• Fale conosco
  • controversiacatolica@gmail.com
SINOPSE DA HISTÓRIA DO BRASIL E DA MISSÃO DOS PADRES JESUÍTAS (1549-1568):
  • Publicado em 13/06/2017
  • Por Diogo Rafael Moreira
SINOPSE DA HISTÓRIA DO BRASIL E DA MISSÃO DOS PADRES JESUÍTAS, DE 1549 A 1568 . . . uma obra sem exemplo na História. CAPISTRANO DE ABREU, Capítulos de História Colonial, Rio, ed. de 1928, c. VT, pag. 61. 1549 Chrgam ao Brasil em 29 de março o 1º Governador Geral Tomé e Souza e a 1ª Missão de JesuÍtas (Nóbrega, "Cartas" I, "Cartas Avulsas", I) composta dos Padres Manoel da Nóbrega, João de Azpilcueta-Navarro, Leonardo Nunes, Antônio Pires e Irmãos Diogo Jacome e Vicente Rodrigues (Anchieta, Informações, páginas 13-4), Leonardo Nunes e Diogo Jacome enviados aos Ilhéus e Porto Seguro (Nób. Cart. I). Navarro e Pires nas aldeas da Bahia (Nób. Cart. III). Fundação da Cidade do Salvador (Nób. Cart. I, Anch. Inf. 3) no interior da Bahia de Todos os Santos, a menos de légua da antiga povoação de Diogo Álvares, o Caramurú, mais tarde povoação do Pereira, sede do 1º donatário Francisco Pereira Coutinho (entre Vitória e Graça), depois ainda "Vila Velha", por opposição à Vila ou Cidade Nova, (Cart. Av. X I V ), entre o Terreiro e a Barroquinha: instalação a 1º de Novembro, tomando posse o Governador (Jaboatão, Novo Orbe, v. I, p . 2 a , p . 2 1 ) . O Padre Nóbrega parte da Bahia a 1º de Novembro, visitando Ilhéus, onde recolhe Diogo Jacome, doente, desembarcando os dois em Porto Seguro. Segue viagem para S. Vicente apenas Leonardo Nunes, com mais 10 ou 12 meninos e alguns Carijós (Guaranis), injustamente escravizados* que, a pedido de Nóbrega, libertou Tomé de Souza (Nób. Cart. I I I ) e iriam ser restitmdos a sua gente (C. Av. II). Fica na Bahia, por superior, Antônio Pires (vart. Ac. I) . "No tenian outra cosa se no lo que les davam de limosna y esso entonces era muy poco.” (Hist. dos Colégios do Brasil da Bibl. Nac. de Roma, publ. nos An. da Bibl. Nac. do Rio, tomo XIX, p. 78). “Parece-me que não devemos deixar de dar a roupa que trouxemos a estes que querem ser cristãos, repartindo-lha, até ficarmos todos iguais com eles..." (Nóbrega, Cart. I ). 1550 Chega, na ausência do Padre Nóbrega, então no sul, a II Missão Jesuítica, (C. Av., I) na Armada de Simão da Gama de Andrade, composta dos Padres Afonso Braz, Manoel de Paiva, Francisco Pires e Salvador Rodrigues. (Ach. Inf. 14). O Padre Manoel de Paiva parte para os Ilhéus e o Padre Afonso Braz para o Espírito Santo, (C. Av., I I ) detendo-se em Ilhéus, e, depois, em Porto Seguro, (C. Av. VI) alguns meses. O Padre Navarro traduziu em idioma da terra, orações e sermões para a catequese (C. Av., I, I V). Primeiro irmão adquirido no Brasil, colhido à passagem, no Espírito Santo, e levado a São Vicente, pelo Padre Leonardo Nunes, o ferreiro português Mateus Nogueira. (Vasconcelos, Chronica, 1. II, n . 117). Em S. Vicente são recebidos os irmãos línguas Pero Corrêa, (C. Av. I I I ) Manoel de Chaves, (Anch. Inf. 14) e João de Souza. Na Bahia os irmãos Simão Gonçalves (Nób. C V I; Anch. Carta de 54) e Domingos Pecorela. (Vasc. Crôn. l. 1 n . 186). "[A]ndando a pie y descalsos por todas aquelas aldeas, durmiendo por los caminos sin ningun gênero de cama quando mucho avia algunas redes que elos mesmos levavan a cuestas. El vestido, era muy pobre, lo comun era sotanas de canamo tenido de prieto que haziam de Ias velas de Ias nãos de Ia índia que les enbiavan de limosna. Acrescentavanse estos trabajos co no tener entonces ninguna renta senalada del Rey y Ia gente ser muy pobre y assim algunas vezes les era necessário a pescar e a cazar y estavan todos sin comer enquanto no venia alguna provision, en todos se veya mucha alegria en estos trabajos y hambre e deseo de padecer otros machos majores." (Hist. dos Col. do Brasil, p . 122). 1551 O Padre Nóbrega regressa de Porto Seguro, mandando o Padre Navarro (C. Av. V) para aí, a entender-se com bons línguas da terra, para traducções piedosas e aprendizagem da língua. O Padre Afonso Braz e o irmão Simão Gonçalves (C. Av. V) chegam e se instalam no Espírito Santo. (C. Av. V I ) . Os Padres Francisco Pires e Irmão Vicente Rodrigues fundam, em Porto Seguro, (C. Av. V) a ermida de N . S. da Ajuda, onde aparece uma fonte milagrosa. (C. Av. V I ). O Padre Nóbrega com o Padre Antônio Pires partem, em Julho, para Pernambuco, (C. Av. V, XI), onde chegam a 27 ou 29 (Nób. C. VIII), ficando por superior na Bahia, o Padre Manoel de Paiva, vindo dos Ilhéus. (C. Av. V). "Sem El-Rei ajudar a nenhuma coisa, somente as esmolas do Governador e de outros homens virtuosos." (Nóbrega, c. V II). No Sul, o Padre Leonardo Nunes e Irmão Diogo Jacome, em S. Vicente, organizam a catequese no interior, (C. Av. VII, VIII, X) com os novos irmãos línguas Pero Corrêa, Manoel de Chaves, João de Souza, Fernão Luis e outros. (C. Av. VII). 1552 O Padre Nóbrega, em Janeiro, torna á Bahia, (C. Av. XIII) onde se acham os Padres Paiva, Salvador Rodrigues, Francisco Pires, deixando, em Pernambuco, Antônio Pires. O Governador geral Tomé de Souza ordena se dêem aos dez padres que vieram de Portugal (em 49 e 50) um cruzado em ferro cada mês para a mantença de cada um, e cinco mil e seiscentos réis para vestir cada ano: "com o qual nenhuma roupa se poderá fazer nesta terra, e porém eu não lhe pus groza (gloza) porque nem ainda esse merecemos" (Nóbrega, c. X) Chega á Bahia em 22 de junho o 1º Bispo D . Pedro Fernandes Sardinha (C. Av. XIV). O Governador Geral Tomé de Souza parte em visita às capitanias do Sul, em companhia do Padre Nóbrega. (Nób. c. VII). O Padre Afonso Braz vem a Porto Seguro consultar aos padres Pires e Navarro, (C. Av. XIV); o Padre Paiva passa ao Espírito Santo (C. Av. XIV). O Irmão Vicente Rodrigues é mandado para o interior da Bahia, aldeia de Santiago, perto de Pirajá (C. Av. XIV). O Padre Paiva com alguns meninos é enviado a S. Vicente. (Nób. c. X). 