Soberba, Sínodo e Sacrilégio: O Programa Modernista de Bergoglio

Bergoglio Noel: O Pesadelo de Natal dos Tradicionalistas

No dia 23 de dezembro de 2021, Jorge Mario Bergoglio, que os incautos ainda insistem em reconhecer como Papa Francisco, dirigiu seu habitual discurso natalino à Curia Romana. Desta vez, tomou como tema a humildade, segundo ele, um fator indispensável para o caminho sinodal dos próximos anos e uma virtude que nos deve fazer despojar de apegos litúrgicos e doutrinais.

A parte que nos toca principalmente, e que gostaria de comentar aqui, não se refere tanto ao que ele diz a princípio sobre a humildade, a qual é – sem dúvida – a mais importante virtude que nos é proposta pelo mistério da Encarnação e Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas nos interessa antes e sobretudo a aplicação que ele faz desta lição aos conservadores e tradicionalistas, que têm se oposto às suas reformas.

Em substância, Bergoglio afirma que quem se abre para mudanças de caráter doutrinal e disciplinar é pessoa humilde e esclarecida, ao passo que quem se atém à doutrina e disciplina tradicional da Igreja é soberbo e ignorante da verdade das coisas. Como o que ele diz é patentemente falso, não nos admira encontrar contradições em seu discurso.

A primeira parte do seu discurso não é mais que uma dissertação razoável sobre a humildade. Fala-se da história do general Naamã, o Sírio, que não obstante sua fama e poder, foi assaltado pela lepra. Aconselhado por uma escrava hebreia, vai até o profeta Eliseu, em busca de uma cura. Este lhe pede para banhar-se sete vezes no Rio Jordão, hesitante a princípio, mas bem-aconselhado pelos seus servos, Naamã faz este ato humildade e assim obteve o que desejava.

Esta é uma cena muito bela que nos ensina tantas lições maravilhosas, muitas das quais se contrapõem diretamente à segunda parte do discurso de Bergolgio, aquela em que este desastradamente aplica o conceito mui cristão de humildade ao conceito modernista de sinodalidade.

Para dar algum exemplo e fazer uma relação, meditemos o seguinte:

1.º Ponto: Humildade vs. Soberba. – Como a lepra, em sentido místico, significa o pecado, que mancha a nossa alma e destrói nossa amizade com Deus, a verdadeira humildade requer que busquemos a cura, não em nós mesmos, mas da parte de homens de Deus, que nos encaminham para a fonte dos Sacramentos, em particular, para a pia batismal, de onde somos lavados do pecado original e, depois disso, para o sacramento da Penitência, que de nós não exige mais do que esta verdadeira humildade, na forma de contrição de coração, confissão de boca e satisfação da pena. Nas coisas espirituais, se queremos nos salvar, a nós cabe fazer como Naamã: crer com certeza o que os profetas dizem e fazer sem demora o que eles mandam.

No entanto, para Bergolgio, a humildade consistiria no exato oposto: os profetas mesmos, na pessoa dos cardeais, deveriam considerar-se como se fossem outros Naamã, acometidos de outro tipo de lepra, uma lepra chamada “mundanidade espiritual”, enquanto que o próprio Naamã, imagem de todo pecador, deveria despojar-se de qualquer sentimento de segurança, para que não venha a ser afetado pela mesma doença:

“Esta é a perigosa tentação – que assinalei outras vezes – da mundanidade espiritual, que à diferença de todas as outras tentações é difícil de desmascarar, porque está coberta de tudo o que normalmente nos dá segurança: nosso cargo, a liturgia, a doutrina, a religiosidade… Sem humildade buscaremos seguranças, e talvez as encontraremos, mas certamente não encontraremos o que nos salva, o que pode curar-nos. As seguranças são o fruto mais perverso da mundanidade espiritual, que revelam a falta de fé, esperança e caridade, e se convertem na incapacidade de discernir a verdade das coisas… Ao humilde não só lhe interessa o passado, senão também o futuro, porque sabe olhar adiante, sabe contemplar os ramos com a memória cheia de gratidão. O humilde gera, convida e se move para aquilo que não se conhece; o soberbo, ao contrário, repete, se endurece, a rigidez é uma perversão, é uma perversão atual, se endurece e se encerra em sua repetição, se sente seguro do que conhece e teme ao novo, porque não pode controlá-lo, o faz sentir desestabilizado, porque perdeu a memória.”

(ACI Digital, Discurso del Papa Francisco a la Curia Romana para las felicitaciones de Navidad 2021, 23/12/2021)

A linguagem de Bergoglio é incrivelmente absurda.

