Mensagem de Natal e a Paixão de Nosso Senhor

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Esta lição de Catecismo, realizada após a Missa do IV Domingo do Advento, começa com avisos referentes ao Natal de Nosso Senhor e procede com a a leitura e explicação do Quarto Artigo do Credo.

Às vésperas do Natal, manifestamos toda nossa gratidão aos nossos benfeitores e lembramos que o Natal, sendo começo do mistério de nossa redenção, deve nos levar a pensar em meios de melhor servir ao Deus que, fazendo-se em extremo pobre no Presépio e padecendo muitíssimo no Calvário, veio nos enriquecer em abundância com a sua graça e a vida eterna.

Seja bendito para sempre o Nome de Jesus!
Louvores eternos ao Verbo de Deus encarnado!
Glória ao Rei crucificado que padeceu na Cruz para a remissão de nossos pecados!
Bendita seja a Santíssima Trindade!
Salve Maria Santíssima!
Viva Cristo Rei!
São José, rogai por nós!


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A alegria do católico não é bater palmas na Missa

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Sermão do III Domingo do Advento proferido pelo Reverendo Padre Rodrigo da Silva.

O catolicismo não é uma religião de tristeza, o catolicismo é a religião da alegria. Mas há que bem distinguir a alegria cristã da alegria pagã, da falsa alegria do mundo, porque as duas coisas não se misturam, embora na cabeça de muitas pessoas às vezes se confundam.

Não é a alegria cristã o som de guitarras, nem o bater palmas na Missa, não! Isso é mera euforia, isso é bagunça, isso é pura dispersão. A alegria cristã é interior, ela vem da paz que somente Nosso Senhor Jesus Cristo pode dar aos homens: a paz com Deus, que consiste em viver na graça divina, cumprir os deveres próprios de seu estado e esperar com alegria o tempo em que infalivelmente hão de cumprir-se todas as suas promessas. Essa é a alegria proposta por esse domingo Gaudete, a alegria puramente cristã, que não nasce de deleites sensíveis e terrenos, mas de deleites espirituais que nos fazem suspirar cada dia mais pelas moradas eternas.


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O Cura d'Ars e a Missa Una Cum: Exemplo de resistência à falsa Igreja

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UM PASTORZINHO DURANTE O TERROR (1793 – 1794)

Em janeiro de 1791, época em que a Constituição Civil entrou a vigorar na comarca de Lião, João Maria ainda não tinha completado cinco anos. O Pe. Jaques Reys, cura de Dardilly durante 39 anos, cometera a fraqueza de prestar o juramento cismático. Mas, a dar-se crédito às tradições locais, esclarecido pelo exemplo do coadjutor e dos colegas vizinhos, que haviam recusado o tal juramento, não tardou muito em compreender e detestar sua falta. Permaneceu ainda por algum tempo na paróquia celebrando a missa numa casa particular, retirando-se depois para Lião. Mais tarde teve que exilar-se na Itália.

Se a saída do Pe. Rey não passou despercebida, Dardilly contudo não foi perturbada ao ponto que se poderia esperar. A igreja continuou aberta, pois veio outro sacerdote, enviado pelo novo bispo de Lião, um certo Lamourette, amigo de Mirabeau, nomeado pela Constituição, sem mandato de Roma, em lugar do venerável Mons. Marbeuf. O novo cura como também o novo bispo haviam prestado o juramento; mas como poderia suspeitar a boa gente de Dardilly que a constituição de Civil, da qual ignoravam, talvez, o próprio nome, pudesse conduzi-los ao cisma e à heresia? Nenhuma mudança aparente se havia operado, quer nas cerimônias, que nos costumes paroquiais. Aqueles simples de coração, assistiram por algum tempo sem escrúpulos à missa do “padre juramentado”. Do mesmo modo procedeu com toda a boa fé Mateus Vianney, a esposa e seus filhos.

Entretanto abriram-se os olhos. Catarina, a mais velha das filhas, posto que naquela época não contasse mais de uma dúzia de anos, foi a primeira a pressentir o perigo. No púlpito, o novo pároco nem sempre tratava dos mesmos assuntos como o Pe. Rey. Os termos cidadãos, civismo, constituição, pontilhavam suas prédicas. Às vezes descambava em ataque contra seus predecessores. Cada vez mais a influência à igreja era menos homogênea e apesar disso mais minguada do que outrora; pessoas mui piedosas não compareciam mais aos ofícios divinos. Onde, pois, ouviam missa nos dias de festa? Pelo contrário iam outros que nunca haviam frequentado o templo. Catarina sentiu certos receios e os manifestou à mãe. As coisas andavam nesse pé, quando os Vianney receberam a visita de um parente que residia em Ecully.

“Ah! Meus amigos, que fazeis?” perguntou-lhes ao ver que assistiam à missa do padre ‘juramentado”. “Os bons sacerdotes recusaram o juramento, por isso são caçados, perseguidos, obrigados a fugir. Felizmente em Ecully, há alguns que ficaram entre nós. A estes é que vos deveis dirigir. O vosso novo cura separou-se da Igreja Católica com o seu juramento. Não é de modo algum vosso pastor e não o podeis seguir”.

Como que fora de si por essa revelação, a mãe de João Maria não trepidou em interpelar o infeliz sacerdote e censurar-lhe a apostasia da verdadeira Igreja. Ao citar-lhe o Evangelho, onde está escrito que o ramo separado da videira será lançado ao fogo, levou-o à seguinte confissão:

— “É verdade, senhora, a videira vale mais do que o sarmento”.

Maria Vianney deve ter explicado aos seus a falta daquele padrem pois conta-se que o pequeno João Maria “mostrou horror por esse pecado, começado dali por diante a esquivar-se do cura juramentado”. Desde então a igreja paroquial, relicário de tão suaves recordações, onde os pais se haviam casado e os filhos recebido o batismo, deixou de ser para a família Vianney lugar predileto de oração. Não tardou muito a ser fechada.


Chegaram, porém os dias da sangrenta perseguição. Todo o sacerdote ue não prestasse o juramento se expunha a ser encarcerado executado, sem recurso possível, dentro de 24 horas. Quem os denunciasse receberia cem libras de recompensa. Quem, ao contrário, lhes desse agasalho, seria deportado. Assim rezavam as leis de 24 de abril, 17 de setembro e 20 de outubro de 1793.

Apesar dessas ameaças terríveis, os sacerdotes fiéis andavam escondidos pelos arredores de Dardilly, e a casa dos Vianney ocultou a todos um após outro. Em algumas ocasiões celebraram nela a santa missa. Foi um milagre o dono da casa não ter caído na suspeita de alguns jacobinos, pagando com a cabeça a santa audácia.

Mas foi mesmo em Lião ou nos seus arrebaldes que os confessores da fé receberam, com mais frequência, generoso abrigo.

Mensageiros de confiança, enviados de Ecully, passavam em certos dias pelas casas das famílias católicas e lhes indicava o esconderijo , onde à noite seguinte haveriam de ser celebrados os divinos mistérios. Os Vianney partiam, sem ruído, e marchavam, muitas vezes, por longo tempo na escuridão da noite. João Maria, todo feliz por ir àquela festa, valentemente meneava as perninhas. Os irmãos murmuravam de vez em quando, achando a distância demasiada, mas a mãe lhes dizia: “Imitem a João que nunca se cansa’.