1553 O Governador Geral Tomé de Souza aprova a fundação da vila de Todos os Santos que se substituiu a São Vicente, e é a cidade de Santos. O Padre Navarro entra,* com mais doze homens, de Porto Seguro ao sertão, alcançando as cabeceiras do Rio Jequitinhonha e o vale do Rio de S. Francisco, descendo, de torna-viagem, ao litoral, pelo Rio Pardo, 350 léguas entre índios ferozes (Nób. c. IX, C. Av. XVIII). Chega a 13 de Julho, o 2º Governador Geral D . Duarte da Costa, com a III Missão Jesuítica, composta dos Padres Luis da Grã, Braz Lourenço e Irmãos João Gonçalves, Antônio Blasquez, Gregório Serrão e José de Anchieta, (Nób. c. XV; Anch. Inf. 14) e Padre Ambrósio Pires (Vasconcelos, Crônica, 1. I, nº 134; Franco, Synopsis, 1553. Cria a Companhia de Jesus a sua nova Província do Brasil, nomeado provincial o Padre Manoel da Nóbrega (Vasc. Crôn. l. I, 145). Morre o primeiro Jesuíta no Brasil, o Padre Salvador Rodrigues, na Bahia. (C. Av. XXI). Entra para a Companhia, grande língua, o Irmão Antônio Rodrigues, em S. Vicente, trazido a Bahia em 56, melhor conhecedor do idioma do gentio, aperfeiçoando e ampliando o fruto de Navarro (C. Av. XX). O Padre Leonardo Nunes, vindo do Sul, em busca de reforço torna para S. Vicente, levando os Padres Vicente Rodrigues (já sacerdote) e outros quatro religiosos dos que vieram de Portugal, e, entre estes o irmão José de Anchieta (Vasc. Crôn., I, 141). Os outros foram o Padre Braz Lourenço, que ficou no Espírito Santo em troca do Padre Afonso Brás, que foi para S. Vicente, e irmão Gregório Serrão. 1554 De S. Vicente manda o Padre Nóbrega (Anch. Inf. 15) aos campos de Piratininga 13 religiosos entre padres e irmãos, sob as ordens do Padre Manoel de Paiva, a fundarem o colégio de São Paulo, situado cerca da vila, dominando os vales do Tietê e o Anhangabaú, onde se disse a missa inaugural a 25 de janeiro de onde o nome do Apóstolo das Gentes e o núcleo da futura vila e cidade de S. Paulo. Morrem, mártíres dos Carijós, a 8 de Junho, os Irmãos Pero Corrêa e João de Souza. (C. Av.XXl). Morre, em naufrágio, a 30 de Junho, o Padre Leonardo Nunes, mandado a Roma por procurador da Província. (C. Av. XXI). Morre, a 24 de dezembro, o irmão Domingos Pecorela, "dos primeiros que recebeu o padre Nóbrega na Bahia"; "perito na língua brasilica fazia pelas aldeias grande fruto nos índios, com aquele seu modo chão e simples, de que todos gostavam". Acabou "com geral sentimento e não menos opinião de santidade" (Vasc. Crôn. l. I, 186-9). Termina o ano, havendo a Companhia na Província 26 sujeitos: 4 na Bahia, 2 em Porto Seguro, 2 no Espírito Santo, 5 em S. Vicente, 13 em Piratininga (Vasc. Crôn. l. I, 190). 1555 Guerra dos Índios em Pernambuco. O Padre Nóbrega assume o cargo de 1º Provincial, tendo por colateral ao Padre Luiz da Grã (Anch. Inf. 24). O Padre Ambrósio Pires e o irmão Antônio Blasquez são mandados a Porto Seguro. (C. Av. XVII). No colégio da Bahia, onde estão os Padres Ambrósio Pires, Antônio Pires, João Gonçalves, Antônio Blasquez e outros, diz o primeiro: "temos aqui 44 pessoas". (C. Av. XVII). O Padre Luis da Gã parte para S. Vicente, a encontrar-se com o Padre Nóbrega, penetrando logo no sertão de S. Paulo, com o irmão Manoel de Chaves. (Vasc. Crôn. l. I, n. 198). Promovido pelo Padre Braz Lourenço, os temiminós que estavam em guerra com os tamoios, no Rio, emigram para os Espírito Santo, fundando ali a aldeia dos Gatos Maracayás, comandados pelo Gato grande ou Maracaiaguaçu, amigo dos Padres. (C. Av. XXVIII). Vilegaignon chega a 10 de Novembro com os francezes ao Rio, onde se estabelece: é a "França Antártica". 1556 Fundação do 1º "Colégio” dos Padres no Brasil, em Piratininga, na Casa de S. Paulo. (Nób. c. XV; Anch. Inf. 22). Partida do bispo velho Sardinha para o reino, chamado de el-rei para queixar-se de desavenças com o filho do Governador, Dom Álvaro da Costa: naufragando nos baixios de D . Rodrigo, vem à mão dos selvagens Caetés, os que escaparam ao mar, e são devorados, a 16 de Junho. Dom Álvaro da Costa emprehende guerra, bem succedida, contra índios rebelados da Bahia. Morre em Roma, a 31 de Julho, o fundador da Sociedade de Jesus, o Padre Inácio de Loyola, I Geral da Companhia, que instituiu a I Província dela, a de Portugal em 46, e a Província do Brasil, em 53. Deixando em S. Vicente o seu colateral Padre Luis da Grã, a 3 de Maio embarca o Padre Nóbrega para a Bahia, (C. Av. XIX) trazendo o Padre Francisco Pires e os Irmãos línguas Antônio Rodrigues, Antônio de Souza e Fabiano de Lucena, chegando a 4 de Agosto. No Espírito Santo estão o Padre Braz Lourenço e o irmão Antônio de Atouguia (C. Av. X I X ) . Fundação do 2º "Colégio" dos Padres, na Bahia (Nób. c. X V; Anch. Inf. 23). Feitas as pazes com o gentio, funda-se perto da cidade, a aldeia do Rio Vermelho, (C. Av. XX, XXI), cujos primeiros residentes foram os Padres Antônio Rodrigues e Leonardo do Vale. Depois as de Santiago, Espírito Santo e S. João (C. Av. XXIX). 1557 Alvará, de 12 de fevereiro, mandando dar a cada um dos 28 padres e irmãos da Companhia de Jesus que estão nas partes do Brasil, cada ano, a custa da fazenda real, das capitanias onde estiverem, quatro panicús de mandioca e um alqueire de arroz e, quando não houver arroz, se dará um alqueire de milho da terra e um cruzado de dinheiro para suas mantenças e despesas. Chegam reforços, em 7 de março, aos franceses no Rio, com Bois-le-Comte, sobrinho de Vilegaignon: vieram com ele Jean de Léry, que deixou escritura, e Jean Cointa, senhor de Boles, muito falado em crônicas e cartas. (C. Av. XLVIII). Morre na Bahia, a 30 de Abril, o Padre João de Azpilcueta Navarro, (C. Av. XXI; Nób. c. XVIII) primeiro mestre dos brasileiros na língua nativa, padre bandeirante, inexcedível na obra de conversão do gentio. Morre, a 11 de Junho, D. João III, ficando regente a rainha Dona Catarina, por menor idade del-Rei D . Sebastião; mandou Jesuítas á Índia, com S. Francisco Xavier e ao Brasil com Manoel da Nóbrega. Morre na Bahia, a 5 de Outubro, Diogo Álvares Corrêa de Viana, o Caramurú, no Brasil, desde 1510, aliado aos índios por sua mulher D . Catarina Paraguaçu, muito prestimoso aos portugueses, a Pero Lopes em 30, a Francisco Pereira, o 1º donatário, em 36, a Tomé de Souza (Nób. c. I) aos Padres da Companhia (C. Av. XIV; Nób. c. VI, XII) em 49, e por diante. Publica-se em Marburgo, na Alemanha, o livro de Hans Staden, "Viagem ao Brasil", que refere seu naufrágio em 50, na armada de Senábria, acolhimento pelos portugueses na costa, cativeiro entre os índios, escapando de ser devorado, e fuga, finalmente. Chega à Bahia, em 28 de dezembro o 3º Governador, Mem de Sá, (C. Av. XXIII) que partira 8 meses antes de Lisboa, em 30 de abril. 