O que ele chama aqui de “mundanidade espiritual”, e em outras partes de “vanglória” e “soberba”, seria o vício oposto à virtude da humildade. Porém ele o caracteriza como a busca de segurança, que se manifesta particularmente em questões de posição hierárquica, liturgia, doutrina e devoção. Ora, buscar segurança nestas matérias é uma coisa que, em si mesma, não é contrária à humildade, nem representa qualquer perversão ou obstáculo à salvação. Muito pelo contrário, a virtude da fé, esperança e caridade exigem que creiamos, esperemos e tenhamos essas coisas como seguramente agradáveis a Deus, de outro modo poderíamos estar na idolatria ou em um culto que ele reprova, o que poria em risco nossa salvação, nos lançaria em desespero. Sem sentir-se seguro da verdade das palavras do profeta Eliseu, Naamã jamais teria sido curado. Se ele perseverasse na hesitação e incerteza inicial, acabaria morrendo de lepra, isto é, em seus pecados.

A noção bergogliana de humildade também é um caso a ser estudado. Para São Tomás (II-II q. 161), a humildade era uma virtude relacionada com a temperança, ela serviria para frear e reprimir o nosso impulso de buscar as coisas grandes de forma desordenada, isto é, de um modo que não estivesse em harmonia com a razão. Assim, por meio desta virtude, o pecador, não obstante a esperança ou magnanimidade que o faz buscar a vida eterna segundo o que manda a razão e a fé, temendo não alcançá-la em vista dos seus pecados, há de implorar sempre a misericórdia de Deus e será misericordioso para com o próximo e modesto consigo mesmo, vendo que os outros são melhores do que ele em tudo que receberam por graça de Deus, ao passo que ele mesmo lhes é inferior em tudo que obra sem essa graça.

Então, a virtude da humildade reside em ao menos duas certezas: a grandeza de Deus (inclusive manifesta no nosso próximo) e a pequenez do homem. A consciência de nossa fragilidade nos deve fazer humildades, mas não inseguros, o que seria – neste caso – uma falta de magnanimidade, virtude relacionada com a fortaleza, isto é, a coragem na busca de grandes coisas. Se a humildade bergogliana ofende a certeza que a razão e a fé manda ter nas questões de posição hierárquica, liturgia, doutrina e devoção, ela não é verdadeira humildade. Com efeito, existiria maior soberba do que duvidar de Deus ou de sua Igreja, assistida como ela é pelo Espírito Santo de Deus? Inversamente, haveria maior humildade do que crer, esperar e amar tudo o que nos manda a Igreja Católica e, consequentemente, repudiar toda novidade que se lhe opõe de algum modo? A verdade é que a humildade é uma grande virtude justamente porque ela nos dispõe para a fé, esperança e caridade, já que tirando a soberba do caminho, prepara o terreno de nossa alma para o fundamento da verdadeira fé, que é, numa palavra, a maior de todas as certezas.

Essa consideração nos faz ver que a tal da mundanidade espiritual e da perversão não está com os tradicionalistas, mas sim com os modernistas. A soberba, afirma São Pio X, juntamente com o amor das novidades, é a causa remota do modernismo (cf. Pascendi, II.ª Parte: As Causas do Modernismo). Sim, o mover-se para aquilo que não se conhece, em detrimento das certezas da fé, não é humildade, mas é orgulho!

Em outro lugar da mesma Encíclica, ao falar de sua filosofia, assim são descritos os modernistas por São Pio X:

“Cegos, na verdade, a conduzirem outros cegos, são esses homens que inchados de orgulhosa ciência, deliram a ponto de perverter o conceito de verdade e o genuíno conceito religioso, divulgando um novo sistema, com o qual, arrastados por desenfreada mania de novidades, não procuram a verdade onde certamente se acha; e, desprezando as santas e apostólicas tradições, apegam-se a doutrinas ocas, fúteis, incertas, reprovadas pela Igreja, com as quais homens estultíssimos julgam fortalecer e sustentar a verdade (Gregório XVI, Encíclica “Singulari Nos” 7 Jul. 1834)”.

(São Pio X, Pascendi Dominici Gregis, 8 de setembro de 1907).

2.º Ponto: Clericalismo vs. Sinodalidade. – A mesma passagem referida por Bergoglio também nos ensina que a religião verdadeira não é sinodal, porque a verdadeira humildade consiste em seguir o que nos ensinam os homens de Deus, inspirados como são pelo Espírito Santo, e não sugerir-lhes o que fazer da nossa própria conta. O grande exemplo de Naamã e da própria escrava hebreia foi este: eles não impuseram ao profeta suas opiniões e condições, mas, ao contrário, submeteram-se aos ditames de Eliseu, crendo que, pela particular assistência de Deus que gozava, ele saberia o que era mais condizente com a Divina Vontade.

