Em defesa do Papado contra os erros modernos

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Sermão da Festa de São Pedro e São Paulo, proferido pelo Reverendo Padre Héctor Romero.

A Igreja de Cristo: Una, Santa, Católica e Apostólica

A festa de São Pedro e São Paulo traz a nossa mente aqueles que foram as duas colunas da Igreja, a qual é esta instituição divina fundada por Nosso Senhor e conquistada com o seu sangue derramado na Cruz. Ela continua a missão redentora de Jesus Cristo, aplicando aos homens os frutos de seu sacrifício pelos nosso pecados. A Igreja tem o poder de perdoar os pecados, ela é o meio escolhido por Deus para que alcancemos sua misericórdia. Ela pode ser identificada ainda hoje por estas quatro notas: una, santa, católica e apostólica. Isso a distingue das seitas heréticas, tais como a protestante e a modernista. Saber essas coisas é importante para que cresça o nosso amor pela Igreja e para que rendamos graças a Deus pelo singular benefício de fazer-nos católicos.


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A Igreja de Cristo: Una, Santa, Católica e Apostólica

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Sermão da Festa de São Pedro e São Paulo, proferido pelo Reverendo Padre Héctor Romero.

A Igreja de Cristo: Una, Santa, Católica e Apostólica

A festa de São Pedro e São Paulo traz a nossa mente aqueles que foram as duas colunas da Igreja, a qual é esta instituição divina fundada por Nosso Senhor e conquistada com o seu sangue derramado na Cruz. Ela continua a missão redentora de Jesus Cristo, aplicando aos homens os frutos de seu sacrifício pelos nosso pecados. A Igreja tem o poder de perdoar os pecados, ela é o meio escolhido por Deus para que alcancemos sua misericórdia. Ela pode ser identificada ainda hoje por estas quatro notas: una, santa, católica e apostólica. Isso a distingue das seitas heréticas, tais como a protestante e a modernista. Saber essas coisas é importante para que cresça o nosso amor pela Igreja e para que rendamos graças a Deus pelo singular benefício de fazer-nos católicos.


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A Devoção Eucarística

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Sermão de Corpus Christi, proferido pelo Reverendo Padre Héctor Romero.

A história da festa de Corpus Christi e a consideração do sublime mistério da Eucaristia muito contribui para o aumento de nosso fervor e devoção. Ensinam-nos sobre imenso amor de Deus para conosco, o qual nos deve encher de zelo pela nossa santificação, de modo que agrademos sobremaneira a este Jesus que é alimento espiritual e fonte de vida eterna.


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Corpus Christi: Tempo de louvor e júbilo

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Sermão de Corpus Christi, proferido pelo Reverendo Padre Rodrigo da Silva.

A instituição da Eucaristia se celebra na Quinta-Feira Santa, este é o dia da Eucaristia e do Sacerdócio Católico. A festa de Corpus Christi prolonga o louvor e o júbilo ao Santíssimo Sacramento que, naquele tempo de Tríduo Pascal, é encurtado pela Sexta-Feira da Paixão. Como é sábia a Santa Igreja que reserva um tempo especial para que elevemos o nosso coração a contemplar o mistério da Santíssima Eucaristia! Neste sermão se explica a dignidade deste mistério da fé, enquanto se dão orientações para que o tratemos com a devida reverência; também serve de suplemento à lição de catecismo sobre o Santíssimo Sacramento da Eucaristia.


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Por que Padre Rodrigo da Silva se tornou sedevacantista

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Há na internet um vídeo que conta a trajetória que Padre Rodrigo da Silva fez do modernismo ao catolicismo. O fim deste novo vídeo é completar o que lhe falta, isto é, falar sobre os acontecimentos que levaram Padre Rodrigo da Silva a aderir à posição sedevacantista. A questão da Missa dita em comunhão com os modernistas e a inconsistência doutrinal da Fraternidade São Pio X (FSSPX) e Resistência são assinaladas e comentadas nessa conferência, as quais constituem o motivo principal para um sacerdote dizer “adeus” a esses grupos de índole contraditória, derrotista e cismática.


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A popularidade do sedevacantismo

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É necessário tecer alguns comentários sobre um fenômeno insólito: a popularidade do sedevacantismo na era de Bergoglio. Embora ponha a perder muitas almas com as suas heresias sobre fé e moral, este homem está abrindo os olhos de muita gente para o problema da heresia como um impedimento ao exercício da autoridade na Igreja. Até mesmo homens da hierarquia modernista (tais como Burke e Schineider) passaram a falar no assunto. As razões por trás deste acontecimento extraordinário, acompanhadas de orientações precisas sobre como se portar nessa situação, são a matéria desta conferência.


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O Sacramento da Extrema-Unção

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12.ª Lição de Catecismo da Doutrina Cristã. A Extrema-Unção.

Revise a lição sobre o Sacramento da Penitência.

I. A Extrema-Unção é o sacramento instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo para o alívio espiritual e também temporal dos enfermos em perigo de vida.