1558 Assumindo o Governo, de accordo com o Padre Nóbrega, Men de Sáordena a concentração do gentio em grandes aldeias, fusão de menores com vizinhas, estabelecendo-se, cerca da Bahia, as quatro: de S. Paulo, onde residiu o Padre Nóbrega, onde é hoje Brotas, a uma légua da cidade; Espírito Santo, a três léguas, no Rio Joanne; Santiago que se fundira com S. Sebastião, a três léguas, perto de Pirajá, e S. João, no interior da |Bahia, onde é agora Plataforma. Um índio grande, principal, meirinho, tinha poderes de polícia e governo. Residentes jesuítas tinham direção temporal e espiritual. (Nób. c. XX; C. Av. XXXIX, XL). Partida de D . Duarte da Costa para o reino, em companhia do Padre Ambrósio Pires, que desertou da Missão do Brail, e, depois, da Sociedade de Jesus. (C. Av. XXIII, XXIX; Franco, Syn. p . 37). Insurreição de índios no Espírito Santo e nos Ilhéus (Nób c. X X I ). Mandado contra os do Espírito Santo, morre flechado por eles, os do rio Cricaém, em Porto Seguro, Fernão de Sá, filho do Governador Geral (Nób. c. XX; C. Av. XXVII): é cumprida depois a missão de os destroçar. É eleito II Geral da Companhia, em Roma, a 2 de Julho, o Padre Diogo Laynez, definitivamente aprovadas nessa Congregação as Constituições ou Código de leis, deixados por Santo Inácio para a direção da Sociedade de Jesus. Publicam-se, em Paris, as Singularitez de Ia France Antarctique, por André Thevet, que veio ao Brasil com Vilegaignon e levou daqui, à Europa, o tabaco, que usavam os índios da América. Morre na Bahia, a 21 de dezembro, o Padre João Gonçalves, que viera irmão em 53, fervente missionário, grande virtude, com cheiro de santidade, do qual diz muito Nóbrega, c. XIX. 1559 Guerra ao gentio dos Ilhéus, sublevado e reduzido. O Padre Luis da Grã é nomeado II Provincial do Brasil (Anchieta, Inf. 24). Ordem de Men de Sá para se dar aos Padres da Companhia, além do que lhes doou o alvará de 57, mais cinco mil réis por ano e doze cruzados em ferro, isto é, ferramentas. Chega a 8 de Dezembro, com o 2º Bispo D . Pedro Leitão, a IV Missão dos Jesuítas, composta dos Padres João de Melo, João Dicio, e Irmãos Jorge Rodrigues, Ruy Pereira, José, Crasto e Vicente Mestre. (Vasc. Crôn. l. II, n. 64). Os religiosos da Província, padres e irmãos passavam de 40. (Vasc, Chron. l. II, n. 65). 1560 Partida a 16 de janeiro do Governador Geral Men de Sá para o Rio, onde chega à barra, a 21 de fevereiro. O Padre Nóbrega que era da sua companhia, (C. Av. XXXVIII, XXXIX; Nób. c. XXI) seguiu doente, fraco do sangue que lançava, para S. Vicente, donde mandaria reforços, que foram um bergantim artilhado, canoas com índios e dois religiosos, os Irmãos Gaspar Lourenço e Fernão Luis. Ataque aos franceses, a 15 de Março, expulsos finalmente de suas posições. (Nób. c. XXI). Mem de Sá, vitorioso, vai a S. Vicente (Nób. c. XXI) ver Nóbrega e dar varias providências: mudança da Vila de Santo André-da-Borda-do-Campo para Piratininga, obra de três léguas distante; caminho protegido contra os tamoios da Serra, entre São Vicente e São Paulo. Duarte Coelho de Albuquerque assume o governo de Pernambuco. (C. Av. XLI). Chega à Bahia a V Missão, composta dos Irmãos Luis Rodrigues e Antônio Gonçalves. (C. Av. XLIX). Dada a renúncia de Vasco Fernandes Coutinho, Mem de Sá, à passagem pela Capitania, nomeia, indicado pelo povo, capitão-mor e provedor, a Melchior de Azeredo. (C. Av. XLVII). O Padre Luis da Grã, nomeado Provincial, (Anch., Carta 1º jun. 60) chega à Bahia, vindo do sul (C. Av.. XXXVIII, XL), com o Governador Geral, (Anch. Cart. 12 jun. 61) a 29 de agosto, (C. Av. XXXIX), trazendo os irmãos línguas Gonçalo de Oliveira, Gaspar Lourenço e Antônio de Souza, e os noviços Baltazar Gonçalves, Antônio de Melo e Pero Peneda (C. Av. XXXIX). Instituição de várias aulas e classes no Colégio da Bahia, obrigatórias a todos os religiosos: a do idioma da terra, (Carta Avulsa XXXIX) pela artinha do irmão José de Anchieta (Carta Avulsa XXXVIII) só publicada mais tarde em 1595. A Pernambuco são enviados os Padres João Dicio, Ruy Pereira e Gonçalo de Oliveira, reatando a missão do Padre Antônio Pires. (C. Av. XLI). Guerra contra os selvagens aimorés, que assolavam a capitania de Porto Seguro, combatidos e reduzidos, pelas tropas do Governador Geral, que dirigiu a empresa, em pessoa. Estácio de Sá, de viagem para a Europa, levando a seu bordo João de Boles, arriba à Bahia em 28 de dezembro, sendo preso o hereje. (Anch. Inf. 11). 1561 Morre em Piratininga, a 29 de Janeiro, o irmão Mateus Nogueira, (Anch. Cart. 12 jun. 61) coadjutor temporal, ferreiro de sua profissão, e primeiro religioso que a Companhia adquiriu nestas partes, à passagem do Padre Leonardo Nunes, em 50, pelo Espírito Santo. (Vasc. Crôn. 1. II, n . 117). Expedição contra os tupiniquins de S. Paulo, ordenada por Mem de Sá. Grande atividade do Padre da Grã nas Missões do Norte. (C. Av. XL, XLV, XLVI) . Fundação, em Junho, da aldeia de Santa Cruz de Itaparica a que concorria o gentio das ribeiras do Paraguaçu: Padre Antônio Pires e irmão Luiz Rodrigues (C. Av. XLIX), primeiros residentes. Fundação da grande aldeia do Bom Jesus, no sitio Tatuapara, a doze léguas da Bahia, confiada ao Padre Antônio Rodrigues e irmão Paulo Rodrigues: aí logo 400 meninos aprendiam a doutrina (C. Av. XLV). Fundação das aldeias de Santo André, ao norte, a 32 léguas da Bahia, bandas de Itapicurú, e Nossa Senhora da Assumção, em Camamú, e São Miguel, em Tinharé, caminho de Ilhéus. (C. Av. XLVIII). Em S. João estavam o Padre Gaspar Lourenço e o irmão Simão Gonçalves, depois, Padre Vicente Fernandes; em Santiago, o Padre Pedro da Costa. Está o Padre João de Melo em Pernambuco. (C. Av. L). 