Chegados ao lugar combinado, eram introduzidos num paiol ou quarto retirado, quase às escuras. Ao pé de pobre mesa, rezava um desconhecido cujo semblante fatigado esboçava suave sorriso. Depois dos cumprimentos, no canto mais escuro, detrás duma cortina, em voz baixa, o bom padre aconselhava, tranquilizava e absolvia as consciências. Não raro, jovens noivos pediam que lhes abençoassem o matrimônio. Enfim, chegava a hora da missa, a missa tão desejada por grandes e pequenos. O padre dispunha sobre a mesa a pedra d’ara que trouxera consigo, o missal, o cálice e numerosas hóstias, pois não seria só ele a comungar naquela noite. Revestia-se com paramentos amarrotados e desbotados. Depois, envolto por silêncio profundo, começava as preces litúrgicas, Introibo ad altare Dei. Que unção na voz, que recolhimento e que comoção da assistência! Frequentemente misturava-se às palavras santas os contínuos soluços do celebrante. Dir-se-ia uma missa nas catacumbas antes da prisão e do martírio. Como se comovia naqueles comentos inesquecíveis a alma do pequeno Vianney! De joelhos, entre a mãe e as irmãs, orava como um anjo e chorava por ouvir chorar. Além disso, com que atenção escutava, sem compreender tudo, os graves ensinamentos daquele prescrito que arriscava a vida por amor às almas. Não teria sido naquelas reuniões noturnas que ouvira, pela primeira vez, o chamado ao sacerdócio?


TROCHU, Cônego Francis. O CURA D’ARS: São João Batista Maria Vianney, Patrono Oficial dos Párocos (1786-1859). II. Edição. Petrópolis: Vozes, 1960, pp. 20-22.


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Batismo de Desejo e Princípios Teológicos

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BATISMO DE DESEJO E PRINCÍPIOS TEOLÓGICOS

Por Padre Anthony Cekada
(Traditional Mass, 2000)

 
 

Quais princípios um católico deve seguir para chegar à verdade?

Ao longo dos anos, ocasionalmente, me deparei com tradicionalistas, clérigos e leigos, que seguiam os ensinamentos do falecido Padre Leonard Feeney e do Saint Benedict Center a respeito do axioma “Fora da Igreja não há Salvação.” Aqueles que adotam plenamente a posição ‘Feeneyita’ rejeitam o ensinamento católico constante a respeito do batismo de sangue e de desejo.

Católicos, contudo, não são livres para rejeitar estes ensinamentos porque eles vêm do Magistério ordinário e universal da Igreja. Pio IX afirmou que os católicos estão obrigados a acreditar naqueles ensinamentos que os teólogos sustentam como “pertencentes a fé”, e a sujeitar-se aquelas formas da doutrina comumente sustentadas como “verdades e conclusões teológicas.”

Em 1998, fotocopiei um material sobre o batismo de desejo e de sangue a partir dos trabalhos de vinte e cinco teólogos pré-vaticano II (incluindo dois Doutores da Igreja) e montei um dossiê. Todos teólogos, óbviamente, ensinam a mesma doutrina.

Por trás da rejeição ‘Feeneyita’ desta doutrina resta uma rejeição dos princípios que Pio IX estabeleceu, princípios que formam a base para toda a ciência teológica. Aquele que rejeita esses critérios (criteria) rejeita as fundações da Teologia Católica e constrói uma sua própria teologia – uma na qual sua própria interpretação dos pronunciamentos papais é, em cada detalhe, tão arbitrária e idiossincrática quanto uma livre interpretação Batista da Bíblia. Portanto, em última análise, é inútil discutir com tal pessoa a respeito do batismo de sangue e desejo, porque ele simplesmente não aceita o único critério com o qual uma questão teológica deve ser julgada.

 
 
 

Seção I

Quais princípios a Igreja obriga-nos a seguir?

I. Deve-se crer nos ensinamentos de ambos magistérios da Igreja o solene e o ordinário universal (Vaticano I).

A. Princípio Geral:

“Deve-se, pois, crer com fé divina e católica tudo o que está contido na palavra divina escrita ou transmitida pela Tradição, bem como tudo o que a Igreja, quer em declaração solene, quer pelo MAGISTÉRIO ORDINÁRIO E UNIVERSAL, nos propõe a crer como revelado por Deus.” Concílio Vaticano I, Constituição Dogmática sobre a Fé (1870), DZ 1792.

B. O código de Direito Canônico impõe a mesma obrigação. (Canon 1323.1)
C. Portanto, deve-se crer por fé divina e Católica nessas coisas:

1. As que estão contidas na Escritura ou Tradição,

E

2. Propostas para crer, pela autoridade da Igreja, como divinamente reveladas, quer:

a. Por declaração solene (Concílios Ecumênicos ou pronunciamentos papais ex cathedra)

OU

b. Pelo Magistério ordinário e universal (ensinamento dos bispos com o papa, em concílio ou espalhados pelo mundo)

D. Isso não é “opcional” ou “matéria de opinião”.

Com isso está definido o objeto da fé – o que somos obrigados a acreditar.

E além disso, isso é de fide definita – uma declaração infalível, imutável e solene.

II. Deve-se acreditar naqueles ensinamentos do magistério ordinário universal sustentados pelos teólogos como pertencentes a fé (Pio IX).

“De fato, ainda que se tratasse daquela obediência que concretamente se deve à fé divina, essa obediência não se deveria limitar às verdades expressamente definidas por decretos dos Concílios ecumênicos ou dos Pontífices Romanos e desta Sé Apostólica, mas deve ser estendida também às verdades que do magistério ordinário da Igreja, difusa em todo o mundo, são transmitidas como divinamente reveladas, e são tidas como pertencente a fé pelo consenso universal e constante dos Teólogos católicos”. Tuas Libenter (1863), DZ 1683

III. Deve-se também sujeição às decisões doutrinárias da Santa Sé e outras formas de doutrina constantemente tidas como verdades e conclusões teológicas. (Pio IX)

A. Princípio Geral

“Mas como se trata daquela obediência a qual em consciência estão obrigados aqueles católicos que se dedicam às ciências especulativas para trazer com seus escritos novas contribuições à Igreja, por isso mesmo os participantes da Conferência devem admitir que para os estudiosos católicos não é suficiente que acolham com veneração os dogmas da Igreja, mas é também necessário que adiram seja às decisões que em matéria doutrinal são tomadas das Congregações Pontifícias, ou ainda aos pontos doutrinários que do comum consenso dos católicos são tidos como verdades e conclusões teológicas, a tal ponto que as opiniões contrastantes com elas, ainda que não possam se definir como heréticas, merecem alguma censura teológica” [ aliam theologicam merentur censuram. n.d.T.] (1863), DZ 1684.

B. Deve-se portanto aderir ao seguinte:

1. Decisões doutrinais das Congregações do Vaticano (e.g., Santo Ofício)

2. Pontos doutrinários tidos como:

a. Verdades e conclusões teológicas.

b. Tão certas que oposição mereça alguma censura teológica menor que “heresia”.

IV. Deve-se rejeitar estas posições condenadas a esse respeito:

A. Os teólogos “obscureceram” as verdades mais importantes da nossa fé. (Condenada por Pio VI)

“A proposição que afirma ‘que nos últimos tempos espalhou-se um obscurecimento geral das verdades mais importantes pertencentes a religião, que são a base do ensinamento da fé e da moral de Jesus Cristo’ HERÉTICA.” Auctorem Fidei (1794) DZ 1501.

B. Católicos estão obrigados a acreditar apenas nas coisas que foram infalivelmente propostas como dogmas. (Condenada por Pio IX.)

“Portanto, todas e cada uma das más opiniões e doutrinas individualmente mencionadas nesta carta, por Nossa autoridade Apostólica rejeitamos, proscrevemos e condenamos: e queremos e mandamos que elas sejam consideradas como absolutamente rejeitadas, proibidas e condenadas por todos os filhos da Igreja Católica…”

“22. A obrigação pela qual os mestres e escritores católicos estão absolutamente obrigados é restrita somente àquelas coisas que, por julgamento infalível da Igreja, estão propostas para todos crerem como dogmas de fé.” PROPOSIÇÃO CONDENADA. Encíclica Quanta Cura e Syllabus de Erros (1864), DZ 1699, 1722.