II. Se um sacramento nos foi preparado às portas da vida para nos abrir os caminhos da graça, também é preciso de outro que às portas da morte nos abra os caminhos da glória. Este sacramento é a Extrema-Unção, assim chamada por ser a última unção recebida pelo fiel. De fato, a primeira unção se recebe no Batismo; a segunda no Crisma ou Confirmação; a terceira, caso se faça sacerdote, na Ordem, e a quarta e última se dá neste sacramento que por isso recebe o nome de Extrema-Unção, ou seja, a última unção. Também é chamado de Santos Óleos, Santo Óleo ou Santa Unção por ser administrado com óleo bento pelo bispo na Quinta-Feira Santa.

III. Não sabemos em que tempo Nosso Senhor instituiu este Sacramento. O Evangelho nos diz que os Apóstolos, mandados por Cristo a pregar na Galileia e na Judeia, ungiam os pobres e enfermos  com óleo e assim os curavam (Mc 6, 13). Isso era sem dúvida uma figura deste sacramento, que São Tiago Apóstolo mostra ser plena realidade em sua Epístola: “Se algum dentre vós cai enfermo, chamai para junto de si os presbíteros da Igreja e estes façam oração sobre ele ungindo-o com óleo em nome do Senhor, e a oração da fé salvará o enfermo e o Senhor o aliviará e, se se encontra em pecado, os seus pecados lhes serão perdoados.” (Tg 5, 14-15)

IV. Encontra-se nesta passagem todos os elementos de um verdadeiro e autêntico sacramento. O sinal sensível é a bênção feita sobre o corpo do enfermo, juntamente como a oração feita pelo sacerdote; a graça invisível é a remissão dos pecados e o alívio espiritual e temporal do enfermo; sua instituição é divina, pois somente Deus pode conferir virtude sobrenatural a um sinal natural. Quanto à matéria, forma e ministro: a matéria remota é o óleo de oliveira benzido pelo bispo; a matéria próxima são as unções feitas com este óleo em forma de cruz sobre o corpo de moribundo; a forma é a oração pronunciada pelo sacerdote enquanto faz as unções; o ministro é o sacerdote católico.

V. As unções fazem-se justamente nas partes do corpo que Deus concedeu aos homens como órgãos dos sentidos: olhos, ouvidos, nariz, boca e mãos. Costuma-se também ungir os pés e os rins, omitindo-se esta última nas mulheres por questão de honestidade e pudor. É necessário, diz São Tomás, aplicar às fontes do pecado o remédio que deve curá-lo. Assim todos os sentidos do homem, contaminados pelo pecado, são purificados e santificados pela graça de Deus.

VI. Os efeitos deste sacramento são principalmente (1) o perdão dos pecados veniais e também dos mortais que o enfermo arrependido já não pudesse confessar; (2) a força para suportar pacientemente os males da enfermidade, para resistir às tentações e morrer santamente; (3) a saúde do corpo, se for útil para a salvação da alma.

VII. O Sacramento da Extrema-Unção só se pode dar aos doentes, sendo necessário que se verifique risco de vida. Não pode ser dado aos sãos, nem aos acometidos de doença leve. Se possível, deve ser recebido somente depois da administração do Sacramento da Penitência e da Eucaristia, pois, cono Sacramento dos vivos, deve ser recebido na graça de Deus. Por fim, é bom recebê-lo quando ainda se está no uso das faculdades e há alguma esperança de vida, para que o enfermo tire dele maior proveito.


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Santíssima Trindade: Dogma fundamental do Cristianismo

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Sermão da festa da Santíssima Trindade, proferido pelo Reverendo Padre Rodrigo da Silva.

A Santíssima Trindade é o dogma fundamental do Cristianismo. Por meio da profissão deste mistério da fé, adoramos a Deus na unidade de sua essência e na trindade de suas pessoas. Verdade infalível revelada pelo próprio Deus feito homem, Jesus Cristo Nosso Senhor, manifesta a grandeza de Deus e a pequenez do homem que se deve dobrar diante do mistério da divindade. Este sermão serve de aprofundamento à catequese sobre a Unidade e Trindade de Deus.


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O Espírito Santo não tem comunhão com o modernismo

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Sermão de Pentecostes, proferido pelo Reverendo Padre Héctor Romero.

O Espírito Santo é o Espírito da Verdade. A comunhão com o erro é inaceitável. Por isso não podemos ser nem carismáticos, nem modernistas; nem devemos admitir comunhão com eles.

O carismatismo, que prega que em toda parte se deve procurar os dons carismáticos, é pecado e leva para um mau caminho, porque em vez de buscar a graça santificante que convém, busca dons que não convém. Além disso, os carismáticos expõe-se a um perigo muito grande, já que de nenhum modo é seguro que o espírito que os guia é de fato o Espírito Santo.

O mesmo que se disse dos carismáticos, aplica-se aos modernistas que os acolheram na religião nova do Vaticano II. Buscam a reconciliação com o mundo, quando na verdade o que deveriam fazer é convertê-lo ao Evangelho. Eis um claro sinal de que pecam e levam os outros ao pecado, eis um claro sinal de que não são guiados pelo Espírito Santo, nem porta-vozes de Cristo Nosso Senhor.

