A Infalibilidade do Papa e o Syllabus pelo Padre Pierre Bouvier S.J.

O Sr. Paul Viollet, professor formado em direito civil e canônico, publicou, em 1904, um livro intitulado «A Infalibilidade do Papa e o Syllabus: Estudo Histórico e Teológico», em que pretende – ao que parece, com a melhor das intenções – defender a Igreja e o Papa contra os ataques de seus inimigos.

Paul Viollet (1840-1914)

Ele o faz mediante três estratagemas muito utilizados, hoje em dia, pelos oponentes do sedevacantismo: (1) a restrição da infalibilidade papal às definições dogmáticas solenes, ou seja, somente quando o Papa proclama um dogma; (2) a negação da autoridade dos documentos papais e (3) o ataque à ortodoxia dos papas do passado. Em outras palavras, temos aqui um legítimo representante da posição Reconhecer & Resistir, operando já nos umbrais do século XX: ele reconhecia Pio IX como Papa, mas resistia aos seus ensinamentos. Como? Negando sua infalibilidade fora do dogma da Imaculada Conceição, negando a autoridade do Syllabus e, de quebra, afirmando, sem escrúpulos, que muitos papas antigos foram hereges.

Essa obra de Paul Viollet entrou para o Índice de Livros Proibidos em 1906. No artigo abaixo, publicado originalmente na Revista Études (1905), o Padre Pierre Bouvier S.J. aponta, à luz da doutrina e erudição católica, os erros teológicos e históricos nela contidos. Dentre outras coisas, ele expõe o verdadeiro significado da definição do Concílio Vaticano I sobre a infalibilidade papal, doutrina tão deturpada, à época, pelos liberais e modernistas, e hoje – para o escândalo de todos – ainda mais distorcida pelos pretensos conservadores e tradicionalistas. Queira Deus que, lendo essas páginas, despertem de seus erros.

PDF: A Infalibilidade do Papa e o Syllabus pelo Padre Pierre Bouvier S.J.

Destaco, neste post, a seguinte passagem decisiva:

Mas o Sr. Viollet não se contentou de contestar ao Syllabus o valor de documento ex cathedra. Para apoiar essa tese, ele supõe que o papa não é infalível senão em definições estritamente dogmáticas, definições tão raras, que não se conhece uma só, fora do concílio, em cento e três anos, além daquela da Imaculada Conceição, «Pio IX, quando define, nas condições previstas pela infalibilidade, o dogma da Imaculada Conceição, permanece falível em todos os outros casos.» (p. 66). «Constatamos que, no curso destes cento e três anos, um só ato pontifical se apresenta com as características da infalibilidade.» (p. 70).

Ele o diz a contragosto, mas aqui não há atenuação possível, uma semelhante restrição da infalibilidade pontifical está em flagrante oposição com a definição vaticana. Introduziu-se na definição termos escolhidos, todos expressos para impedir essa interpretação culposa.

Os Padres do Concílio, querendo definir que o papa é infalível, examinaram uma primeira fórmula onde se dizia precisamente que o papa não pode errar quando define, em matéria de fé e moral, o que deve ser crido, de fé católica, por toda a Igreja: Cum definit quid in rebus fidei et morum ab universa Ecclesia fide catholica credendum sit. Essa fórmula foi descartada, dizem as atas do concílio, «por se temer que os fiéis, tomando esse capítulo como uma exposição completa da doutrina sobre a infalibilidade do pontífice romano, não viessem a restringir essa infalibilidade unicamente às definições de fé

Outras fórmulas foram examinadas, e finalmente chegou-se àquela onde se diz que o papa, definindo ex cathedra a doutrina que deve ser tida pela Igreja universal, em matéria de fé ou moral, tem a mesma infalibilidade que a Igreja.

Assim, pois, para saber qual é a extensão da infalibilidade do papa, deve-se buscar qual é aquela da Igreja, porque, segundo a definição do concílio, a medida de uma é a medida da outra.

Pois bem, é ensinamento unânime, é de fé que a Igreja é infalível quando define as verdades reveladas que se devem crer, os erros que se devem rejeitar como heréticos; e é teologicamente certo que a Igreja é infalível quando define verdades conexas à fé, quando ela condena erros com notas inferiores àquela da heresia e quando ela decide definitivamente sobre fatos dogmáticos.