C. Encíclicas não exigem assentimento, porque [por elas] os papas não estão exercendo seu poder supremo. (Condenada por Pio XII)

“Não se deve crer que os ensinamentos contidos em Cartas Encíclicas não exijam assentimento em si mesmos visto que nestas os papas não exercem o poder magisterial supremo. Pois tais ensinamentos são propostos pelo magistério ordinário, ao qual se aplicam as palavras ‘Quem vos ouve a mim ouve.’; Ademais, na maioria das vezes, o que é proposto e inculcado nas Encíclicas já é pertencente a doutrina Católica.” Humani Generis (1950), DZ 2313.

 

Seção II

Por que a Igreja exige que se acredite ou professe doutrinas comumente ensinadas por seus teólogos.

Curriculum traduzido por Padre Cekada do livro do Padre Reginald-Maria SCHULTES OP, De Ecclesia Catholica: Praelectiones Apologeticae [Leituras Apologéticas sobre a Igreja Católica], 2a Edição, Paris: LEthielleux 1931, pp. 667ff.

Este livro era usado por estudantes de doutorandos em teologia nas Universidades Romanas no início dos anos 1900. O Padre Shultes possuia o mais alto grau teológico na Ordem Dominicana (OPS Th. Magister), e era Professor no Angelicum de Roma.

A seção marcada com asteriscos (*) foi um comentário adicional do Padre Cekada.

 

I. Conceitos Introdutórios.

A. Definição de Teólogo: “homem instruído que após o tempo dos Padres da Igreja cientificamente ensinou a doutrina sagrada na Igreja.”

1. na Igreja = em união com a Igreja, seja por: (a) uma missão Específica da Igreja ou (b) pelo consentimento da Igreja, seja expresso ou tácito.

2. Doutrina = seja dogma ou moral.

B. Tipos gerais de Teologia.

1. Positiva = investiga e expõe o conteúdo das Escrituras e dos Santos Padres.

2. Escolástica = procura entender a fé através do uso das Escrituras, dos Padres, da razão (silogismos), de princípios filosóficos (explicando a revelação, e aduzindo conclusões e formulando definições).

C. *A educação e carreira de um Teólogo.*

Seminário Menor: 6 anos. Latim e artes liberais.

Filosofia: 2-3 anos. Lógica, Metafísica, Cosmologia, Psicologia, Criteriologia, etc.

Teologia: cursada em uma Universidade Pontifícia: Dogmática, Moral, Pastoral cursos seguidos pelo clero ordinário, 4-5 anos.

(No primeiro ano, os critérios (criteria) para estabelecer questões teológicas.)

Licenciatura em Teologia [Sacrae Theologiae Licentiatus – STL – Segundo ciclo de estudos teológicos além do ciclo citado anteriormente seguido pelo clero ordinário. NdT].

Ordenação aos 25 anos, mais ou menos. Doutorado, 2-4 anos.

Pesquisa, dissertação, defesa pública da dissertação diante de uma banca da Universidade Pontifícia. Doutorado em Sacra Teologia (STD).

Início de Carreira: Ensino de cursos universitários. Assessorando professores sênior em projetos de pesquisa. Escrita e pesquisas de artigos próprios. Publicação de artigos em jornais (Dos quais todos passam por escrutínio de outros professores, devem ser revistos pelos superiores eclesiásticos, e então obter um Imprimatur)

Continuidade da carreira (Se bem sucedido): Professor assistente em uma Universidade Pontifícia. Selecionado como autor associado de algum grande trabalho de algum teólogo reconhecido. Continuação em pesquisas e publicações em jornais. (Tudo revisto pelos outros professores e aprovação eclesiástica)

Anos finais da carreira (Se bem sucedido): Uma cadeira em Universidade Pontifícia. Autoria de trabalho considerado contribuição significante em um campo particular. Ainda com pesquisas continuadas e publicações em jornais (Mantendo a revisão dos colegas e aprovação eclesiástica)

Topo da Lista (Só os melhores): Chefe de departamento em Universidade Pontifícia. Autoria de um Manual multi-volumes em teologia dogmática ou moral que seja considerada contribuição excepcional para o campo, usado em seminários e universidades pelo mundo. Indicação papal para Consultor em algum departamento da Cúria Romana. Convite para rascunhar uma encíclica ou legislação papal. Chapéu cardinalício. Canonização. Título de “Doutor da Igreja”.

Conclusão a ser tirada: Os teólogos reconhecidos como os melhores nos seus campos antes do Vaticano II possuíam um conhecimento e expertise na doutrina Católica que eram esmagadoramente superior àquela de um leigo ou um padre comum.

 

II. Oponentes à autoridade dos Teólogos.

A. Humanistas. (Rejeitam os princípios sobrenaturais. Colocam o homem no centro do universo.)
B. Protestantes (Rejeitam as doutrinas que os teólogos defendem)

1. Lutero. A teologia escolástica é “ignorância da verdade e falsidade vazia”

2. Melancthon. A teologia escolástica é “o Evangelho obscurecido, a fé extinta”

C. Jansenistas. (Alegam que os teólogos “obscureceram a doutrina revelada”)
D. Modernistas, Racionalistas liberais (Rejeitam a natureza imutável da verdade.)

III. Doutrina da Igreja sobre a questão.

A. Pronunciamentos Papais.

1. Pio VI. Condena as seguintes proposições do Sínodo de Pistoia (1794):

Que o método escolástico “abriu caminho para invenção de novos sistemas discordantes entre si a respeito das verdades de maior valor, o que, por fim, levou ao probabilismo e ao laxismo.” DZ 1576

“A afirmação que ataca com acusações caluniosas as opiniões que se discutem nas escolas católicas e sobre as quais a Sé Apostólica julgou que ainda não seja necessário pronunciamento ou definição DZ 1579

[na continuação a afirmação é tida como “falsa, temerária, injuriosa contra as escolas católicas”, ou seja, o que lá é discutido não pode ser tido como menos importante, ou sem valor n.d.T.]

A proposição que afirma ‘que nesses últimos tempos propagou-se um geral obscurecimento das mais importantes verdades pertencentes à religião, que são a base da fé e moral dos ensinamentos de Jesus Cristo’, herética.

2. Pio IX. Censura aos que rejeitam os ensinamentos da teologia escolástica:

“Tampouco ignoramos que na Alemanha prevaleceu uma falsa opinião contra a velha escola, e contra o ensinamento daqueles supremos Doutores, a quem a Igreja universal venera por causa de sua admirável sabedoria e santidade de vida. Mas por essa falsa opinião a própria autoridade da Igreja é posta em perigo, especialmente porque a Igreja, não somente permitiu através dos séculos que a ciência teológica fosse cultivada segundo os métodos e princípios desses mesmos Doutores, sancionados por consenso habitual de todas escolas Católicas, mas também frequentemente exaltou sua doutrina teológica com os mais altos elogios, e fortemente a recomendou como uma fortaleza da fé e um formidável arsenal contra seus inimigos.” Tuas libenter, 1863, DZ 1680.

3. Leão XIII Prescreveu o uso de São Tomás de Aquino e seus métodos.

B. A prática da Igreja

1. Condenando doutrinas contrárias ao ensinamento dos teólogos.

2. Aplicando a doutrina e métodos escolásticos nos seus pronunciamentos.

3. Declarando teólogos Doutores da Igreja (São Tomás de Aquino, São Boaventura, etc.)

C. O código de Direito Canônico.

“Os professores, na realização de estudos de filosofia racional e de teologia, e na formação dos seminaristas nessas matérias, devem seguir o método do Doutor Angélico, suas doutrinas e seus princípios, e firmemente aderir a elas”. Cânon 1366.2

IV. Tese: O ensinamento unânime dos teólogos em matérias de fé e moral estabelece uma segurança para provar um dogma.

A. Primeira Prova: A conexão dos teólogos com a Igreja.

1. Como homens que estudam a ciência teológica, teólogos têm apenas uma autoridade científica e histórica. Mas como servos, órgãos e testemunhos da Igreja, eles possuem uma autoridade que é tanto dogmática quanto certa.

