merece fluirá de forma espontânea.

Ao longo deste estudo, resumiremos da maneira mais imparcial possível o que foi dito antes de nós, sem qualquer pretensão de dizer algo de muito novo, pois tudo foi dito durante três séculos a favor ou contra o valor da célebre profecia.

Colocaremos apenas na balança da crítica histórica um fato novo, o da inesperada realização das divisas proféticas de todos os papas do século XIX até Bento XV, fato capital que os críticos dos séculos XVII e XVIII certamente não podiam prever, e de natureza tal a reformar vários de seus juízos.

Diante de um fato novo de tal importância, todo condenado tem o direito de fazer apelo a um novo tribunal.

SOBRE O AUTOR

Rev. Padre Albert Farges, P.S.S. foi um filósofo e teólogo da Companhia dos Padres de São Sulpício e Prelado de Sua Santidade (1848-1926), Farges ingressou no seminário sulpiciano em Paris e foi ordenado em 1872. Depois de lecionar nos seminários de Bruges e Nantes, ocupou o cargo de diretor de um seminário de Paris por 14 anos. Em 1896, tornou-se professor de filosofia no Instituto Católico de Paris e no Seminário Sulpiciano de Issy. Em seguida, tornou-se superior do Seminário de Angers.

A maior contribuição de Farges foi promover o renascimento dos estudos tomistas no final do século XIX. Sob o título geral de Études philosophiques pour vulgariser les théories d’Aristote et de S. Thomas et leur agreement avec les sciences [Estudos filosóficos para vulgarizar as teorias de Aristóteles e São Tomás e seu acordo com as ciências] em 9 volumes (Paris 1885-1907), ele produziu uma série de obras individuais dedicadas à restauração do tomismo, para as quais ele foi muito elogiado pela Academia Francesa e pelo Papa Leão XIII. Com um colega sulpiciano, o Rev. Padre Désiré Barbedette, Farges publicou um compêndio de filosofia escolástica em francês e latim que teve muitas edições.

Título: CALENDÁRIO CONTROVÉRSIA CATÓLICA 2022
Autor: Controvérsia Católica
Formato: A3
Número de Páginas: 15
Data de Publicação: dezembro de 2021
Preço: 89,00 Frete Grátis
Estoque: Esgotado

SOBRE A OBRA

Chegou o Calendário Controvérsia Católica 2022, cuja edição traz como tema mensal 12 Ordens Religiosas da Santa Igreja. Cada mês contará com uma belíssima imagem e texto descritivo, referente a uma ordem religiosa específica, indo dos Salesianos de Dom Bosco em janeiro às Monjas Concepcionistas em dezembro. Outra característica especial desta edição é um suplemento com a relação das Epístolas e Evangelhos de todos os Domingos e Principais Dias Santos, para que você possa acompanhar, com toda a comodidade, as leituras da Missa Dominical e outras festas importantes.

O Calendário, que se distribui em 15 páginas grandes no formato A3, apresenta as Festas e os Santos do Ano Litúrgico, incluindo o Próprio do Brasil, cada qual com a indicação de sua categoria e cor litúrgica, assim como as observâncias (jejum e abstinência) para os tempos penitenciais, segundo o Direito Canônico Pio-Beneditino e as rubricas de São Pio X. Além disso, em sua introdução, este contempla os Dias Santos de Guarda, a lei do jejum e abstinência, universal e do Brasil; e as devoções de cada mês, com a proposta de 36 exercícios de piedade, todos enriquecidos com indulgências, 3 para cada mês do ano. Em suma, o Calendário Controvérsia Católica 2022 é completo, interessante e tradicional, um poderoso auxílio para sua formação católica.

EDITORIAL

O gênero humano, depois que «pela inveja de Lúcifer» se rebelou contra Deus, dividiu-se como que em dois campos, diversos e inimigos entre si; um deles combate sem cansaço em favor do triunfo da verdade e do bem, o outro pelo triunfo do mal e do erro.

O primeiro é o reino de Deus sobre a terra, isto é, a verdadeira Igreja de Jesus Cristo; e quem lhe quiser pertencer com afeto sincero e como convém à salvação, deve servir com toda a mente e todo o coração a Deus e a seu Filho Unigênito. O segundo é o reino de Satanás e são seus súditos os que, seguindo os exemplos funestos de seu chefe e dos progenitores, se recusam a obedecer à lei eterna e divina, e sem preocupar-se com Deus, empreendem muitas coisas contra Deus.