1562 Continua por diante a faina do Padre da Grã, nas aldeias da Bahia. O Padre Antônio Rodrigues, que fazia tanto fruto, foi mandado à aldeia nova de S. Pedro. (C. Av. L). Intenta o Provincial ir ao rio S. Francisco, disso impedido pelas dissenções do gentio, em guerra uns contra os outros. De S. Vicente chegam os irmãos Diogo Jacome, Manoel de Chaves, Gregorio Serrão (C. Av. L) logo ordenados pelo bispo D . Pedro Leitão e o Padre Manoel de Paiva. O Padre Antônio de Sá é mandado a Pernambuco fazer companhia ao Padre João de Melo. Chegam do reino o Padre Francisco Viegas e o irmão italiano Scipião, que constituem a VI Missão. (C. Av. XLVIII). Na casa de S. Paulo de Piratininga, em Julho, dez padres, tendo por superior o Padre Vicente Rodrigues, são afligidos pelo cerco que os índios põem à vila. Com o auxílio dos fieis, de seis ou sete aldeias, e principalmente de Martim Afonso Tibiriçá conseguem vencer os contrários que, dispersos, desde o segundo dia, abandonam a peleja, batidos. (Anch., Inf. 6; Cart. 16 abr. 63). Martim Afonso Tibiriçá vem a falecer, meses depois em 25 de dezembro. (Anch. Cart. 16 abr. 63). 1563 Chega a VII Missão composta dos Padres Quiricio Caxa e Irmão Baltazar Álvares, espanhóis, Irmãos Sebastião de Pina e Luis Carvalho, este bom latino, porém doente, que cedo tornará ao reino, sem melhoras. (C. Av. LI, LV, LIX). Em Ilhéus estão os Padres Diogo Jacome e Luis Rodrigues (C. Av. XLIX, L). Em Porto-Seguro os Padres Francisco Viegas e Antônio Gonçalves. (C. Av. L). Grande peste de bexigas, (C. Av. LIII) que assolou as aldeias da Bahia fazendo immensa mortandade. Parece ter vindo na nau que trouxera o Padre Viegas e tocara primeiro nos Ilhéus (C. Av. L), onde começou, para norte e sul a epidemia. "Escassamente deixou viva a quarta parte dos moradores das aldeias da Bahia"; orçou-se o número (dos mortos nessa capitania) a passante de trinta mil almas", diz Vasc., Chron., l. III, 1. Nóbrega e Anchieta tratam pazes com os tamoios, inimigos dos portugueses. (Anch. Cart. jan. 1565; Hist. dos Col. do Brasil, p. 126-7). José de Anchieta, deixado entre os tamoios, começa a escrever na areia, e na memória, o seu poema á Virgem, em versos latinos. (Vasc. Crôn. l. III, n. 35). 1564 Estácio de Sá, sobrinho do Governador Geral, (Anch. Inf. 7) é mandado como capitão-mor da frota e milícias, a povoar o Rio de Janeiro rechaçando inimigos índios e franceses, remanescentes, recebendo recursos do Espírito Santo e S. Vicente. Acometteu o Rio em 6 de Fevereiro, e depois de porfiar, por dois meses, foi a S. Vicente. (Anch. Inf. p. 7). O Padre Nóbrega mandado chamar pelo capitão-mor, vem ao Rio, com o irmão José de Anchieta, chegando a 31 de março, sexta-feira santa, à meia noite. (Vasc. Crôn. l. III, ns. 58, 59). A esquadra de Estácio de Sá, que havia saído dois dias antes, torna ao Rio, obrigada a arribar pelo tempo. Saíram em terra, na ilha de Vilegaignon onde foi celebrada a Missa do domingo de Páscoa. Foram em seguida, a S. Vicente, preparar as torças para o acometimento definitivo dos de terra firme. (Anch. Inf. p. 7; Vasc. Crôn., l. III, ns. 59 e 60). No norte, depois da peste de 63, foi, em 64, a fome. Acossados por ela desertam os índios das suas aldeias, aconselhados por seus feiticeiros. Assim em N. S. da Assumção (Camamú), em S. Miguel (perto dos Ilhéus), em Santa Cruz de Jaguaripe (perto de Itaparica), arriscados os padres residentes de perderem a vida, por se lhes oporem, os Padres João Pereira, Adão Gonçalves, e Jorge Rodrigues. (Vasc. Crôn. l. III, nº 38-40). Fome também no Sul "até todo o ano de 66". (Anch., Inf. p . 7). Estão, em S. João, os Padres Gaspar Lourenço e Baltazar Álvares; no Espírito Santo (rio Joane) os Padres Antônio Rodrigues e Antônio de Pina; em Santo Antônio o Padre Simão Gonçalves e o irmão José; em S. Paulo, perto do Rio Vermelho, o Padre Vicente Fernandes. No Colégio da Bahia, alem do Padre Provincial Luis da Grã, o Padre João Pereira, reitor, o Padre Quiricio Caxa, que lê teologia moral, o Padre Blasquez que lê latim; o Irmão Luis Carvalho, que lê poesia de Virgílio; o Padre Antônio Pires e o irmão Sebastião de Pina: ao todo dez padres e quinze irmãos na Bahia. (C. Av. LIV). Em S. Vicente e Piratininga eram os religiosos dezoito, ao todo. Dois no Espírito Santo; dois em Porto Seguro, dois em Pernambuco, e três em Ilhéus. Cinqüenta e dois religiosos, na província. (Vasc. Crôn. l. III nº 45). 1565 Falece em Janeiro, em Roma, o II Geral da Companhia, Padre Diogo Laynez, sendo neste mesmo ano, eleito o III Geral o Padre Francisco de Borja, que logo nomeou visitador para as partes do Brasil, ao Padre Inácio de Azevedo. Expedição de reforço a Estácio de Sá, índios e mamelucos, indo com ele dois jesuítas, o Padre Gonçalo de Oliveira e o irmão José de Anchieta. (Anch. Cart. 9 jul. 65; Vasc. Crôn. l. III nº 72). Fundação por Estácio de Sá da cidade de S. Sebastião (nome do rei de Portugal) do Rio de Janeiro a 1º de Março, entre o Morro Cara de Cão e os penedos do Pão de Açúcar e da Urca. (Anch. Inf. p. 7; Cart. 9 jul. 65). Provisão régia de 6 de março, impedindo que as naus destinadas à Índia que não pudessem lá chegar, de modo algum arribassem ao Brasil, mas tornassem a Portugal, além de outros motivos, porque dessas freqüentes arribadas, resultava fugir a gente de bordo para a terra. Marca a preferência pelo Brasil à Índia ou ao Reino. A 13 de Março parte o irmão José de Anchieta a ordenar-se padre, na Bahia. Em seu lugar fica o Padre Gonçalo de Oliveira (Anch. Cart. 9 jul. 65), vindo depois o Padre Baltazar Álvares. Ataques a tamoios e franceses, no Rio. (C. Av. LVII). Em Piratininga está um padre e um irmão; em S. Vicente dois irmãos e cinco padres, entre eles o Padre Leonardo do Vale. No Espírito Santo o Padre Diogo Jacome, Padre Manoel de Paiva e Pedro Costa. O primeiro, que viera em 49, morre santamente, depois de grandes serviços, exausto de maleitas e fadigas, além de sublimes serviços à epidemias recentes. (C. Av. LVIII). Em Porto Seguro estão os Padres Braz Lourenço e Antônio Gonçalves e irmão Domingos Borges (C. Av. LX). Em Ilhéus os Padres Francisco Pires, Manoel de Andrade, Jorge Roiz. (C. Av. LIV). Nas casas da Bahia o Provincial da Grã, Pereira, Blasquez, Antônio Rodrigues, Quiricio Caxa, Antônio Pires e outros. 