2. A doutrina da Igreja em assuntos de fé e moral possui autoridade dogmática e certa. (a) O ensinamento unânime dos teólogos testemunha e expressa a doutrina da Igreja, porque a Igreja aceita o ensinamento constante dos teólogos como verdadeiro e como seu [a igreja assume esse ensinamento ndT], quando Ela tácita ou expressamente aprova-o. (b) Teólogos como ministros e órgãos da Igreja instruem os fiéis nas doutrinas da fé. Assim, na verdade, aquelas coisas proclamadas, ensinadas, sustentadas e cridas, são as mesmas coisas que os teólogos propõem e ensinam.

3. E então, por causa da conexão dos teólogos com a Igreja, o consenso deles em uma doutrina tem uma autoridade que é tanto dogmática quanto certa, de outro modo a autoridade da Igreja mesma seria posta em risco, porque ela teria admitido, fomentado ou aprovado a [falsa] doutrina dos teólogos.

4. Essa prova é confirmada porque a autoridade dogmática dos teólogos é negada por todos aqueles e somente por aqueles que: (a) Negam ou rejeitam a autoridade dogmática da Igreja; ou (b) Pelo menos recusam-se a considerar a conexão dos teólogos com a Igreja. Não há estranheza que os inimigos da Igreja ou da verdade Católica sejam também eles inimigos da teologia Católica.

B. Segunda Prova: Falsos princípios por trás dos contra-argumentos.

Os oponentes negam a autoridade dogmática dos teólogos: (1) Quebrando o vínculo entre a Igreja e os teólogos, ou, pelo menos, negando ou diminuindo a autoridade dogmática da Igreja. (2) Diretamente opondo-se à doutrina Católica que os teólogos propõem e defendem. (3) Tentando introduzir filosofias errôneas ou falsos conceitos incompatíveis com o ensinamento da fé.

C. Terceira Prova: Os efeitos

O ensinamento dos teólogos, especialmente os escolásticos, é o que melhor explica e defende a doutrina da fé, nutre e gera a fé, ajuda e aperfeiçoa a vida cristã. Por outro lado, sempre e na medida que a doutrina dos teólogos é abandonada, especialmente aquela dos teólogos escolásticos, erros teológicos, ou, de fato, heresias crescem e a vida cristã declina. Toda a história Eclesiástica é testemunha disso, da Idade Média até o nosso tempo.
Temos de um lado, a magnífica explicação e elucidação da doutrina Cristã pelos teólogos escolásticos, aprovados e aclamados pela Igreja – cuja função é julgar a verdade de uma doutrina teológica – e a fé e vida Cristã exemplares;
E do outro lado, heresias, erros teológicos, declínio da vida Cristã – tudo provado pela história dos protestantes, Baianistas, Jansenistas, Modernistas e outros opositores de escolas teológicas recentes.

V. Objeções e Respostas. (A-C: Fr. Schultes; D-E: Padre Cekada)

A. Teólogos, portanto, “criaram” doutrinas.

“Não é trabalho dos teólogos determinar se uma doutrina é ‘de fide’ ou ‘certa’ ou ‘Católica’ .”

Resposta: Teólogos não ‘determinam’ se alguma é ‘de fide’, ‘certa’ ou ‘Católica’. Eles meramente demonstram, manifestam ou dão testemunho que uma doutrina particular é ‘de fide’ ou ‘certa’ ou ‘Católica’.

B. Mas os teólogos erraram no passado…

“Através da história, teólogos caíram em diversos erros, e disputas (sem consenso) sobre questões essenciais”

Resposta: Concedo que teólogos erraram em certas questões de fé. No entanto, eles nunca unanimemente defenderam um erro como uma doutrina de fé.

C. Eles não podem com segurança explicar o significado de uma doutrina definida.

“Os teólogos são testemunhas confiáveis de uma doutrina conforme a defininição da Igreja. Mas eles não são do mesmo modo testemunhas confiáveis do significado de uma doutrina proposta. Nisso eles devem ser considerados somente como doutores privados, interpretando um dogma e aplicando-o de acordo com sua própria filosofia.”

Resposta: Teólogos são testemunhas não somente de se uma doutrina é definida, mas também do seu significado. (a) Ao explicar e determinar o significado dos dogmas, os teólogos são considerados doutores privados quanto ao método que eles utilizam (argumentos, etc.), mas não quando eles propõe uma doutrina como uma doutrina da fé ou da Igreja, mesmo que eles expressem o seu significado a outras pessoas usando conceitos e fórmulas. (b) A opinião oposta obviamente peca contra o ensinamento da Igreja a respeito da autoridade dos teólogos. (c) Além do mais, é absurdo afirmar que os Padres da Igreja e seus teólogos erraram quando estabeleceram e explicaram o significado da doutrina da fé. Essa opinião permeia o erro jansenista de que a fé foi ‘obscurecida’ pela Igreja.

D. *Teólogos e o Vaticano II.*

“O ensinamento dos teólogos foram responsáveis pelos erros doutrinais do Vaticano II. Porque estes teólogos erraram e rejeitaram seus ensinamentos, nós também somos livres para rejeitar os ensinamentos dos teólogos anteriores se um ensinamento ‘não faz sentido’ para nós.”

Resposta: O grupo europeu de teólogos modernistas responsáveis pelos erros do Vaticano II eram inimigos da teologia escolástica tradicional e [além disso] foram censurados ou silenciados pela autoridade da Igreja: Murray, Schillebeeckx, Congar, de Lubac, Teilhard, etc. Quando as restrições foram removidas sob João XXIII, eles puderam espalhar livremente seus erros. No mínimo, o fato de que foram previamente silenciados demonstra a vigilância da Igreja contra erros nos escritos dos seus teólogos.

E. *Interpretação Privada dos pronunciamentos do Magistério*.

“Eu penso que os pronunciamentos da Igreja são todos muito claros. Eu não preciso de ‘interpretações’ ou explanações de teólogos. Basta tomar tudo literalmente.”

Resposta: Interpretações do tipo “faça você mesmo” (DIY – Do it yourself) e explanações de textos são para Protestantes, não para Católicos. Teologia é a ciência que opera sob o olhar vigilante da Igreja, não é um debate aberto pra qualquer um com uma versão vernácula do Denzinger. Como qualquer outra ciência, a teologia opera de acordo com critérios objetivos e reconhecidos usados pelos especialistas para chegar a verdade sobre várias proposições. Então, se você não é treinado nessa ciência, não lhe cabe fazer suas próprias interpretações dos pronunciamentos do magistério. Na melhor das hipóteses, você vai se passar por ignorante; ou na pior delas, você acabará se tornando um herege.

 
 
 

Explicação adicional de outro Teólogo

Resumo traduzido por Padre Cekada do material em I. Salaverri SJ. Tractatus de Ecclesia, 3a Edição, Madrid, BAC 1955, 846ff

Thesis 21. O consenso dos teólogos em matéria de fé e moral é um critério seguro da Tradição divina.

 
A. Valor dogmático da Tese. Ela é:

1. Doutrina Católica. (Do ensinamento de Pio IX citado acima)

2. Teologicamente segura. (Pela prática de Trento e do Vaticano I)

 
B. Prova da Tese.

1. Premissa maior. O consenso dos teólogos em matéria de fé e moral está tão intimamente ligado com o ensinamento da Igreja que um erro no consenso dos teólogos iria necessariamente levar toda Igreja ao erro.