Bergoglio, porém, tem outro entendimento das coisas, para ele todo mundo é profeta, exceto, talvez, quem dele discorde nesta matéria:

“‘Todos’, demos um passo adiante, ‘todos”, não é uma palavra que possa ser mal-interpretada! O clericalismo, que como tentação perversa, serpenteia diariamente entre nós, nos faz pensar sempre em um Deus que fala somente a alguns, enquanto que os demais só devem escutar e executar. O Sínodo é a experiência de sentirmos todos membros de um povo maior: o santo povo fiel de Deus e, portanto, discípulos que escutam e, precisamente por essa escuta, podem compreender também a vontade de Deus, que se manifesta sempre de maneira imprevisível.”

(ACI Digital, Discurso del Papa Francisco a la Curia Romana para las felicitaciones de Navidad 2021, 23/12/2021)

Eliseu, Jesus Cristo e os Apóstolos não eram sinodais. Eles agiam como oráculos divinos, ensinavam e mandavam com autoridade vinda de Deus. Por que Bergoglio entende como clericalismo a obrigação que os fiéis tem de escutar e executar o que mandam os profetas? Nosso Senhor não disse que era para ouvir e obedecer aos chefes da Igreja? E ainda que nada dissesse a respeito, já o simples bom senso não requer que a autoridade venha do alto e não de baixo?

O fato é que Bergoglio não crê esta doutrina sobre a autoridade divina da Igreja como referente ao clero, ele a aplica ao “povo de Deus”, como fazem os protestantes em geral. De fato, tal como a seita de Lutero e Calvino, a Igreja Sinodal de Bergoglio é humilde demais para que somente alguns sejam profetas em sentido próprio, nela todos são profetas!

No entanto, ele defende a profecia universal em um sentido modernista, isto é, a experiência de fé dos fiéis no tempo presente deve ser a base da crença comum na Igreja, a qual deve ser assimilada e proposta a todos pela autoridade, mediante certas fórmulas que, como procedem dos homens vivendo no devir histórico, vão se atualizando de tempos e tempos.

Eis como São Pio X explica, com cem anos de antecedência, a Igreja Sinodal de Bergolgio:

“Assim como a Igreja emanou da coletividade das consciências, a autoridade emana virtualmente da mesma Igreja. A autoridade, portanto, da mesma sorte que a Igreja, nasce da consciência religiosa, e por esta razão fica dependente da mesma; e se faltar a essa dependência, torna-se tirânica. Nos tempos que correm o sentimento de liberdade atingiu o seu pleno desenvolvimento. No estado civil a consciência pública quis um regime popular. Mas a consciência do homem, assim como a vida, é uma só. Se, pois, a autoridade da Igreja não quer suscitar e manter uma intestina guerra nas consciências humanas, há também mister curvar-se a formas democráticas; tanto mais que, se o não quiser, a hecatombe será iminente. Loucura seria crer que o vivo sentimento de liberdade, ora dominante, retroceda. Reprimindo e enclausurando com violência, transbordará mais impetuoso, destruindo conjuntamente a religião e a Igreja. São estes os raciocínios dos modernistas que, por isto, estão todos empenhados em achar o modo de conciliar a autoridade da Igreja com a liberdade dos crentes.”

“Mais grave e perniciosos são suas afirmações relativamente à autoridade doutrinal e dogmática… Visto pois que o magistério, afinal de contas, não é mais do que um produto das consciências individuais, e só para cômodo das mesmas consciências lhe é atribuído ofício público, resulta necessariamente que ele depende dessas consciências, e por conseguinte deve inclinar-se a formas democráticas. Proibir, portanto, que as consciências dos indivíduos manifestem publicamente as suas necessidades, e impedir à crítica o caminho que leva o dogma a necessárias evoluções, não é fazer uso de um poder dado para o bem público, mas abusar dele. – Da mesma sorte, no próprio uso do poder deve haver modo e medida. É quase tirania condenar um livro sem que o autor o saiba, e sem admitir nenhuma explicação nem discussões. Ainda aqui, portanto, deve adotar-se um meio termo, que ao mesmo tempo salve a autoridade e a liberdade. E nesse ínterim o católico poderá agir de tal sorte que, protestando o seu profundo respeito à autoridade, continue sempre a trabalhar à sua vontade. Em geral admoestam a Igreja de que, sendo o fim do poder eclesiástico todo espiritual, não lhe assentam bem essas exibições de aparato exterior e de magnificência, com que sói comparecer às vistas da multidão. E quando assim o dizem, procuram esquecer que a religião, conquanto essencialmente espiritual, não pode restringir-se exclusivamente às coisas do espírito, e que as honras prestadas à autoridade espiritual se referem à pessoa de Cristo que a instituiu.”