1566 Carta Régia havendo recommendado ao Governador acordasse com os Padres e os ouvidores, meio de atalhar aos cativeiros e resgates injustos dos índios - é firmado o pacto de 30 de julho que assinaram com Men de Sá os jesuítas Antônio Pires e Gregório Serrão, garantidor da liberdade dos índios, se não forem cativados em justa guerra: das dificuldades dessas provas, e vexames freqüentes por ela, começou a preferência pelos escravos pretos, africanos, cuja cor dispensava tais provas para o serviço. Chega à Bahia com o Padre Visitador Inácio de Azevedo a VIII Missão composta dos Padres Balthazar Fernandes, Amaro Gonçalves, Antônio da Rocba, irmãos Pedro Dias e Estevão Fernandes e noviços Domingos Gonçalves e Antônio de Andrade, a 24 de agosto. "Quasi ao mesmo tempo" (Vaso. Chron. l. III, 90), chegam os Padres Miguel do Rego e Antônio de Aranda. Na Bahia havia 30 religiosos, em Pernambuco 2, em Ilhéus 3, em Porto Seguro 2, no Espírito Santo 4, no Rio de Janeiro 2, em S. Vicente 12 e em Piratininga 6 (Vasc. Crôn., 1. III, 92). Deixando na reitoria ao Padre Afonso Pires, com o Governador Mem de Sá, o Bispo D. Pedro Leitão embarcam para o Sul o Padre Visitador Inácio de Azevedo (C. Av. LXI) e mais os Padres Provincial Luis da Grã, Antônio Rodrigues, Antônio da Rocha, Baltazar Fernandes e José de Anchieta, de novo ordenado: foi isso em fim de outubro ou novembro. Por provisão de 7 de novembro,* el-rei D. Sebastião dota a 60 religiosos da Companhia, no Colégio da Bahia, da redizima da Capitania (décima parte dos dízimos), o que fazia, em dinheiro, vinte mil réis por sujeito, anualmente, ou três mil cruzados ao todo: "que seus oficiais (del-Rei) pagam mui mal pelo que o Colégio está endividado" (Anch. Inf. p. 36). Os Colégios (de S. Paulo e da Bahia, de 56; do Rio, de 67; de Pernambuco, de 76) têm as escassas dotações legis que lhes foram sendo doadas, e mal pagas, como se vê. "As mais casas vivem de esmolas que lhes dão os moradores, fracamente, conforme a sua possibilidade, que é pouca; e porque eles não podem supprir a tudo por serem pobres, os colégios provêm as casas que lhes são subordinadas de vestido, vinho, azeite, farinha para hóstias e outras coisas que não há na terra e hão de vir necessariamente de Portugal" (Anch. Inf. p . 23). 1567 Com os reforços trazidos, chega ao Rio em 18 de janeiro Mem de Sá e logo se empenha a luta contra o gentio e os franceses que os auxiliavam, sempre recalcitrantes ao Capitão-Mor Estácio de Sá: vencidos, em 20 de janeiro e dias precedentes e seguintes, donde o padroeiro S. Sebastião, à nova cidade. (Anch. Inf. p. 7). Morre Estácio de Sá, vítima de uma flechada no combate de Ibiruguaçumirim (Morro da Glória?) (Anch. Inf. 8). O Padre Visitador parte de S. Vicente para o Rio, com os Padres Nóbrega e Anchieta. (C. Av. LXI, LXII). Batidos os índios e franceses remanescentes, transfere Mem de Sá a cidade do Rio de Janeiro para dentro da Bahia de Guanabara, no Morro de S. Januário, ou do Castelo: "e então mudou a cidade ao lugar onde agora está" (Anch. Inf. 8) para "lugar mais forte e acomodado". (Cart. Av. LXIII). Fundação, ainda pelo Padre Nóbrega, do 3º Colégio da Companhia no Brasil, o do Rio de Janeiro. (Anch. Inf. 23). Mais tarde D. Sebastião viria dotá-lo para 50 padres, como o de S. Vicente, com o mesmo favor que o da Bahia: esses 2.500 cruzados seriam pagos 2.000 pela capitania da Bahia e 500 pela do Espírito Santo: "ainda que mal e tarde". (Anch. Inf. p . 43). Em S. Vicente, em dezembro, estava reitor José de Anchieta, os Padres Gonçalo de Oliveira, Afonso Braz e o irmão Adão Gonçalves; em Piratininga era reitor o Padre Vicente Rodrigues e estavam os Padres Manoel de Chaves, Baltazar Fernandes, Manoel Viegas e o irmão João de Souza (2º do nome nas partes do Brasil). (C. Av. LXI). Nóbrega ficara no Rio. 1568 Morre a 20 de janeiro, no Colégio do Rio, o Padre Antônio Rodrigues, admittido em 53 em S. Vicente, grande missionário, a grande acquisição da Companhia no Brasil. (Vasc. Crôn. l. III, número 124). A 6 de Fevereiro o Cardeal-regente aprova as doações feitas por Men de Sápara a fundação do Colégio do Rio e a 11 do mesmo mês a inauguração do Colégio de S. Vicente, para 50 padres com os mesmos mantimentos dos da Bahia. (Vasc. Crôn. l. III, número 115). Salvador Corrêa de Sá é deixado no Rio, por governador da cidade e da capitania. (Vasc. Crôn. l. III n. 116) a 4 de março. Chega à Bahia, o Padre Visitador Inácio de Azevedo, depois de ter visitado o Espírito Santo, Porto Seguro e Ilhéus. (Vasconcelos, Chron., l. III ns. 117, 118, 119). Por não lhe ser possível visitar Pernambuco, mandou em seu lugar ao Padre Provincial Luis da Grã, que levou comsigo os Padres Diogo de Freitas, Amaro Gonçalves e outros religiosos. (Vasc. Chron. l. III n. 123). A 24 de Agosto, parte para o reino o Padre Visitador Inácio de Azevedo. (Vasc. Crôn. l. III n. 122). Quatro são as casas da Companhia em S. Vicente: S. Vicente, Santos, Piratininga, e Itanhaém. (C. Av. LXIII). Uma no Rio. Duas no Espírito Santo: Nossa Senhora (aldeia do Gato), e São João (aldeia de Ararigbóia), além da casa matriz de Santiago. Em Porto Seguro há duas vilas próximas, a ermida milagrosa de N . S. da Ajuda, e a elas acodem, além dos Padres Braz Lourenço e Antônio Gonçalves, o irmão Domingos Borges. Além das aldeias distantes - São Miguel, perto de Ilhéus, Camamú ou N . S. da Assumção, Santa Cruz de Jaguaribe, Santo André do Bom Jesus, perto da Capital, estão S. Paulo (rio Vermelho), Santiago (Pirajá), Espírito Santo (rio Joanne), Santo Antônio e São João (Plataforma). Em Pernambuco, Olinda e Itamaracá. A obra evangélica do apostolado continua... A. P. MISSÃO JESUÍTICA