2. Premissa menor. A Igreja Toda não pode errar em fé e moral. ( A Igreja é infalível)

3. Conclusão. O consenso dos teólogos em matéria de fé e moral é um critério certo da Tradição divina.

 
C. Provas da Premissa Maior.

1. Citação de trabalhos teológicos. Papas, bispos, etc., do oitavo século em diante, ensinaram baseados em ensinamentos dos teólogos.

2. Supervisão. Dos séculos XII ao XVI, a Igreja fundou, dirigiu e vigiou todas as escolas teológicas.

3. Legislação. Desde a época do Concílio de Trento, os trabalhos teológicos eram usados nos seminários que eram supervisionados pelos bispos e papas.

4. Consultoria. A Igreja usou teólogos como consultores para assuntos doutrinais.

5. Aprovação implícita. A Igreja implicitamente aprovou o conteúdo dos trabalhos teológicos pela não censura deles, censura a qual ela estaria obrigada no caso de erros teológicos.

6. Recomendação. Os escritos de várias escolas teológicas foram elogiados e promovidos pelos papas como exemplos a serem imitados.

Seção III

Teólogos pré-Vaticano II que ensinaram o Batismo de desejo e o Batismo de Sangue

Do dossiê de 122 páginas de material fotocopiado.

[O dossiê pode ser adquirido entrando em contato direto com Padre Cekada ou ao Site da Igreja de Santa Gertrude nos EUA]

A seguinte tabela contém uma lista de teólogos pré-vaticano II que ensinaram o batismo de desejo (= desiderii, flaminis, in voto, etc.) e o batismo de sangue (= sanguinis, martyrii, etc.), juntos com uma página de referência ao dossiê fotocopiado que preparei. Dois, Santo Afonso de Ligório e São Roberto Belarmino, são Doutores da Igreja. Muitos outros teólogos que falam do tema podem ser encontrados. Esses são meramente os trabalhos que tenho em minha biblioteca privada.

A tabela informa (quando houver) a categoria teológica que cada teólogo atribuiu ao ensinamento do batismo de sangue e de desejo. Essa “categoria” na teologia (também chamada de “nota” teológica, “qualificação”, etc.) indica quão próximo um ensinamento é das verdades que Deus revelou e nos obrigou a acreditar – Se é “teologicamente certo”, “doutrina católica”, de fide (de fé), etc. (Alguns teólogos simplesmente ensinam [essas] doutrinas e não [lhes] atribuem categorias)

Tabela de Categorias Teológicas

Teólogo ou canonista Pag. no Dossiê Categoria teolog. Batismo de Desejo Cat. teologica Batismo de Sangue
1 Abarzuza 2 de fide, teolog. certa teolog. certa.
2 Aertnys 7 de fide ensina
3 Billot 10-20 ensina ensina
4 Cappello 23 ensina certa
5 Coronata 28 de fide ensina
6 Davis 32 ensina ensina
7 Herrmann 35 de fide pertence a fé
8 Hervé 38 teolog. certa. p. menos teol. Certa
9 Hurter 44 ensina ensina
10 Iorio 47 ensina ensina
11 Lennerz 49-59 ensina ensina
12 Ligouri 61-62 de fide ensina
13 McAuliffe 67 Doutrina Católica comm. cert. teaching
14 Merkelbach 71 certa certa
15 Noldin 74 ensina ensina
16 Ott 77 fidei proxima fidei proxima
17 Pohle 81 Doutrina Católica doutrina certa
18 Prümmer 89 de fide doutrina constante
19 Regatillo 91, 96 de fide ensina
20 Sabetti 98 ensina ensina
21 Sola 102 fidei proxima teolog. certa
22 Tanquerey 107,111 certa certa
23 Zalba 114 ensina ensina
24 Zubizarreta 118 ensina ensina
25 Bellarmine 120 ensina ensina
 
 
Resumo das categorias teológicas Batismo de desejo Batismo de Sangue
Ensinamento constante 25 (todos) 25 (todos)
Teologicamente certa, ou certa 3 8
Doutrina católica, constante 2 1
fidei proxima, pertence a fé 2 2
de fide (de fé) 7 0
 

Seção IV

Conclusão do anteriormente visto sobre o Batismo de desejo e de sangue.

1. Todos vinte e cinco teólogos ensinaram o batismo de sangue e de desejo, e nenhum deles rejeitou o ensinamento, então ambas doutrinas são sustentadas pelo consenso constante.

2. Alguns teólogos categorizaram as doutrinas como teologicamente certa

3. Alguns teólogos categorizaram as doutrinas como Doutrina Católica

4. Alguns teólogos categorizaram as doutrinas como de fide (de fé)

Seção V

Aplicação do Princípio de Pio IX aos ensinamentos desses teólogos.

1. Princípio Geral (de Pio IX, rever Seção I: II-III):

Todos católicos estão obrigados a aderir a um ensinamento se os teólogos católicos o sustentam por consenso constante, [qualificando-o] ou como de fide, ou como doutrina católica, ou, ainda, como teologicamente certo.

2. Fato particular

Os teólogos católicos afirmam o ensinamento sobre o batismo de desejo e de sangue, por consenso constante, é o consideram ou de fide, ou doutrina católica, ou teologicamente certa.

3. Conclusão (1 + 2):

Portanto, todos católicos estão obrigados a aderir ao ensinamento a respeito do batismo de desejo e de sangue.

 

Seção VI

Grau de erro e gravidade do pecado se se rejeita o batismo de desejo ou de sangue.

Cada “categoria” teológica tem uma censura teológica correspondente que expressa o grau de erro no qual incorre alguém que negue um ensinamento a ela [categoria] vinculado.

Abaixo um quadro com várias categorias que os teólogos atribuem ao batismo de desejo associados com as correspondentes censuras e uma nota a respeito da gravidade do pecado cometido [por quem nega ensinamentos assim categorizados n.d.T.]

Os teólogos categorizaram o ensinamento sobre o batismo de sangue e desejo como se segue: SEU GRAU DE ERRO

 

(a censura) se você nega esse ensinamento

GRAVIDADE DO PECADO

 

contra a Fé se você nega esse ensinamento

Teológicamente Certo Erro Teológico Pecado Mortal

 

Indiretamente contra a Fé

Doutrina Católica Erro em Doutrina Católica Pecado Mortal

 

Indiretamente contra a Fé

De Fide Heresia Pecado Mortal

 

Diretamente contra a Fé

 

Seção VII

Conclusão Geral

Todos os católicos estão obrigados a aderir ao ensinamento comum sobre o batismo de sangue e de desejo.

De acordo com as normas delineadas acima, a posição Feeneyista representa ou um erro teológico, ou um erro em doutrina católica, ou uma heresia.

Aqueles que aderem a posição Feeneyista a respeito do batismo de sangue e de desejo cometem pecado mortal contra a fé.


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Deo gratias! Eis que foi completada a digitalização dos 17 volumes da Bíblia Católica Comentada!

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Graças a Deus, todos os dezessete volumes da Bíblia Católica Comentada já estão disponíveis para download na página https://controversiacatolica.com/biblia-catolica-comentada/

Hoje pela manhã postei os quatro últimos arquivos que faltavam para completar a coleção. Agora todos os católicos podem usufruir de um versão da Sagrada Escritura para estudo infinitamente superior em termos de ortodoxia às versões modernistas disponíveis no mercado, tais como a Ave-Maria para Estudo, a Edição Pastoral, a Tradução Ecumênica da Bíblia (TEB), a Bíblia do Peregrino, a Bíblia de Jerusalém, a Bíblia de Aparecida, a Bíblia Mensagem de Deus etc.

Eis os mais novos arquivos da Bíblia Católica Comentada:

FIGUEIREDO.ZIP (258MB) – Os dezessete volumes da Bíblia Católica Comentada em um só arquivo.