Assim também é, pois, o campo da infalibilidade papal: é de fé que o papa é infalível quando define dogmas como a Imaculada Conceição, e é teologicamente certo que o papa, como a Igreja, é infalível nas outras definições. O bispo de Brixen, relator da comissão conciliar que tinha preparado a definição, disse, perante os Padres, que quem negar essa infalibilidade não ainda definida como de fé e não tendo mais que uma certeza teológica, «não seria abertamente herético, porém cometeria um erro gravíssimo e um pecado gravíssimo

Quem não vê que, desde então, restringir a infalibilidade papal, depois de um século, unicamente ao dogma da Imaculada Conceição, negando, por conseguinte, essa infalibilidade às canonizações que tomaram lugar em grande número, negando-a às encíclicas, como à Encíclica Quanta Cura, com sua fórmula tão grave e tão explícita: Pravas opiniones ac doctrinas… commemoratas auctoritate Nostra apostolica reprobamus, proscribimus atque damnamus, easque ab omnibus catholicæ Ecclesiæ filiis, veluti reprobatas, proscriptas atque damnatas omnino haberi volumus ac mandamus, é ir não somente contra o espírito, mas contra a letra da fórmula aceita e promulgada pelo concílio do Vaticano, é se pôr formalmente no caso assinalado pelo bispo de Brixen?

É inútil, depois disso, seguir o autor na parte de sua brochura onde enumera os papas que teriam errado ou que haveriam submetido seus atos e suas palavras ao juízo da Igreja. É um ponto de partida que não lança nenhuma luz sobre a questão a resolver. Tão estendido, com efeito, que se suponha o campo da infalibilidade dos papas, não se pode ignorar que o privilégio da inerrância não os previne contra o erro, nem nas relações da vida privada, nem nos escritos ou discursos que contém nada mais que suas visões pessoais, nem nos conselhos que podem dar, nem nas ordens que não visem o conjunto dos fiéis. Por que se admirar então que se encontre erros no que disseram, em semelhantes casos, tais e tais soberanos pontífices, ou que eles tenham, eles mesmos, enquanto morriam, submetido esses atos e palavras ao juízo da Igreja? Deve-se explicar todas essas fórmulas à luz da doutrina católica. Quanto ao fato de Honório, sobre o qual o Sr. Viollet tem o propósito de se apoiar, ele tem sido discutido a fundo tantas vezes, sobretudo por ocasião do concílio do Vaticano, que não há mais nada para acrescentar. Estabeleceu-se, peremptoriamente, que as cartas deste papa, que foram objeto de debate, não contém nenhuma definição ex cathedra, nem nenhum erro contra a fé. Igualmente se estabeleceu que o anátema pronunciado pelo sexto concílio contra Honório é uma condenação de seu imprudente conselho, mas não de sua doutrina.

Exame crítico da III Liga Cristo Rei do Fórum Regional Sul – A conferência de Padre José Ricardo