AO BRASIL DE 1549 A 1568 São as coisas mais difíceis no começo. PADRE JOÃO DE AZPILCUETA NAVARRO, Cartas Avulsas, I. I. - Vindo em 1549, na companhia do 1º Governador Geral Tomé de Souza: 1. Padre Manoel da Nóbrega: Manoel da Nóbrega, Cartas ao Brasil, Rio, 1931; Josef de Anchieta, Informações e Fragmentos Históricos, Rio, 1886, pags. 13, 14, 15, 22, 24, 62, 63, 65, 66, 70, 71, 72, 73, Cartas de Maio-Setembro 54, de junho 54, de 55, de 60, de 61, de 62, de 63, de 65; Cartas Avulsas, Rio, 1931, I, V, XI, XIV, XVI, XVIII, XIX, XX, XXII, XXIII, XXVI, XXIX, XXX, XXXI, XXXII, XXXIII, XXXV, XXXVI, XXXVII, XXXVIII, XXXIX, XLI, XLII, LXI; Simão de Vasconcelos, Chroniea da Companhia de Jesus do Estado do Brasil, Lisboa, 1663, liv. 1º , ns. 7, 8, 9, 10, 11, 14, 15, 16, 18, 19, 21, 23, 24, 42, 44, 81, 82, 83, 84, 85, 93, 107, 110, 112, 124, 125, 130, 133, 147; liv. 2º, ns. 83, 90, 110; livro 3º, ns. 5 e seguintes, 10 e seguintes, 17; liv. 4º, ns. 15, 117, 126, 134, 140; Antonius Franco, Synopsis annalium Sooietatis Jesu in Lusitania, Augustoe-Vindelicorum & Graecii, 1726, pag. 28. 2. Padre João de Azpilcueta Navarro Nóbrega, Cart. I, III, IV, VI, VII, de Julho de 54; Cart. Av., I, IV, V, XI, Vasconcelos, Chroniea, liv. 1º, ns. 24, 48, 122, 124, 140, 141, 191, 193, 195; Franco, X, XVI; Anchieta, Inf., 13, Cart. XIV, XVIII, XX, XXI, XXII; 83, 87, 88, 89, 90, 92, 120, 121, Synopsis, pag. 28. 3. Padre Leonardo Nunes Nóbrega, Cart. I, III , VI, XV; Anchieta, Inf., pag. 13, 14; Cart. de Maio-Setembro 54, de julho 54; Cart. Av., I, II, III, V, VII, VIII bis, IX, X, XXI , XLIX; Vasc, Chron., liv. 1º, ns. 24, 61, 67, 68, 70, 76, 77, 78, 79, 126, 142, 165, 166, 167, 168, 177, 196; liv. 2º, nº 117; Franco, Syn., pag. 28. 4. Padre Antônio Pires Nóbrega, Cart., III,VI,VIII, X, XVI, XVIII, XIX; Anchieta, Inf., pag. 13, 24; Cart. de Maio-Set. 54; Cart. Av., I, V, XI, XIII, XVII, XX, XXV, XXVI, XXIX, XXXII, XXXIV, XXXIX, XL, XLV, XLVI, XLVIII, LIV; Vasc., Chron., liv. 1º, ns. 24, 108, 112, 114, 132; liv. 2º, ns. 99, 103; Franco, Syn., pag. 28. 5. Irmão Diogo Jacome (depois Padre) Nóbrega, Cart., I, III, VI; Anchieta, Inf., pag. 13, 14, 68, Cart. de Maio-Set. 54; de 60; Cart. Av., I, V, XLIV, L, LVIII; Vasc., Chron., liv. 2º, nº 127; liv. 3º, ns. 68, 69, 70, 71, 87; Franco, Syn., pag. 28. 6. Irmão Vicente Rodrigues (depois Padre) Nóbrega, Cart., I, III, VI, X; Anchieta, Inf., 14; Cart. de Maio-Setembro 54, de 70; Cart. Av., I, IV, XI, XII, XIV, XV, LXII; Vasc., Chron., liv. 1º, ns. 24, 83, 93, 137; liv. 2º, 133; Franco, Syn., pag. 28. I I . - Vinda em 1550, na armada que comandava Simão da Gama de Andrade: 7. Padre Afonso Braz Nóbrega, Cart., X; Anchieta, Inf., pag. 14, 72, Cart. de Maio-Setembro 54, de 56, de 60, de 70; Cart. Av., II , V, VI, XIV, LXII; Vasc., Chron., liv. 1º, ns. 81, 95, 124, 143, 183, 200; Franco, Syn., pag. 29. 8. Padre Salvador Rodrigues Nóbrega, Cart., X: Anchieta, Inf., pag. 14, 72; Cart. Av., V, XI, XIV, XXI; Vasc., Chron., liv. 1º, ns. 81, 118, 137, 138; Franco, Syn., pag. 29. 9. Padre Francisco Pires Nóbrega, Cart., X, XIX; Anchieta, Inf., pag. 14, 24, 73; Cart, de Maio-Set. 54; Cart. Av., V, XIV, XXVII, XXIX, XXXIV, XXXVI, XXXVTI, X X X I X , XLIX, LIX; Vasc., Chron., liv. 1º, ns. 81, 127, liv. 2º, ns. 4, 70; liv. 3º, n° 47; Franco, Syn., pag. 29. 10. Padre Manoel de Paiva (10). Nóbrega, Cart. X; Anchieta, Inf., pag. 14, 24, 69, 71, 72, Cart, de Maio-Setembro, 54; Cart. Av., V, XI, XIV, L, LVIII; Vasc., Chron., livro 1º, ns. 81, 82, 83, 127, 129, 147; liv. 2º, 127; Franeo, Syn., pag. 29. III. - Vinda em 1553, na companhia do 2º Governador Geral Dom Duarte da Costa: 11. Padre Luis da Grã Nóbrega, Cart., XIV, XV, XVTII, XXI; Anchieta, Inf., pag. 9, 11, 14, 22, 23, 65, 74; Cart. de Maio-Set. 54, de 55, de 56, de 57, de 60 de 61; Cart. Av., XIII, XXXVIII, XXXIX, XL, XLII, XLIV, XLV, XLVI, XLVIII, XLIX, L, LIII, LIV, LXII; Vasc., Chron., liv. 1º, ns. 134, 143, 145, 147, 193, 198, 200, 202; liv. 2º, ns. 12, 64, 67, 68, 69, 70, 84, 87, 89, 99, 101, 125; liv. 3º, ns. 40, 88, 93, 109, 116; Franco, Syn., pag. 37. 12. Padre Ambrósio Pires Nóbrega, Cart., XVI, XIX; Cartt. de Anchieta, de Maio-Set. 54; Cart. Av., XVI, XX, XXII, XXIX, XXXIV; Vasc., Chron., liv. 1º, ns. 134, 140; Franco, Syn., pag. 37. Vale Cabral, em nota á pag. 112 das Cartas de Nóbrega, diz: "É provável que Ambrósio Pires, voltasse (ao reino) por doente." Não: a "História ãos Colégios do Brasil", mss. da Bibl. Nac. de Roma, publ. not. XIX dos "Ann. da Bibl. Nac. do Rio", diz, pag. 82, que: "torno por ordem de Ia obediência, para Portugal" e Franco, Syn., pag. 37: "Hic verbo potens in Brasilia Apostolus, sed minus ac decebat humilis religiosus, Societatem deservit. Redditus Lusitaniae, spe sua delusus in summa rerum egestate diem clamat supremum." O sacrifício, no Brasil, não lhe chegou, para a ambição, e, por isso, se perdeu. 13. Padre Braz Lourenço Anchieta, Inf., pag. 14, 25, Cart. de Maio-Set. 54; Cart. XIX, XXVII, XXVIII, XLVII, XLVIII, LVIII, LX; Vasc., Chron., 1º, ns. 134, 143, 183, 185, 202; Franco, Syn., pag. 37. 14. Irmão João Gonçalves, Castelhano (depois Padre) Nóbrega, Cart., XVI, XVIII, XIX; Anchieta, Inf., pag. 14, 24; Cart. de Maio-Set. 54; Cart. Av., XVII, XX, XXII, XXVI; Vasc., Chron., liv. 1º, n° 134; Franeo, Syn., pag. 37. 15. Irmão Antônio Blasquez, Castelhano (depois Padre) Nóbrega, Cart., XVIII; Anchieta, Inf., pag. 14; Cart. de Maio-Setembro 54; Cart. Av., XVII, XIX, XX, XXIII, XXIX, XXXV, XLII, XLV, XLVIII, LIII, LIV, LV; Vasc., Chron., liv. 1º, n° 134; Pranco, Syn., pag. 37. 16. Irmão Gregorio Serrão (depois Padre) Anchieta, Inf., pag. 14, 24, 71, 73, 74; Cart., de Maio-Set. 54, de junho 54, de 56, de 61; Cart. Av., L, LIII, LIV, LV, LVT; Vasc., Chron., liv. 1º, ns. 134, 140; liv. 2º, n° 127; liv. 3º, n° 3; Franco, Syn., pag. 37. 