VOLUME 15. Introdução Geral e Especial aos Livros do Antigo e do Novo Testamento, com estudos bíblicos adicionais. – Volume II: Introdução Especial aos Livros Proféticos e Didáticos do Velho Testamento e aos Evangelhos Sinóticos, São João e Atos dos Apóstolos, do Novo Testamento.

VOLUME 16. Introdução Geral e Especial aos Livros do Antigo e do Novo Testamento, com estudos bíblicos adicionais. – Volume III: Introdução às Epístolas Paulinas, às Epístolas Católicas e ao Apocalipse. Documentos da Pontifícia Comissão Bíblica. Estudos Bíblicos adicionais.

VOLUME 17. P. Iran Corrêa S. D. B. do Instituto Paulista de História e Arte Religiosa, da Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras, do Instituto Teológico Pio XI. Biografia dos Papas (Guardiões Vigilantes dos Textos Sagrados através dos Séculos). Contendo os retratos e as biografias de todos os Romanos Pontífices, desde a fundação da Igreja até aos dias atuais.

Nosso próximo passo é disponibilizar também manuais de devoção e vida católica, a fim de ajudar os fiéis afetados pela doença do modernismo a mais facilmente livrar-se dele, resgatando e recuperando as práticas de piedade e o modo de ser católico. Os benfeitores interessados, por favor, entrem em contato.


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Um Filho da Serpente: Bergoglio nega a Imaculada Conceição e a Corredenção de Maria Santíssima

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A 21 de dezembro de 2018, Bergglio negava a Imaculada Conceição de Maria, dizendo que ela não nasceu santa. A 13 de dezembro de 2019, festa de Nossa Senhora de Guadalupe, ele aproveitou a ocasião para negar a corredenção de Maria e qualificar como uma “tonteria” (uma tolice) sua possível definição como dogma.

A Imaculada Conceição de Maria é um dogma de fé, negá-la é uma heresia, um pecado mortal diretamente contra a fé.

A Corredenção de Maria é uma “doutrina católica, segura, indiscutível e definível, isto é, pode ser declarada como verdade de fé.” (Bainvel S. J.). Negá-la é um erro doutrinal grave, um pecado mortal indiretamente contra a fé.

Assim é, porque nas palavras de Padre Geraldo Pires de Sousa C.Ss.R. (1895-1969):

“A doutrina sobre a mediação de Nossa Senhora está hoje fora de toda dúvida. Os quatro últimos Papas* manifestaram-se com toda a clareza sobre ela, quer reproduzindo as opiniões dos Santos Doutores, quer publicando as suas próprias. Temos agora Ofício e festa de Nossa Senhora, Medianeira das graças. Por isso, escreve Bainvel, S. J.: A dupla cooperação de Maria na obra da redenção, primeiro na terra por sua vida, sofrimentos e preces, e depois no céu pela oração tão somente, é doutrina católica, segura, indiscutível e definível, isto é, pode ser declarada como verdade de fé. – Mais uma vez, S. Afonso teve razão; bateu-se por um futuro dogma, na sua visão de profeta. (Nota do tradutor).”

(Padre Geraldo Pires de Sousa C.Ss.R. in Santo Afonso Maria de Ligório, Doutor da Igreja e Fundador da Congregação do Santíssimo Redentor. Glórias de Maria. 3.ª ed. Aparecida: Santuário, 1989, p. 148, nota do tradutor.)

  • – Provavelmente Leão XIII, São Pio X, Bento XV e Pio XI, pois a tradução do Padre Pires foi inicialmente publicada pela Vozes em 1933.

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Cancele a Netflix

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CANCELE A NETFLIX

Peço encarecidamente aos que seguem o canal Controvérsia Católica, assim como aos que chegaram ao conhecimento dele por meio deste vídeo, que cancelem sua assinatura da Netflix.

Embora eu considere isso como um dever óbvio do cristão, vou mencionar três razões para fazê-lo imediatamente.

1.ª Porque, mais de uma vez, a Netflix debocha de Nosso Senhor Jesus Cristo, promovendo às vésperas do Natal um programa de uma tal de Porta dos Fundos, que pelo seu teor anticristão bem merece o título de Loja dos Fundos. Essa campanha blasfema não deve gozar da aprovação tácita dos que fazem profissão de fé cristã, nenhum cristão – na verdade, nenhuma pessoa decente – deve apoiar e acompanhar a Netflix e seus espetáculos estúpidos e cheios de iniquidade.

2.ª Porque a Netflix não serve para cristãos, serve só para pagãos, sobretudo para sustentar gente vagabunda e inútil (pessoas que dizem fazer “arte”, mas que em realidade fazem coisa muito pior que esterco), gente péssima que não estando contente de perder-se por meio de mil torpezas, ainda procura perder os outros mediante a comunicação de uma ciência vã, uma sabedoria mundana reprovada por Deus. “Ninguém se engane a si mesmo: Se alguém de vós se tem por sábio neste mundo, faça-se insensato para ser sábio. Porque a sabedoria deste mundo é uma estultícia diante de Deus… O Senhor conhece o pensamento dos sábios que são vãos.” (1Cor 3, 18-20).

3.ª Porque, além de ser inútil para a alma e não aproveitar para a vida eterna, também é prejudicial. Quem assina a Netflix é cúmplice de todas as suas blasfêmias e imoralidades, coloca-se ainda como aluno desta escola de perdição. Tudo isso leva para o inferno.

Então, pelo amor de Deus, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, cancele a Netflix! Faça-o agora mesmo!

Eis alguns links que ensinam como cancelar a assinatura desta empresa ímpia e execrável:

Como faço para cancelar o faturamento da Netflix pelo Google Play?
https://help.netflix.com/pt/node/42988

Como faço para cancelar o faturamento da Netflix pelo iTunes?
https://help.netflix.com/pt/node/27460?ba=SwiftypeResultClick&q=cancelar


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Sexto e Nono Mandamento da Lei de Deus: Não pecar contra a castidade. Não cobiçar a mulher do próximo.

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21.ª Lição de Catecismo da Doutrina Cristã. Sexto e Nono Mandamento da Lei de Deus: Não pecar contra a castidade. Não cobiçar a mulher do próximo.

I. O Sexto Mandamento é Não pecar contra a castidade. Ele nos proíbe qualquer ação, olhar ou palavra que atentem conta a castidade ou a fidelidade no matrimônio. O Nono Mandamento é não cobiçar a mulher do próximo. O Nono Mandamento proíbe expressamente todo o desejo contrário à fidelidade que os conjugues juraram um ao outro ao contrair matrimônio e proíbe também todo o pensamento culpável ou desejo de ação proibida pelo Sexto Mandamento.

II. O Sexto e o Nono Mandamento são apresentados em conjunto, porque estão intimamente ligados entre si, como o pensamento anda ligado à obra, como a intenção à execução, como a causa ao efeito; e mutuamente se completam, tanto nos mandamentos quanto nas proibições. Na verdade, o Sexto Mandamento proíbe atos, palavras, olhares, livros, figuras e espetáculos imorais; o Nono, todo o pensamento impuro. O Sexto ordena que sejamos santos no corpo, tendo pela nossa pessoa e pela dos outros o máximo respeito; o Nono nos ordena a máxima pureza de alma e o máximo respeito pelo ato conjugal.

A. OS MALES DA IMPUREZA.

III. O Sexto Mandamento proíbe a impureza. A impureza é um ato gravíssimo e abominável. Os Livros Santos, os Santos Padres e a Igreja a condenam, assim como a reprova a consciência humano e o sentido íntimo da natureza. Mesmo as pessoas mais corruptas se envergonham deste vício e o praticam em segredo. Realmente, como poderia ser leve e de pouca importância um delito que destrói a ordem natural contra a vontade do Criador, um delito que viola as leis mais sagradas que presidem a conservação do gênero humano? Por isso, o Apóstolo escreve aos Coríntios: “Não vos enganeis: nem os fornicadores, nem os adúlteros, nem os efeminados hão de possuir o Reino de Deus.” (1Cor 6, 9 cf. Ef 5, 5). O Dilúvio Universal, que destruiu todo o gênero humano, à exceção de Noé e sua família; e o fogo que destruiu as populosas cidades de Sodoma e Gomorra atestam de forma eloquentíssima a gravidade da luxúria, porque foi para punir este pecado que esses tremendos castigos desolaram a terra.