  • Objetivo da III. Liga Cristo Rei – Fórum Regional Sul: Reunir apostolados católicos do sul do Brasil e países vizinhos, a fim de promover o reinado social de Nosso Senhor Jesus Cristo.
  • O anfitrião foi o senhor Ademir Halinski, presidente do Instituto Santo Atanásio, junto dele estiveram, na mesa de abertura do evento, o Padre José Ricardo, dos Servos da Eucaristia de Ponta Grossa, o Padre Hans Federico Leverberg, da Argentina, e o Sr. José Sepúlveda, português, ligado ao IPCO.
  • Ao longo dos discursos, enfatizou-se o caráter de ressurgimento do evento, que havia sido interrompido por dois anos em virtude da pandemia; bem como a importância de aproveitar a ocasião para fazer amizades e lutar em conjunto contra os erros do mundo moderno, tanto no no contexto religioso quanto no civil.
  • Houve 13 palestras no total, um número formidável para dois dias de conferências, a maior parte delas (9), ocorreu no sábado, o restante (4) no domingo. A mim foi impossível assistir a todas.
  • Na íntegra, assisti às conferências do Padre José Ricardo, do Deputado Estadual Márcio Pacheco, do Sr. Pedro Affonseca, presidente do Centro Dom Bosco, do Padre Gabriel Vila Verde, dos Professores Marcos Boeira e Hermes Rodrigues Nery.
  • Assisti também uma boa parte da conferência do Sr. Lincoln e do Padre Victor Agustin.
  • Infelizmente, por conta do tempo, não pude assistir às conferências dos Senhores Rodrigo Muller, Lucas Lancaster, Padre Leverberg, William Carvalho e José Sepúlveda. Portanto, sobre estas cinco nada comentarei.
  • Nos bastidores, pude trocar algumas palavras com o Sr. Pedro Affonseca, com o qual bebemos um chopp, com o Sr. Álvaro e o anfitrião, o Sr. Ademir Halinski, que foi em tudo muito gentil conosco e que merece os parabéns pela organização do evento.
  • Revi alguns amigos lá, conheci muitos pessoalmente e fiz algumas amizades novas, o que, por si mesmo, já tornou o evento muito proveitoso. Infelizmente, para tanto, foi necessário sacrificar a audiência de algumas conferências. O tempo era curto, era preciso escolher entre pausar para conversar ou assistir a próxima.
  • Um ponto negativo, que prejudicou a interação com os palestrantes, foi não ter havido espaço para perguntas, nem – muitas vezes – uma pausa entre uma conferência e outra.
  • Havia muitos bons livros na livraria, contudo eles estavam o dobro do preço que encontramos em outros lugares. É compreensível, mas suponho que isso deve ter afetado um pouco as vendas.
  • Para sanar essa falta de diálogo com os palestrantes, gostaria de apresentar algumas de minhas notas e reflexões sobre as conferências que presenciei.

1.ª PALESTRA – CONFERÊNCIA DO PADRE JOSÉ RICARDO: “QUE VENHA A NÓS O VOSSO REINO EUCARÍSTICO” (tema inspirado em São Pedro Juliao Eymard, o célebre Apóstolo da Eucaristia).

  • Padre José Ricardo fez alusão à revolução litúrgica, que destronou Jesus Sacramentado das Igrejas, e à devastação da vida religiosa e monástica, na Europa e no mundo, protagonizada pela Cardeal João Braz de Aviz, falou também do combate que se fez contra a cruzada eucarística das crianças, tão incentivada antes do Concílio Vaticano II.
  • A solução ou parte indispensável da solução da crise seria ir aos sacrários abandonados e relegados a um lugar secundário nas igrejas modernas e visitá-los quantas vezes for possível, fazer crescer o fervor e caridade para com o Santíssimo Sacramento.
  • Em tempos de catacumbas, que parece ser o caminho para onde vamos, ao fim, só nos restará dobrar os joelhos e adorar a N. S. J. C. na Ss. Eucaristia.
  • OBSERVAÇÕES:
    1.º – A revolução litúrgica não mudou apenas a posição do tabernáculo nas Igrejas, mas mudou também a forma do Sacramento da Eucaristia e do Sacramento da Ordem, em face dessa revolução, existe realmente certeza de que Jesus ainda está nestes sacrários? O que nos ensina a Igreja, em sua teologia sacramental, sobre estas coisas?
    2.º – Como a Igreja pode ser guia segura da vida do homem aqui nesta terra, como diziam os Papas antigos e os manuais de teologia, se hoje a “Igreja” pós-conciliar trabalha ativamente para destruir institutos que promovem a perfeição cristã? Essa atitude não é idêntica àquela dos hereges protestantes, que, dentre suas primeiras “reformas”, esteve a destruição sistemática da vida monástica, em particular das ordens mendicantes?
    3.º – No tempo do retorno às catacumbas, isto é, no fim dos tempos, fala-se, segundo Cardeal Manning, Santo Afonso e muitos outros, que será interrompido o Sacrifício Perpétuo. Não seria a revolução litúrgica pós-Vaticano II um preparativo ou realização dessa profecia? Não seria esta a “abominação da desolação” de que fala Nosso Senhor e o Profeta Daniel?