17. Irmão Josef de Anchieta, Canarino (depois Padre) Anchieta, Informações e Fragmentos Históricos, Rio, 1886, Cartas, t. I, II, III e XIX dos Ann. da Bibl. Nac. do Rio; Cart. Av., XX, XXXVIII, LXII; Vasc., Chron., liv. 1º, ns. 7, 134, 136, 143, 144, 151 e seguintes, 155, 156, 157; liv. 2º, ns. 12, 80; liv. 3º, ns. 5 e seguintes, 18, 22, 24, 25, 26, 27, 33, 34, 62, 72, 73, 86, 87, 93, 105, 109, 110 e seguintes, 116; Franco, Syn., pag. 37. IV. - Vinda em 1559, na companhia do 2º Bispo Dom Pedro Leitão 18. Padre João de Melo (18) Anchieta, Inf., pag. 24; Cart. Av., XXXVIII, XLI , XLVIII, LV; Vasc., Chron., liv. 2º, n° 64; liv. 3º, n° 122; Franeo, Syn., pag. 57. 19. Padre João Dicio, Belga Cart. Av., XXXIX, XLI; Vasc, Chron., liv. 2º, n. 64; Franco, Syn., pag. 57. Só este lhe dá o prenome e nacionalidade. Veio doente, em busca de saúde, e, por não achá-la, logo tornou ao reino. 20. Irmão Jorge Rodrigues (depois Padre) Cart. Av., XLVIII, LIX. Vasc., Chron., liv. 2°, n° 64; liv. 3º, n° 40. Franco, Syn., no "Catalogus" in fine. 21. Irmão José Cart. Av., XLVIII. "Que veio com o Padre João de Melo" (em 59), diz a Cart. XLVIII (de 62). Vasc., Chron., liv. 2°, n° 64, diz: "faleceu em breve no colégio da Bahia". A "História ãos Colégios ão Brasil", publ. no tomo XIX dos "Ann. da Bibl. Nac. do Rio", pag. 92, dá como falecido em 15 de agosto de 71, no colégio da Bahia, um "hermano Josef" "muy zeloso de Ia conversion de los índios y em brieve tiempo deprendió Ia lengua y no cansava de ensenarles de dia y de noche, y su enfermedad fue causada de Ias rnuchas águas que passava para acudir a sus necessidades spirituales y temporales". Se são ou não são o mesmo, fique aqui abençoada a memória dele, ou deles. 22. Irmão Ruy Pereira Irmão Crasto Irmão Vicente Mestre (ou de Mattos). Rui Pereira, Cart.. Av., XXXIX, XLI, XLII; Vasc., Chron., liv. 2°, n° 64, diz que este e seus companheiros, "Crasto" e "Vicente Mestre", "não provaram no trabalho o zelo necessário das almas e foram despedidos". Franeo, Syn., pag. 57: "três quod suoe vocationi non satisfecerunt, a Soeietate repulsi". No fim do vol., no "Catalogus", dá os nomes: "Crasta" e "Vincentius de Mattos". V. - Vinda em 1560: 23. Irmão Luis Rodrigues (depois Padre) Cart. Av., XXXIX, XLIV, XLV, XLVIII, XLIX, L; Vasc., Chron., liv. 2°, n . 73; Franco, Syn., no "Catalogus", in fine, 1560. 24. Irmão Antônio: Gonçalves (depois Padre) Anchieta, Cart. de 70, de 79; Cart. Av., XXXIX, XLIX; Vasc., Chron., liv. 2°, nº 73; Franeo, Syn., "Catalogus", 1560, in fine. VI. - Vinda em 1561: 25. Padre Francisco Viegas Cart. Av., XLVIII, XLIX e 26. Irmão Scipião, Italiano Cart. Av., XLVTII, XLIX; Vasc., Chron., liv. 2º, n. 109, diz: 'Não veio fruto algum de sua missão, por serem ambos brevemente despedidos da Companhia"; Franco, Syn., pag. 67. VII . - Vinda em 1563: 27. Padre Quiricio Caxa, Castelhano Anchieta, Inf., pag. 24; Cart. Av., LI, LIV, LV, LVII; Vasc., Chron., liv. 3º, ns. 3, 66; Franco, Syn., pag. 69. 28. Irmão Baltazar Alvarez, Castelhano (depois padre) Cart. Av., LIII, LIV; Vasc., Chron., liv. 3º, ns. 3, 47, 132; Franco, Syn., pag. 69. 29. Irmão Sebastião de Pina (depois padre) Carta Av., LI, L I V ; V a s c , Chron., liv. 3 o , n" 3 ; Franco, pag . 69. 30. Irmão Luis Carvalho. Nóbrega, Cart. XV; Cart. Av., LI, LIV, LIX; Vasc., liv. 3 o , n. 3 ; Franco, Syn., pag. 69. VIII. - Vinda em 1566, na companhia do 31. Padre Visitador Inácio de Azevedo Nóbrega, Cart., pag. 109; Anchieta, Inf., pag. 22, 24, 62, Cart. de 70; Cart. Av., LXI, LXII, LXIV; Vasc., Chron., liv. 3º, ns. 89, 90, 91, 93, 113, 114, 119, liv. 4º, ns. 2, 5, 6, 7, 8 e seguintes, 18, 19, 20, 34, 35 e seguintes, 51, 56 e seguintes; Franco, Syn., pag. 76. 32. Padre Baltazar Fernandes Anchieta, Cart. de 70; Cart. Av., LXII, LXIV; Vasc., Chron., liv. 3º, ns. 90, 93; Franco,, Syn., pag. 76. 33. Padre Amaro Gonçalves Padre Antônio da Rocha Irmão Pedro Dias Irmão Estevam Fernandes Noviço Domingos Gonçalves Noviço Antônio de Andrade. Amaro Gonçalves: Vasc., Crôn., liv. 3º, n° 123; Antônio da Roeha: Vasc., Chron., liv. 3º, ns. 93, 118. Vasc., Chron., liv. 3º, n° 90, dá este 7 (e o anterior, Baltazar Fernandes) por companheiros do Padre Visitador; Franco, Syn., pag. 76, dá "Mauro" Gonçalves, Antônio Rocha, Baltazar Fernandes, Pedro Dias, Estevam Fernandes, omittindo Domingos Gonçalves e Antônio de Andrade; no "Catalogus", poémm, menciona este, suprimindo o primeiro, Amaro Gonçalves, e o penúltimo, Domingos Gonçalves. "Quasi ao mesmo tempo chegaram mais dois padres" (Vasc, Chron., liv. 3º, n° 90) "Eodem pene tempore pervenerunt Michael Regus & Antonius Aranda, Sacerdotes". Franco, Syn., pag. 76-7. Padre Miguel do Rego Irmão Antônio de Aranda. I X . - Vinda em 1568: 34. Padre Afonso Gonçalves Irmão João Martins E um irmão valenciano Vasc., Chron., liv. 3º, n° 123, diz: "E pouco depois chegando ali (a Bahia) de Portugal o Padre Afonso Gonçalves e o irmão João Martins". Franco, Syn., depois da missão malograda do Padre Inácio de Azevedo, em 70, diz no "Catalogus": "eodem ano 1570, Alfonsus Gonçalves, Joannes Martins et quidam Tiro Valentianus." A "História dos Colégios do Brasil" mss. da Bibl. Nac. do Rio, pag. 88: "despues embiò del Reino el Padre Inatio daz/do (de Azevedo) de Santa memória ail Padre Alonso Giz. y al Juan Martinez." Seria, pois, antes, e não no mesmo ano de 70, ou, menos ainda, depois da expedição malograda, como está no "Catalogus". A data de 68 é de Vasconcelos e, com ela, concorda a "História dos Colégios". O irmão valenciano só Franco menciona. 35. Padre Francisco Gonçalves Cart. Av., LXIII. Esta carta é da Bahia e do começo de 68: entretanto Franco, Syn., no "Catalogus", dá o Padre Francisco Gonçalves como só tendo vindo ao Brasil em 69, com os Padres Luis Fonseca e Francisco Leitão. Nao se demonstrando errada a data da carta, havemos de colocar este Padre aqui (ou antes de 68), ainda sem os companheiros. Vd. nota 244. AQUISIÇÕES DA COMPANHIA DE JESUS NO BRASIL (mencionados de 1549 a 1568) Logo à chegada decidiu o Padre Nóbrega a admissão de irmãos lingoas, indispensáveis à catequese; orfãos vieram de Portugal, foram noviços aqui, como outros aqui recolhidos, reinóis ou brasileiros, que foram irmãos e padres. Desses, os nomes andam perdidos nos livros: este é o primeiro arrolamento, por isso, certamente omisso e imperfeito: Irmão Mateus Nogueira Nóobrega Cart., XV, Dialog. p . 