Pérolas de Humildade colhidas do Diário de Irmã Faustina Kowalska

Vide artigo na íntegra: O que pensar da Devoção à Divina Misericórdia de Irmã Faustina Kowalska? Parte I: Análise da Vidente

“No momento em que ajoelhei-me para riscar a minha vontade própria, como o Senhor me mandou, ouvi, na minha alma, esta voz: A partir de hoje não tenhas medo dos juízos de Deus, porque tu não serás julgada.” (D. 374).

“Uma vez vi de repente ao Senhor Jesus em grande Majestade e me disse estas palavras: Filha minha, se queres, neste mesmo momento crio um mundo novo mais belo que este e passarás nele o resto de teus dias… A nenhuma alma me uno tão estreitamente e deste modo como a ti, e isto pela profunda humildade e amor ardente que tens por mim.” (D. 587).

“Uma vez ouvi em meu interior estas palavras: Percebo cada batida do teu coração; hás de saber, filha minha, que um olhar teu a alguém me feriria mais do que muitos pecados cometidos por outra alma.” (D. 588).

“Após a Santa Comunhão, de repente, vi Nosso Senhor, que me disse estas palavras: Agora sei que Me amas, não pelas graças, nem pelos dons, mas porque a Minha vontade te é mais cara que a tua própria vida. Por isso uno-Me contigo tão estreitamente, como não o faço com nenhuma outra criatura.” (D. 707).

“Senti o olhar de minha alma que me encheu de um amor inefável, mas compreendi que o Senhor olhava com amor minhas virtudes e esforços heroicos e soube que eles atraíam Deus ao meu coração.” (D. 758).

“Filha minha, tudo o que existe é teu… Hás de saber, filha minha, que o que as demais almas alcançaram na eternidade, tu o gozas já agora. E, de repente, minha alma foi inundada da luz do conhecimento de Deus.” (D. 969)

“Não sei viver sem Deus, porém sinto que tampouco Deus pode ser feliz sem mim, ainda que Ele se baste a si mesmo absolutamente.” (D. 1120)

“Ouvi o seguinte: Diga a Superior Geral que conte contigo como a filha mais fiel da ordem.” (D. 1130)

“Tenho notado que desde que entrei no convento faziam-me uma só crítica, a que sou santa; mas este apelido foi sempre pronunciado com sarcasmo. A princípio isso me fazia sofrer, mas quando me elevei mais, deixou de importar-me. Contudo uma vez, quando certa pessoa foi afetada, por causa de minha santidade, sofri muito vendo que podia ser causa dos desgostos de outras pessoas, e me queixei com Jesus, [dizendo]: Por que é assim? E ele me respondeu: Te entristeces por isso? Se tu o és. Dentro em pouco Eu Mesmo o manifestarei em ti e pronunciarei a mesma palavra ‘santa’, mas desta vez somente com amor.” (D. 1571).

“Quando tomei em minhas mãos ‘O Mensageiro do Coração de Deus’ e li sobre a canonização de Santo André Bobola, de repente minha alma foi invadida por um grande desejo de que houvesse também uma santa em nossa casa e comecei a chorar como criança pequena. E o Senhor Jesus me disse: Não chores, tu a és.” (D. 1650).

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