Santo Agostinho descreveu esses dois reinos, semelhantes a duas cidades que com leis opostas vão para fi ns opostos, e remontou ao princípio gerador de ambos com estas palavras: «Duas cidades nasceram de dois amores, a terrena do amor de si até o desprezo de Deus, a celeste do amor de Deus até o desprezo de si.» (De Civitate Dei, l. XIV, c. 17).

Em toda a longa série dos séculos, essas duas cidades combateram uma contra a outra, com as armas e combates variados, ainda que nem sempre com o mesmo ardor e ímpeto. (Papa Leão XIII, Humanum Genus).

Cada uma das diversas corporações religiosas, que formam o exército brilhante, inexpugnável da Igreja, geralmente costuma pelejar nas batalhas do Senhor, manejando uma arma especial. Esta, no silêncio do claustro, na solidão dos bosques, saboreando as delícias da vida contemplativa, tem particular destreza em arremessar o dardo valente da oração: Ingens telus est oratio [Grande dardo é a oração]; aquela, dedicada aos afãs da vida ativa, às lidas penosas do Apostolado, brande com maestria e pujança o gládio acerado da palavra divina: Lingua eorum gladius acutus [Sua língua é uma espada afi ada]; essa outra, consagrada inteiramente à tarefa ingrata de educar e instruir a mocidade, é perita no manejo da arma poderosa do ensino. De sorte que a Esposa de Jesus Cristo anda cercada, guardada, defendida por uma admirável variedade de armas: Adstitit regina circumdata varietate [Apresentou-se à rainha… cercada de variedade]. (Dom Vital, A Maçonaria e os Jesuítas).

Neste ano de 2022, busquemos conhecer melhor este formidável aparato de armas e de homens santos que, em tempos difíceis, foram suscitadas pela Divina Providência, a fi m de fornecer à Igreja de Deus os instrumentos necessários para o combate espiritual, «porque não é contra a carne e o sangue que temos de lutar, e sim contra os principados e as potestades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra os espíritos malignos espalhados nos ares.» (Eph. 6, 10-17).

Título: EXPOSIÇÃO DA DOUTRINA DA IGREJA CATÓLICA EM MATÉRIAS DE CONTROVÉRSIA
Autor: Monsenhor Jacques-Bénigne Bossuet
Formato: 10,70 x 17,40
Número de Páginas: 148
Data de Publicação: setembro de 2021
Preço: 34,90 Frete Grátis

SOBRE A OBRA

Após mais de um século de controvérsias, com os senhores da pretensa religião reformada, as matérias, de onde estes forjaram a razão de sua ruptura, devem ser aclaradas, e os seus ânimos, dispostos, a compreender os ensinamentos da Igreja Católica sobre elas. Assim, parece que não se pode fazer coisa melhor do que, simplesmente, propor suas doutrinas, e bem distingui-las daquelas que lhe foram falsamente imputadas.

Com efeito, tenho notado, em diferentes ocasiões, que a aversão – que esses senhores têm pela maior parte de nossas doutrinas – está ligada às falsas ideias que conceberam e, frequentemente, a certas palavras que os impressionam de uma tal maneira, que – detendo-se aí prematuramente – nunca passam a considerar a substância das coisas. Por isso, logo me persuadi de que nada lhes poderia ser mais útil do que isto: explicar-lhes o que a Igreja definiu no Concílio de Trento, no tocante às questões que mais os afastam de nós, sem me deter naquilo que estes costumam objetar aos doutores particulares, ou a coisas que não são, nem necessárias, nem universalmente recebidas.

SOBRE O AUTOR

Jacques-Bénigne Bossuet (1627-1704) foi um célebre bispo, teólogo e orador francês, tido por muitos como um dos mais eloquentes pregadores de todos os tempos. Nasceu em Dijon, em uma família de magistrados. Ordenado ao sacerdócio em 1652, permaneceu como cônego em Metz até 1669. Com uma extraordinária vocação para a oratória, ganhou fama com os seus sermões. Em 1669, foi-lhe atribuída pela corte a função de proferir os elogios fúnebres de personagens importantes. Em 1670, resignou ao cargo de bispo de Condom, sendo nomeado tutor do príncipe herdeiro e eleito membro da Academia das Ciências. No ano seguinte, publicou uma de suas obras mais significativas, Exposition de la doctrine de l’Église Catholique sur les matières de controverse, acabando por ser nomeado, em 1681, bispo de Meaux.

Título: O PAPA E O ANTICRISTO: A CRISE ATUAL DA SANTA SÉ À LUZ DA PROFECIA
Formato: 10,70 x 17,40
Número de Páginas: 132
Data de Publicação: julho de 2021
Preço: 34,90 Frete Grátis ou 16,90 ebook via Kindle Store

SOBRE A OBRA

Estou plenamente ciente de que as verdades e os princípios da Revelação foram, pelo consentimento unânime dos homens públicos, formalmente excluídos da esfera política, e bem sei que empregá-los, como critério, para entender os acontecimentos do mundo é tido, nos dias de hoje, como uma debilidade de espírito.