SÃO JOÃO BOSCO RESPONDE AO CENTRO DOM BOSCO

Em nosso último vídeo, “São João Bosco responde ao Centro Dom Bosco sobre João XXII e a lição da história” (disponível aqui https://youtu.be/ggyW9lGxNO8), terminei a série que compara o ensinamento do CDB sobre os Papas com aquele de seu padroeiro. Para facilitar a consulta e confronto de citações, condensei tudo em um arquivo PDF, que pode ser facilmente baixado, impresso, lido e distribuído. Segue o link:

São João Bosco responde ao Centro Dom Bosco sobre João XXII e a lição da história

Para encerrar nossa breve comparação entre São João Bosco e o Centro Dom Bosco, cumpre falar sobre o último caso de papa que caiu ou, ao menos, apoiou o erro, segundo o assim-chamado “Catecismo Católico da Crise na Igreja”. Depois disso, veremos qual é a surpreendente lição que ambos tiram de toda essa controvérsia.

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A Semana Santa reformada sob Pio XII: Breve Exame Crítico do Padre Olivier Rioult

Este breve exame crítico não dirá nada além do suficiente para responder à seguinte questão:

«Estamos nós dispensados de celebrar a Semana Santa reformada sob o pontificado de Pio XII?»

A primeira resposta que nos vem à mente é negativa. Com efeito, ao pedido de numerosos liturgistas, Pio XII empreendeu a reforma da Semana Santa. E se, em 1951, a título de ensaio (ad experimentum), ele autorizou a celebração da Vigília Pascal durante a noite, em 1955, ao contrário, tornou-a obrigatória, bem como toda a reforma do rito.

Há, contudo, graves e sérias razões pelas quais podemos responder positivamente.

(RIOULT, Pe. Olivier. A Semana Santa Reformada sob Pio XII: Breve Exame Crítico. Juquitiba: Seminário São José, 2022).

OUTRAS REFERÊNCIAS:
A SEMANA SANTA DE 1955, PREPARAÇÃO E PRINCÍPIO DA MISSA NOVA, E O LEGADO DE PIO XII:
https://controversiacatolica.com/2021/04/01/a-semana-santa-de-1955-preparacao-e-principio-da-missa-nova-e-o-legado-de-pio-xii/

REJEITAR AS REFORMAS LITÚRGICAS DE PIO XII É ILÍCITO?
https://controversiacatolica.com/2019/11/15/rejeitar-as-reformas-liturgicas-de-pio-xii-e-ilicito/

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TRAINDO CRISTO CRUCIFICADO: A Oração de Sexta-Feira Santa pelos Judeus

A Igreja, na Sexta-Feira Santa, faz as Orações Solenes, uma série de petições a Deus por todos os homens, sem exceção, para que todos creiam e sirvam a Nosso Senhor Jesus Cristo, nem mesmo os judeus estão excluídos, porque eles também precisam de Cristo para salvar-se e, em seu caso, a ignorância é ainda menos justificada que a dos pagãos.

No entanto, os modernistas, em cumplicidade com a sinagoga, decidiram mudar a antiga e tradicional oração católica pelos judeus em uma que os confirma em sua infidelidade. Eles também criaram uma nova teologia sobre o judaísmo, a fim de apagar – se possível – a doutrina de Cristo, a qual, além de prejudicial aos judeus, prepara o caminho para a vinda do Anticristo.

REFERÊNCIAS
TRAINDO CRISTO CRUCIFICADO: A NOVA ORAÇÃO DE SEXTA-FEIRA SANTA PELOS JUDEUS: https://controversiacatolica.com/2017/04/13/traindo-cristo-crucificado-a-nova-oracao-de-sexta-feira-santa-pelos-judeus/

QUAL É A DOUTRINA CATÓLICA SOBRE OS JUDEUS? https://controversiacatolica.com/2018/06/02/qual-e-a-doutrina-catolica-sobre-os-judeu/

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A SALVAÇÃO DE JUDAS na visão de Francisco e da Igreja Católica

“Judas e o escândalo da misericórdia”, esta é a manchete do L’Osservatore Romano para a Quinta-Feira Santa, uma manchete ilustrada, cujas imagens explicam o pensamento herético de Francisco sobre a salvação de Judas e a misericórdia de Deus. Os fundamentos dessa tese bergogliana e seu contraste com a doutrina católica sobre a matéria serão expostos ao longo deste vídeo.