IV. A impureza provoca consequências dolorosas. A desonestidade (1) extingue a fé, que é a porta da vida sobrenatural; (2) arruína a saúde e não raro apressa a morte do corpo; (3) endurece o coração, rendendo a pessoa insensível ao próximo e aos apelos da própria consciência e (4) frequentemente conduz à impenitência final.

V. Henrique VIII, rei da Inglaterra, que tinha merecido o epíteto de defensor da fé, abjurou da Igreja Romana para cair em adultério. Lutero despiu o hábito de Santo Agostinho e renegou a sua ordem pelo vício desonesto. Teodoro Beza, apertado pela lógica de São Francisco de Sales, estava a ponto de cair nos braços do Santo, quando mostrando-lhe uma jovem lindíssima, disse-lhe: Não posso, essa é a única causa de minha incredulidade.

VI. Os pensamentos e desejos impuros podem vir da concupiscência, de paixões fortuitas ou de sugestões diabólicas. Enquanto a alma se desgosta deles e internamente os detesta, enquanto a vontade resiste energicamente às tentações, o coração permanece casto e imaculado, não há pecado algum e o cristão confirma-se na virtude e multiplica os seus merecimentos para o céu, do mesmo modo que oferece ao rei e a pátria cem provas da sua lealdade e da sua coragem, o soldado que por cem vezes repele o inimigo. São, porém, culpáveis os pensamentos e desejos impuros quando a vontade toma parte neles e neles se deleita. Por isso, ao aproximar-se o inimigo, faça-se logo a devida resistência com coragem pela honra de Deus e pela dignidade e salvação da alma. Lembre-se que com fogo não se brinca: as tentações sensuais são uma chama terrível assoprada com arte finíssima pelo espírito do mal. Por fim, no meio da luta, haja plena confiança em Deus, recorrendo a ele com fervorosas preces, assim como os meninos correm aos braços dos pais ou pelo menos gritam pedindo seu socorro quando avistam um lobo.

B. A CASTIDADE.

VII. O Sexto Mandamento ordena a castidade e a modéstia nas ações, olhares, porte e palavras. O Nono ordena que o sejamos mesmo no nosso íntimo, isto é, no espírito e no coração. A castidade é comumente considerada sob três formas diversas, conforme o diverso estado de vida em que cada qual se encontra: (1) castidade das pessoas casadas, (2) das viúvas e (3) das virgens.

1) A castidade conjugal exige que o marido e a mulher vivam fiéis entre si e quer que os cônjuges, no uso do matrimônio, tenham sempre em vista o fim principal para o qual foi santificada a sua união, fim expressamente indicado pelo Anjo Rafael a Tobias: “Desposarás esta virgem no temor de Deus, movido mais pelo desejo de ter filhos do que por outra qualquer inclinação”. Seria erro gravíssimo imaginar que no estado conjugal tudo é lícito e não pode ser ofendida pelos cônjuges a virtude da castidade. O crime mais negro que perturba, divide, ultraja e profana a castidade conjugal é o adultério, que tem lugar quando um dos cônjuges tem relações conjugais com pessoa estranha, livre ou casada. O adultério é um latrocínio, mas pior e mais grave do que qualquer latrocínio (São João Crisóstomo), é um “crime horrendo e grandíssima iniquidade” (Jó 31, 11). Pela fidelidade jurada nos altares, “a mulher casada já não é de si mesma, mas do marido; do mesmo modo o marido não é de si mesmo, mas da mulher.” (1Cor 7, 4) O adultério rompe esse contrato, indissolúvel por lei divina, usurpa um bem de outrem, viola a sagrada posse do companheiro de vida. Quantos conflitos, quantos esbanjamentos de dinheiro, quantos patrimônios arruinados, quantos escândalos, quantas divisões de família desgraçadamente causadas pela infidelidade conjugal!

2) A castidade das viúvas, estende-se às pessoas que, unidas antes pelo matrimônio, ficaram livres pela morte do cônjuge. Os cônjuges em estado de viuvez, para se conservarem castos, devem abster-se de qualquer prática ou deleite carnal.

3) A castidade virginal encontra-se nas pessoas que nunca se uniram pelo matrimônio, e propuseram se abster até a morte de qualquer prazer carnal. A virgindade é o grau mais excelso da castidade, a qual é simbolizada por uma flor lindíssima, o lírio, bela pelo seu aroma e por sua cândida carola.

VIII. Jesus, para mostrar o altíssimo valor da virgindade, quis nascer duma mãe sempre virgem; virgem era seu pai putativo, São José; de virgindade quis que brilhasse a fronte de seu Precursor; por causa da virgindade revelou um especialíssimo afeto ao Apóstolo São João e Ele próprio teve a pureza como inseparável companheira de toda a vida. Eis por que os Padres da Igreja, em coro unânime, cantam a glória sublime da virgindade, eis por que os Santos a estimaram a ponto de preferirem antes os maiores tormentos e a própria morte do que violarem a própria candura.

Para conservar a pureza, lançou-se São Francisco de Assis em um lago gelado; São Bento revolveu-se entre os espinhos; Santa Inês, vendo o carrasco olhá-la com olhos lascivos, exclama: “Por que tardas? Fere para que morra este corpo provocador e para que a alma vá para Jesus.”

IX. Para guardar a castidade é necessário evitar ocasiões próximos ou circunstâncias favoráveis à impureza. Em geral, deve evitar-se as seguintes coisas: (1) a ociosidade, que costuma ser a porta de entrada de impuros deleites; (2) as más companhias, especialmente a amizade com pessoas de sexo diferente sem o conhecimento dos pais sem a intenção ou esperança de matrimônio; (3) as más conversas; (4) a leitura de livros e jornais imorais; (5) a vista de figuras indecentes, quer em revistas, apresentações teatrais, programas de televisão ou qualquer outra mídia digital; (6) os bailes, por serem em geral o sepulcro do pudor; e (7) a intemperança no comer e no beber, sobretudo no tocante ao consumo de bebidas alcoólicas.

X. Para bem observar o Sexto e o Nono Mandamento, devemos fazer as seguintes coisas: (1) invocar frequentemente e de todo o coração a Deus; ser muito devotos da Virgem Maria, Mãe da Pureza; (3) praticar o exercício da presença de Deus, sabendo que Ele nos vê a todo instante; (4) pensar na morte, nos castigos divinos, na paixão de Jesus Cristo; (5) guardar os nossos sentidos, de modo especial os nossos olhos; (6) mortificar-se; e (7) frequentar os Santos Sacramentos com as devidas disposições, sobretudo os da Penitência e da Comunhão.


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A Metodologia Herética dos Irmãos Dimond Exposta: Irmão Diogo Rafael Moreira contra um Erro Moderno

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A METODOLOGIA HERÉTICA DOS IRMÃOS DIMOND EXPOSTA:
IRMÃO DIOGO RAFAEL MOREIRA CONTRA UM ERRO MODERNO

O método adotado pelos Dimond e outros pseudo-católicos para tirar suas conclusões teológicas é refutado neste vídeo.

O estudioso da fé católica não está autorizado a ensinar somente o que é dogmático, ele também deve crer e ensinar com fé eclesiástica tudo o que as escolas católicas comumente admitem como verdade (cf. citações abaixo). Na prática, se uma determinada doutrina vem sendo ensinada pelos teólogos já há muito tempo, sem levantar discussões que tenham demandado da autoridade uma censura ou um esclarecimento, então é evidente que tal doutrina deve ser acolhida como católica e transmitida sem maiores dificuldades.