Aqueles, que rejeitam completamente a Revelação, formam tal juízo com alguma coerência. De minha parte, porém, ignoro com que coerência o fazem aqueles que, professando acreditar na verdade do governo divino sobre o mundo, ainda assim o excluem do campo da história contemporânea. Vou, pois, prudens et videns, contra o espírito popular destes tempos e, talvez, sob pena de me expor ao desprezo ou compaixão, daqueles que acreditam que o mundo é governado unicamente pela ação da vontade humana. A esse risco, inscrevo-me de boa vontade e sem perturbação.

Minha intenção é examinar a atual relação da Igreja com os poderes civis do mundo, à luz de uma profecia registrada por São Paulo, e extrair certos princípios de caráter prático, para a direção daqueles que acreditam estar a vontade divina, também, presente nos eventos, que agora acontecem diante de nossos olhos.

Não vou entrar em exposições do Apocalipse ou calcular o ano do fim do mundo. Deixo isso para os que se sentem chamados a tais coisas. Os pontos que me proponho a abordar são poucos e práticos. O resultado que desejo atingir é um discernimento mais claro de quais princípios são cristãos e quais são anticristãos, com uma apreciação mais segura do caráter dos eventos pelos quais, atualmente, são provadas a Igreja e a Santa Sé. […]

Ao tratar desse assunto, não me aventurarei a quaisquer conjecturas pessoais, mas relatarei, simplesmente, o que encontrei nos Padres da Igreja ou em tais teólogos reconhecidos pela Igreja, a saber, Belarmino, Léssio, Malvenda, Viegas, Suárez, Ribera e outros.

SOBRE O AUTOR

Cardeal Henry Edward Manning nasceu em 15 de julho de 1808, no condado de Hertfordshire, sul da Inglaterra. Foi ordenado sacerdote da igreja anglicana e casou-se com a jovem Caroline, casamento este que durou apenas 4 anos, pois sua jovem esposa morreu em 24 de julho de 1837. Assumiu um papel importante dentro do movimento educacional anglicano e, em 1838, fez sua primeira visita a Roma. Depois de apoiar e pertencer ao Movimento de Oxford, Manning se converteu ao catolicismo em 1850, sendo recebido na Igreja Católica no dia 6 de abril de 1851 e, pouco depois, em 14 de junho de 1851, foi ordenado sacerdote. Devido às suas habilidades e sua fama, alcançou rapidamente uma posição de grande influência e, em 1865, foi nomeado Arcebispo de Westminster. Um de seus maiores feitos na Inglaterra foi a construção da Catedral de Westminster, além de contribuir para a fundação de escolas católicas em todo o país. O seu nome sempre esteve associado com a defesa das prerrogativas da Santa Sé, mas tal se manifestou particularmente por ocasião do Concílio do Vaticano (1869-1870), no qual foi um dos mais brilhantes defensores do dogma da infalibilidade papal. Em 1875, foi nomeado Cardeal e participou do conclave que elegeu o Papa Leão XIII, em 1878. Cardeal Manning faleceu aos 83 anos, em 14 de janeiro de 1892.

Título: A PROFECIA DOS PAPAS, DITA DE SÃO MALAQUIAS, E A GRANDE GUERRA
Formato: Kindle
Número de Páginas: 100
Data de Publicação: abril de 2021
Preço: 14,90 ebook via Kindle Store

SOBRE A OBRA

A grande guerra mundial ao comprovar uma vez mais a antiquíssima profecia atribuída a São Malaquias, acaba de renovar sua relevância.

Sabemos que a célebre predição enumera muito brevemente, em duas ou três palavras características de cada um, toda a série de papas desde Celestino II, em 1143, até o fim dos tempos. Ora, o que poderia ser mais impressionante do que a breve nota que ela nos dá do reinado de Bento XV: a Cristandade despovoada: Religio depopulata! Ao longo dos tempos, já se viu uma hecatombe humana tão terrível, onde os mortos e mutilados são contados às dezenas de milhões, incluindo milhares de padres e religiosos? Já se sofreu as devastações de tal flagelo? E esse fato poderia ser expresso com mais energia?

Sobretudo depois de um século, as mais marcantes coincidências entre o texto da profecia e os eventos da história se acumularam a ponto de causar espanto aos mais céticos. Isso deve nos fazer desejar saber mais sobre ela.