REFERÊNCIAS
L’OSSERVATORE ROMANO. Giuda e lo scandalo della misericordia: https://web.archive.org/web/20210407022129/https://media.osservatoreromano.va/media/osservatoreromano/pdf/quo/2021/04/QUO_2021_074_0204.pdf

ULS Digital Collections. Central portal of the Nave: Tympanum-Christ Figure: https://digital.library.pitt.edu/islandora/object/pitt%3AFVEZ.PORTAL.INNER.CENTRAL.0050/viewer

TG 2000. La misericordia di Gesù verso Giuda: Papa descrive capitello di una chiesa romanica francese: https://youtu.be/Y2bs9c74SAc

SODALITIUM N. 72. Editoriale: https://www.sodalitium.biz/sodalitium_pdf/72.pdf

BASTABUGIE. E’ SCONVENIENTE CREDERE CHE GIUDA SIA IN PARADISO: http://www.bastabugie.it/it/articoli.php?id=4767

NOVUS ORDO WATCH. Yes, Judas is in Hell: Response to Steve Kellmeyer: https://novusordowatch.org/2022/04/judas-is-in-hell-response-to-steve-kellmeyer/

Idem. Francis: “Someone might think, ‘This Pope is a Heretic’…” for saying Judas Iscariot might be saved: https://novusordowatch.org/2017/11/francis-this-pope-heretic-judas-iscariot-saved/

Idem. Sympathy for the Devil: Vatican Newspaper tries to elicit Compassion for Judas Iscariot on Holy Thursday: https://novusordowatch.org/2021/04/vatican-sympathy-for-devil-judas-iscariot/

PAPA PIO XI. Ad Catholici Sacerdotti: https://www.vatican.va/content/pius-xi/es/encyclicals/documents/hf_p-xi_enc_19351220_ad-catholici-sacerdotii.html

BÍBLIA SAGRADA, versão do Padre Figueirado.

CATECISMO ROMANO.

MISSAL QUOTIDIANO, versão de Dom Beda.

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São João Bosco responde ao Centro Dom Bosco sobre “Erros Papais” e São Libério

São João Bosco não foi apenas um santo fundador e taumaturgo, o que já lhe faria digno de nosso afeto e gratidão, mas também foi um escritor prolífico, legando-nos muitas obras de importância, especialmente em defesa da fé católica e para a formação da juventude.

Neste breve vídeo, gostaria de enfatizar o seu papel proeminente como defensor dos Papas e do Papado, a fim de mostrar o grande contraste que há entre o pensamento deste santo, fiel representante do catolicismo de sempre, e aquele outro, diametralmente oposto, dos membros do Centro Dom Bosco, que, ao contrário de seu padroeiro, não cansam de disseminar calúnias contra os verdadeiros papas do passado, na ânsia vergonhosa de legitimar os falsos papas do presente, adeptos do herético “Concílio” Vaticano II.

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Meu Primeiro Semestre como Bispo: Entrevista Exclusiva com Dom Rodrigo da Silva

No dia 04/04/2022, Dom Rodrigo da Silva concedeu ao Controvérsia Católica, muito bem representado pelo Dr. Yuri Maria do Apostolado São Lucas, mais uma entrevista exclusiva, na qual Sua Excelência faz o balanço de seu primeiro semestre como Bispo. Viagem a Colômbia, convento de freiras, missões pelo Brasil, novas ordenações, críticas destrutivas e outros tópicos figuram nesta agradável conversação com o chefe do Seminário São José.

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Catecismos em Controvérsia: O Catecismo Maior de São Pio X de 1905 comparado ao Catecismo da Doutrina Cristã de 1912

Em muitas controvérsias, o Catecismo Maior de São Pio X é invocado como autoridade pelos adeptos da posição Reconhecer & Resistir, tanto quando o assunto é a infalibilidade papal (em seus números 199 e 200),1 quanto quando se trata da validade da Missa Nova (em seu número 600). Ao mesmo tempo, não deixam os neoconservadores de utilizá-lo como uma espécie de testemunho em favor do ecumenismo, na parte em que diz que os muçulmanos, também, creem no Deus verdadeiro (em seu número 226). Essa instrumentalização do Catecismo Maior de São Pio X nos faz colocar a questão de sua autoridade e exatidão ao tratar dessas matérias teológicas.

Confira o artigo na íntegra, em formato PDF, com todas as informações e mais a tabela comparativa citada no vídeo, em: https://controversiacatolica.files.wordpress.com/2022/03/catecismos-em-controversia-o-catecismo-maior-de-sao-pio-x-de-1905-comparado-ao-catecismo-da-doutrina-crista-de-1912.pdf

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