Isso já seria suficiente para a aceitação do batismo de desejo e de sangue, se eles fossem católicos. Claro que o problema é um pouco mais grave, pois há sólidas razões para crer, com Santo Afonso Maria de Ligório, que essa é uma doutrina de fé e que opor-se a ela é heresia. Com efeito, ela apóia-se nos Santos Padres e foi ensinada na Sexta Sessão do Concílio de Trento. Ainda assim, o método dimondiano de per se é condenável e prova o dizer de São Tomás: um pequeno erro no princípio torna-se grande no final.

Eis algumas citações mencionadas no vídeo:

“Para os estudiosos católicos não é suficiente que acolham e honrem os referidos dogmas da Igreja, mas é também necessário que se submetam quer às decisões de doutrina emanadas pelas Congregações Pontifícias, quer aos pontos de doutrina que, por comum e constante consenso dos católicos, são tidas como verdades teológicas e conclusões tão certas que as opiniões contrárias a esses pontos de doutrina, também se não podem ser chamadas heréticas, merecem todavia alguma censura teológica.” (Papa Pio IX, Tuas Libenter, 21 dez. 1863.)

“A obrigação à qual estão absolutamente vinculados os os mestres e os escritores católicos se limita àquelas coisas que pelo infalível juízo da Igreja são propostas como dogmas de fé pra serem acreditadas por todos.” (Proposição n. 22, condenada pelo Papa Pio IX no Sílabo dos Erros Modernos, 8 dez. 1864.)

“A Santa Sé Apostólica, a quem foi confiada a custódia do depósito, juntamente com o múnus e ofício de alimentar a Igreja universal para a salvação das almas, pode prescrever sentenças teológicas, ou outras opiniões na medida que relacionadas com elas, para que sejam seguidas; ou proscrevê-las para que não sejam seguidas, não só com a intenção de definir a verdade infalivelmente por uma sentença definitiva, mas também sem ela, [e isto] com a necessidade e a intenção, quer simplesmente ou com determinações inclusas, de proporcionar a segurança da doutrina católica. Nestas declarações, embora a verdade da doutrina não seja infalível – visto que por hipótese não há a intenção de defini-la -, há, porém, segurança infalível. Digo segurança tanto como segurança objetiva da doutrina declarada (ou simplesmente ou com tais determinações), quanto subjetiva na medida que é seguro a todos abraçá-la, e não é seguro, nem pode ser feito sem violação da devida submissão ao Magistério constituído por Deus, que recusem abraçá-la.”

(FRANZELIN, S.J., Johann Baptist. Tractatus de divina traditione et scriptura. 3d ed. Romae, ex typographia polyglotta S.C. de Propaganda Fide, 1882, p. 127. Caput II, Thesis XII, scholion I, principium VII)

SETE TEXTOS CATÓLICOS CONTRA O DELÍRIO DIMONDIANO

  1. O Catecismo Romano vs. os Irmãos Dimond sobre o Batismo de Desejo
    https://controversiacatolica.com/2017/05/28/o-catecismo-romano-versus-os-irmaos-dimond-sobre-batismo-de-desejo/
  2. Evidência da Doutrina Católica sobre o Batismo de Desejo e de Sangue nos Catecismos Aprovados e Outras Obras Católicas de Instrução Popular
    https://controversiacatolica.com/2018/08/07/evidencia-da-doutrina-catolica-sobre-o-batismo-de-desejo-e-de-sangue-nos-catecismos-aprovados-e-outras-obras-catolica-de-instrucao-popular/
  3. Carta do Santo Ofício ao Arcebispo de Boston sobre o Batismo de Desejo
    https://controversiacatolica.com/2018/08/30/carta-do-santo-oficio-ao-arcebispo-de-boston-sobre-o-batismo-de-desejo/
  4. Fora da Igreja não há Salvação: Padre Michael Müller separa a verdade do erro em sua Explicação Familiar da Doutrina Cristã
    https://controversiacatolica.com/2018/01/07/fora-da-igreja-nao-ha-salvacao-padre-michael-muller-separa-a-verdade-do-erro-em-sua-explicacao-familiar-da-doutrina-crista/
  5. Os erros dos irmãos Dimond
    https://controversiacatolica.com/2018/03/12/os-erros-dos-irmaos-dimond/
  6. Leão não falou pela boca de Pedro Dimond: Ir. Pedro Dimond e a Carta a Flaviano
    https://controversiacatolica.com/2018/10/25/leao-nao-falou-pela-boca-de-pedro-dimond-ir-pedro-dimond-e-a-carta-a-flaviano/
  7. Leão não falou pela boca de Pedro Henrique de Lima
    https://controversiacatolica.com/2018/12/11/leao-nao-falou-pela-boca-de-pedro-henrique-de-lima/

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A Heresia dos Irmãos Dimond

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A HERESIA DOS IRMÃOS DIMOND

Os irmãos Dimond são modernistas que acham que são sedevacantistas. Se o fossem deveras não seguiriam o método modernista de fazer sofismas (somente sigo o que é infalível) e tampouco teriam o desplante de rechaçar, como vis inovadores, a doutrina católica sobre o batismo de desejo e de sangue, a qual goza da aprovação dos Romanos Pontífices, dos Santos Padres, dos Doutores da Igreja, da Liturgia Romana, do Código de Direito Canônico e do consenso unânime dos teólogos, a qual também foi ensinada durante séculos e séculos nas escolas católicas sem o mais mínimo problema. Sem dúvida, quem assim se porta é herege modernista, porque põe a sua heresia de hoje no lugar do dogma de ontem. Quem, pois, segue a matilha dimondiana não é católico e não tem absolutamente nada a ver com a Igreja Católica.

SETE TEXTOS CATÓLICOS CONTRA O DELÍRIO DIMONDIANO

  1. O Catecismo Romano vs. os Irmãos Dimond sobre o Batismo de Desejo
    https://controversiacatolica.com/2017/05/28/o-catecismo-romano-versus-os-irmaos-dimond-sobre-batismo-de-desejo/
  2. Evidência da Doutrina Católica sobre o Batismo de Desejo e de Sangue nos Catecismos Aprovados e Outras Obras Católicas de Instrução Popular
    https://controversiacatolica.com/2018/08/07/evidencia-da-doutrina-catolica-sobre-o-batismo-de-desejo-e-de-sangue-nos-catecismos-aprovados-e-outras-obras-catolica-de-instrucao-popular/
  3. Carta do Santo Ofício ao Arcebispo de Boston sobre o Batismo de Desejo
    https://controversiacatolica.com/2018/08/30/carta-do-santo-oficio-ao-arcebispo-de-boston-sobre-o-batismo-de-desejo/
  4. Fora da Igreja não há Salvação: Padre Michael Müller separa a verdade do erro em sua Explicação Familiar da Doutrina Cristã
    https://controversiacatolica.com/2018/01/07/fora-da-igreja-nao-ha-salvacao-padre-michael-muller-separa-a-verdade-do-erro-em-sua-explicacao-familiar-da-doutrina-crista/
  5. Os erros dos irmãos Dimond
    https://controversiacatolica.com/2018/03/12/os-erros-dos-irmaos-dimond/
  6. Leão não falou pela boca de Pedro Dimond: Ir. Pedro Dimond e a Carta a Flaviano
    https://controversiacatolica.com/2018/10/25/leao-nao-falou-pela-boca-de-pedro-dimond-ir-pedro-dimond-e-a-carta-a-flaviano/
  7. Leão não falou pela boca de Pedro Henrique de Lima
    https://controversiacatolica.com/2018/12/11/leao-nao-falou-pela-boca-de-pedro-henrique-de-lima/

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