Assim, tentaremos fazer brevemente o seu histórico, assinalar lealmente as objeções que se lhe têm oposto e mostrar, em um rápido retrospecto, sua realização ao longo dos séculos. Nossa conclusão sobre seu valor e a credibilidade que ela merece fluirá de forma espontânea.

Ao longo deste estudo, resumiremos da maneira mais imparcial possível o que foi dito antes de nós, sem qualquer pretensão de dizer algo de muito novo, pois tudo foi dito durante três séculos a favor ou contra o valor da célebre profecia.

Colocaremos apenas na balança da crítica histórica um fato novo, o da inesperada realização das divisas proféticas de todos os papas do século XIX até Bento XV, fato capital que os críticos dos séculos XVII e XVIII certamente não podiam prever, e de natureza tal a reformar vários de seus juízos.

Diante de um fato novo de tal importância, todo condenado tem o direito de fazer apelo a um novo tribunal.

SOBRE O AUTOR

Rev. Padre Albert Farges, P.S.S. foi um filósofo e teólogo da Companhia dos Padres de São Sulpício e Prelado de Sua Santidade (1848-1926), Farges ingressou no seminário sulpiciano em Paris e foi ordenado em 1872. Depois de lecionar nos seminários de Bruges e Nantes, ocupou o cargo de diretor de um seminário de Paris por 14 anos. Em 1896, tornou-se professor de filosofia no Instituto Católico de Paris e no Seminário Sulpiciano de Issy. Em seguida, tornou-se superior do Seminário de Angers.

A maior contribuição de Farges foi promover o renascimento dos estudos tomistas no final do século XIX. Sob o título geral de Études philosophiques pour vulgariser les théories d’Aristote et de S. Thomas et leur agreement avec les sciences [Estudos filosóficos para vulgarizar as teorias de Aristóteles e São Tomás e seu acordo com as ciências] em 9 volumes (Paris 1885-1907), ele produziu uma série de obras individuais dedicadas à restauração do tomismo, para as quais ele foi muito elogiado pela Academia Francesa e pelo Papa Leão XIII. Com um colega sulpiciano, o Rev. Padre Désiré Barbedette, Farges publicou um compêndio de filosofia escolástica em francês e latim que teve muitas edições.

Título: OBRA DE MÃOS HUMANAS: UMA CRÍTICA TEOLÓGICA À MISSA DE PAULO VI
Formato: 17,00 x 23,00
Número de Páginas: 526
Data de Publicação: outubro de 2020
Preço: 99,00 Frete Grátis

SOBRE A OBRA

O interesse pela Missa Tridentina começou a crescer entre sacerdotes e leigos da nova geração, especialmente depois do Motu Proprio Summorum Pontificum de Bento XVI. Muitos agora falam entusiasticamente sobre achar no rito antigo uma beleza, uma reverência e um senso de continuidade com a tradição que eles não experimentaram na Missa de Paulo VI, a norma litúrgica desde sua primeira aparição em 1969.

Contudo, inevitavelmente, surgem questões mais profundas do que estética, nostalgia e sede pelo misterioso em religião. A fim de tratá-las, Padre Cekada produziu este estudo metódico e compreensivo sobre a Missa de Paulo VI.

“Repleto de análises interessantes e credíveis… Uma contribuição importante ao corrente debate… Encorajo que outros o leiam.”
Mons. Andrew Wadsworth, Secretário Geral da ICEL – Comissão Internacional sobre o Inglês na Liturgia

“Cuidadosamente discutido… Bem pesquisado… Aponta para a grande questão que não temos sido preparados para enfrentar.”
Alcuin Reid, autor de Organic Development of the Liturgy

“Bem documentado… Original e digno de atenção.”
Dr. Geoffery Hull, Christian Order
“A crítica tradicionalista definitiva.”
Dr. Stephan McInerney, Oriens

“Sagaz, legível… Exige uma resposta.”
Brian Mershon, Renew America

SOBRE O AUTOR

O Reverendo Padre Anthony Cekada foi ordenado ao sacerdócio, em 1977, pelo Arcebispo Marcel Lefebvre. Celebra Missa Tridentina na grande região de Cincinati e ensina Liturgia e Código de Direito Canônico no Seminário da Santíssima Trindade em Brooksville, Flórida. Ele é o autor da definitiva tradução inglesa da Intervenção Ottaviani.

P. S. O autor veio a falecer no dia 11 de setembro de 2020, aos 69 anos de idade e 43 de sacerdócio. Mais informações sobre sua vida e obra podem ser encontradas em seu Obituário.

Um comentário em “Publicações

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s