“Para concluir toda esta matéria da fé e seus diversos frutos, resta-nos por fim, Veneráveis Irmãos, ouvir as teorias dos modernistas acerca do desenvolvimento dos mesmos. Têm eles por princípio geral que numa religião viva, tudo deve ser mutável e mudar-se de fato. Por aqui abrem caminho para uma das suas principais doutrinas, que é a evolução. O dogma, pois, a Igreja, o culto, os livros sagrados e até mesmo a fé, se não forem coisas mortas, devem sujeitar-se às leis da evolução.”

“De uma espécie de convenção entre as forças de conservação e de progresso, isto é, entre a autoridade e as consciências individuais, nascem as transformações e os progressos. As consciências individuais, ou pelo menos algumas delas, fazem pressão sobre a consciência coletiva; e esta, por sua vez, sobre a autoridade, obrigando-a a capitular e pactuar. Admitido isto, não é de admirar ver-se como os modernistas pasmam por serem admoestados ou punidos. O que se lhes imputou como culpa, consideram um dever sagrado. Ninguém melhor do que eles conhece as necessidades das consciências, porque são eles e não a autoridade eclesiástica, os que se acham mais em contato com elas.”

“Gritam a altas vozes que o regime eclesiástico deve ser renovado em todos os sentidos, mas especialmente na disciplina e no dogma. Por isto, dizem que por dentro e por fora se deve entrar em acordo com a consciência moderna, que se acha de todo inclinada para a democracia; e assim também dizem que o clero inferior e o laicato devem tomar parte no governo, que deve ser descentralizado. Também devem ser transformadas as Congregações romanas, e antes de todas, as do Santo Ofício e do Índice. Deve mudar-se a atitude da autoridade eclesiástica nas questões políticas e sociais, de tal sorte que não se intrometa nas disposições civis, mas procure amoldar-se a elas, para penetrá-las no seu espírito. Em moral estão pelo Americanismo, dizendo que as virtudes ativas devem antepor-se às passivas, e que convém promover o exercício daquelas de preferência a estas. Desejam que o clero volte à antiga humildade e pobreza e querem-no também de acordo no pensamento e na ação com os preceitos do modernismo. Finalmente não falta entre eles quem, obedecendo muito de boa mente aos acenos dos seus mestres protestantes, até deseje ver suprimido do sacerdócio o sacro celibato. Que restará, pois, de intacto na Igreja, que não deva por eles ou segundo os seus princípios ser reformado?”

(São Pio X, Pascendi Dominici Gregis, 8 de setembro de 1907).

A autoridade à serviço da consciência coletiva dos fiéis, estruturas democráticas e decentralizadas para livre discussão e pressão sobre a autoridade, proposta de mudanças radicais na disciplina da Igreja e até mesmo nos dogmas da fé… pode haver melhor retrato da Igreja Sinodal de Bergoglio?

3.º Ponto: Liturgia vs. Sacrilégio – Na mesma perícope vemos que a fé de Naamã teve que ser confirmada por boas obras: não bastava que cresse nas palavras, era necessário que executasse um rito, não obstante lhe parecesse, a princípio, ineficaz e repugnante. A humildade de Naamã consistiu em não considerar tanto o que era para ser feito, mas quem fez: em consideração da autoridade que estabeleceu determinado rito, não se pôs a criticar, mas valorizou o rito e com isto foi curado. Naamã não viu no rito um apego desordenado, uma armadura ou adereço exterior desnecessário. Se é um homem da Igreja que mandou que fosse observado e se bons frutos se esperam deste rito, por que não prová-lo?

Longe, muito longe de Bergoglio esta humildade litúrgica! Embora no discurso diga que “a humildade aceita ser questionada”, este não tem aplicado os princípios de humildade e sinodalidade em seu diálogo – ou melhor, monólogo – com os conservadores e tradicionalistas Novus Ordo. Antes o que tem havido é restrições arbitrárias e expulsão de grupos que celebram a Missa Tridentina das dioceses.

Esta contradição prática, embora mascarada de zelo pela comunhão eclesial, realmente pode chamar-se de mundanidade espiritual, soberba e vanglória, pois é absolutamente desordenado reprovar uma liturgia multi-secular que nos dá e ainda deu excelentes frutos, para colocar em seu lugar uma liturgia fracassada, feita em laboratório por hereges, que não tem produzido mais do que confusão e divisão, seja pelo vernáculo, seja pela irreverência, seja pelas omissões e distorções da doutrina católica, seja pela arquitetura, seja pelos abusos infinitos a que dá ensejo.

CONCLUSÃO

O presente de Natal de Bergoglio aos curiais modernistas e católicos tradicionais a ele vinculados é mais uma alta dose de modernismo. Falsa humildade, amor a novidades, caminho sinodal e repúdio à liturgia tradicional da Igreja é o que de melhor um herege modernista pode oferecer. Assim como Santo Estêvão rogava pelos inimigos que o apedrejavam, rezemos também – neste tempo de Natal – por este pobre homem que caminha nas trevas do erro e da morte, como cego guiando cegos.

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