229 etc., 144; Anchieta, Carta de Maio-Set. 54, de 61; Vasc., Chron., liv. 1º, ns. 61, 72; liv, 2º, nº 117 e segumtes. 37. Irmão Pero Corrêa Nóbrega, Cart. XV; Anchieta, Inf., pag. 14, 15, Cart. de Maio-Set. 54, de julho de 54, de 55; Cart. Av., III, VII, VIII, IX, XVI; Vasc., Chron., liv. 1º, ns. 70, 132, 168, 169, 170, 171, 172, 173, 174, 175, 177, 178. 38. Irmão João de Souza Anchieta, Cart., de Maio-Set. 54, de julho de 54, de 55; Vasc., Chron., liv. 1º , ns. 168, 172, 176, 177, 180. 39. Irmão Simão Gonçalves (depois Padre) Nóbrega, Cart. VI; Anchieta, Cart. de Maio-Set. 54, de 70; Cart. Av., V, XLV, LIV; Vasc., Chron., liv. 2º, n° 102; "História dos Colégios do Brasil" pbl. no t. XIX dos Ann. da Bibl. Nacional do Rio, pag. 127, dá como falecido em Julho de 72, em Piratininga. 40. Irmão Manoel de Chaves (depois Padre) Nóbrega, Cart. XVIII; Anchieta, Inf., pag. 14, 74, Cart. de Maio-Setembro 54, de 60, de 70; Cart. Av., VII, L, LXI; Vasc., Chron., liv. 1º, ns. 127, 174, 198, liv. 2°, n° 127. 41. Irmão Fabiano de Lucena (depois Padre) Anchieta, Cart., de Maio-Set. 54; Cart. Av., XIX, XX, XXIV, X LVII; Vasc., Chron., liv. 1º , n° 172, liv. 2º, n" 4. Logo nos primeiros tempos foram acceitos vários Irmãos, tanto que diz Pero Corrêa, em 51, (Cart. Av. IX ) "tem nesta casa recolhidos 14 Irmãos, os mais deles muito boas lingoas." Provavelmente, um deles é esse Adém do Campo "que daqui foi" e "outras mil coisas... terá (aí) contado", como diz Diogo Jacome (Cart. Av. X ), único documento que diz dele. Irmão Andém do Campo (41) 42. Irmão Pero de Góes (42) Cart. Av., XVIII: "outro dos nossos", depois irmãos João Gonçalves e Antônio Blasquez. 43. Irmão Antônio Rodrigues (depois Padre) (43) Nóbrega, Cart., XVIII, XIX; Anchieta, Cart. Maio-Setembro 54; Cart. Av., XIX, XX, XXII, XXV, XXIX, XXX, XXXI, XXXII, XXXIII, XXXIX, XLIII, XLIV, XLV, XLVIIII, L, LIII, LIV; Vasc., Chron., liv. 1º, n" 130; liv. 2º, ns. 45, 56, 58, 99, 125; ; liv. 3º, ns. 93, 124 e seguintes. 44. Irmão Antônio de Atouguia (44) Cart. Av., XIX; Anchieta, Cart. de Maio-Set. 54, fala de um irmão "Antônio": será este? 45. Irmão Gonçalo Antônio (45) Anchieta, Cart. de Maio-Set. 54. 46. Irmão Gonçalo Alves (46) Nóbrega, Cart., Dialog., p . 229, este: os interlocutores são os irmãos Mateus Nogueira e Gonçalo Alves. 47. Irmão Fernão Luis (depois Padre) (47) Cart. Av., VII, Vd. Vasc., Chron., liv. 2°, n° 77. 48. Irmão Domingos Pecorela Anchieta, Cart. de Maio-Set. 54; Vasc., Chron., liv. 1º, ns. 137, 186, 187, 188, 189. Chamava-se "Domingueanes" (sic) segundo a "Hist. Dos Colégios", cit., pag. 87. "Peeorela foi appelido que lhe dera Nóbrega, pela sua doçura, lembrando o bom religioso da História de S. Francisco de Assis. 49. Irmão Simão do Rego O nome deste irmão é citado pela "Hist. dos Colégios do Brasil", cit., pag. 87, depois de Domingu'Eannes ou Pecorella: "otro herm." tambien falecio de mucha vertud por nombre Simon de Rego". 50. Irmão Antônio de Sá (depois Padre) Cart. Av., XXVIII, XLV, L, LII; Vasc., Chron., liv. 2°, n° 128. 51. Irmão Pedro da Costa (depois Padre) Cart. Av., XXIX, XLV. 52. Irmão Cristovão da Costa Nóbrega, Cart., pag. 137: foi o documento único em que li o nome deste irmão. 53. Irmão João de S. Sebastião Cart. Av., XXIX . 54. Irmão Leonardo do Vale (depois Padre) Cart. Av., XXXIX, XLIV, XLV, XLVT, XLVIII, L; Vasc., Chron., liv. 1º, n° 70, liv. 2º, n° 5. 55. Irmão Antônio de Souza Cart. Av., XXXIX; Vasc., Chron., liv. 2º, n" 4. 56. Irmão Antônio Leitão Cart. Av., XXXIX. 57. Irmão Baltazar Gonçalves (depois Padre) Cart. Av, XXXIX. 58. Irmão Gaspar Lourenço (depois Padre) Anchieta, Cart. de 60; Cart, Av., XXXIX, XLV, XLVTII, LIII; Vasc., Chron., liv. 1º, n° 70. 59. Padre Gonçalo de Oliveira Anchieta, Inf., pag. 67, Cart. de 60, de 65; como foram Anchieta (o irmão) e Gonçalo de Oliveira (o Padre) os mandados ao Rio por Nóbrega, é a este que se refere a Inf.; Cart. Av. XXXIX, XLI, LVI, LXI; Vasc., Chron., liv. 2º, n° 89, 91, liv. 3º, ns. 72, 75, 82, 132. Sobre o Padre Gonçalo de Oliveira vd. Cart. de Anchieta, t . XIX, pag. 65-6 dos An. da Bibl. Nacional, como foi sua entrada e sua despedida da Companhia. 60. Irmão Antônio de Melo Cart. Av., XXXIX. 61. Irmão Pedro Peneda Cart. Av., XXXIX. 62. Irmão Manoel Rodrigues Cart. Av., XLV. 63. Irmão Paulo Rodrigues Cart. Av., XLV; Vasc., Chron., liv. 2º, n° 99. 64. Padre Francisco Cardoso Anchieta, Cart. de 8 jan. 1565: o "Padre Francisco Cardoso, o qual ocupa-se da outra aldeia". É a única referencia que temos deste nome: quantos ignoramos, por falta de uma referencia? 65. Padre Vicente Fernandes Cart. Av., XLV, XLVIII, LIV. 66. Irmão Manoel de Andrade (depois Padre) Cart. Av., XLV, LIX; Vasc., Chron., liv. 2º, ns. 99, 103. 67. Padre João Pereira Cart. Av., XLV, LIII, LIV; Vasc., Chron., liv. 3º, n° 40. 68. Antônio de Pina (depois Padre) Cart. Av., XLVIII, LIV; Vasc., Chron., liv. 2º, n° 106. 69. Pedro Gonçalves Cart. Av., LVTII. 70. Irmão Domingos Borges Cart. Av., LX. 71. Irmão Diogo Fernandes Cart. Av., LVIII. 72. Irmão Adão Gonçalves (depois Padre) Cart. Av., LXI; Anchieta, Cart. de 70; Vasc., Chron., liv. 2°, ns. 79, 80; liv. 3º, n° 40. 73. Irmão Bartolomeu Adão Filho do precedente, falecido precoeemente. Vd. Vasc., Chron., liv. 2º, n° 80. 74. Irmão Francisco Ribeiro Hist. dos Colégios do Brasil, mss. da Bibl. Nac. de Roma, pbl. nos "Anais da Bibl. Nac. do Rio", tomo XIX, pag. 92: "Novicio" "de mueha virtud". 75. Padre Manoel Viegas Cart. Av., LXI; Anchieta, Cart. de 70. 76. Irmão João de Souza Cart. Av., L X I ; Anchieta, Cart. de 70. O 1º do do mesmo nome, também de S. Vicente, foi martirizado pelos carijós, em 54 (Vd. Nota 38). Este é mencionado a partir de 67. 77. Irmão Duarte Fernandes Vasc., Chron., liv. 3º, nº 122. 78. Padre Diogo de Freitas Vasc., Chron., liv. 3º, ns. 122, 123. 79. PadreAfonso Pires Vasc., Chron., liv. 3º, n° 93. A. P .
Deixe o seu comentário