O que é conveniente a todos nós que queremos permanecer fiéis à única Igreja de Jesus Cristo, o que também é um claro sinal da presença do Espírito Santo, é a vida na graça, cultivada sem qualquer ímpia aliança com os inimigos da verdade.

 


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O Sacramento da Penitência ou Confissão

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11.ª Lição de Catecismo da Doutrina Cristã. O Sacramento da Penitência ou Confissão.

Revise a lição sobre o Santíssimo Sacramento da Eucaristia.

I. A Penitência ou Confissão é o sacramento instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo para perdoar os pecados cometidos depois do Batismo.

II. Chama-se penitência, porque se espera da parte do pecador o espírito de penitência, isto é, que esteja arrependido e com o desejo de sair do pecado, disposição de todo oposta ao vício da impenitência, quando o pecador está satisfeito e deseja perseverar no pecado. Também se chama assim porque o sacerdote impõe ao pecador uma penitência, que ele deve cumprir fielmente. Recebe ainda o nome Confissão, porque não basta a dor de coração (dolor cordis), mas também é preciso a confissão de boca (confessio oris), isto é, a acusação distinta dos pecados cometidos.

III. Cristo instituiu este sacramento depois de sua Ressurreição, soprando sobre os Apóstolos, Ele disse “Recebei o Espírito Santo. Aos que perdoardes vós os pecados, ser-lhes-ão perdoados; e aos que vós o retiverdes, ser-lhes-ão retidos.” (Jo 20, 22-23). Este poder foi conferido aos Apóstolos não para o benefício pessoal deles, mas para o benefício de toda a Igreja. Assim, continua na Igreja este poder de perdoar os pecados, transmitido aos sucessores dos Apóstolos. O cristão que “se confessa com Deus”, na verdade se confessa com o diabo, pois muito agrada ao diabo o desprezo pela vontade de Deus. Mas a vontade de Deus é esta: quer que as pessoas se confessem com homens aos quais investiu do poder de perdoar os pecados, do mesmo modo que um rei manda libertar um preso por meio de um ministro seu e não diretamente. Por isso e muitas outras vantagens, Cristo conferiu tal poder aos Apóstolos e seus sucessores. Ofende ao rei o preso que não acolhe seu ministro, ofende a Cristo quem rejeita aqueles que ele enviou (Lc 10, 16). E Cristo quer a confissão auricular, pois os seus sacerdotes são juízes de consciências e como tais devem ouvir tudo o que diz respeito aos pecados do penitente para somente então dar a sentença.

São João Maria Vianney, o ilustre Cura d’Ars, foi um grande servo de Deus e um confessor exímio. Quantas pessoas ele converteu nas horas que ficava atendendo confissões! Certa vez, apareceu-lhe um cavalheiro na sacristia querendo fazer-lhe umas perguntas. O santo então disse: “Primeiro confesse-se e depois o senhor faz as perguntas”. O homem então admirou-se dizendo “Como posso eu confessar-me se não creio na confissão?” Sem descompor-se, atalhou o servo de Deus: “Senhor, ajoelhe-se naquele genuflexório ali e verá”. Disse-o com tal autoridade e tanta eficácia na graça de Deus que o cavalheiro ajoelhou-se quase sem o querer. Então, aproximando-se dele, o santo e lhe falava tão bem de Jesus, sua bondade, sua misericórdia, a feiura do pecado, a necessidade da graça, a importância de uma boa confissão para salvar-se, que o homem caiu em si e acabou por fazer, ajudado pelo cura, uma esplêndida confissão. Levantando-se qual novo homem, agradece ao santo que sorrindo lhe diz: “Agora o senhor pode dizer quais são as suas dificuldades, objeções…” Este porém, com lágrimas responde: “Mas, servo de Deus,  não tenho mais nenhuma pergunta, achei as respostas durante a confissão, tudo o que precisava era de uma boa confissão”.

IV. A matéria remota do Sacramento da Penitência são os pecados cometidos, a matéria próxima é a confissão desses pecados acompanhada do devido arrependimento. A forma são as palavras de absolvição ditas pelo sacerdote, que é o ministro deste sacramento.

V. A confissão bem-feita requer cinco coisas: 1.ª Exame de consciência; 2.ª Dor pelos pecados; 3.ª Propósito de Emenda; 4.ª Confissão; 5.ª Satisfação. Todas essas coisas se encontram na parábola do filho pródigo.

Convém fazer algumas observações.

O exame deve ser uma investigação sobre os pecados cometidos contra a lei de Deus, os mandamento da Igreja e os deveres do próprio estado. Deve ser feito com tal diligência que se saiba a espécie, o número e as circunstâncias agravantes de cada pecado.

A dor pelos pecados pode ser perfeita ou imperfeita. É perfeita quando o pecador se dói por amor de Deus, por ter ofendido ao pai bondoso, nosso Criador e Redentor. neste caso chama-se de contrição. É imperfeita quando o pecador se dói por ter perdido o céu e merecido o inferno, neste caso dá-se-lhe o nome de atrição.

O propósito de emenda requer a detestação não só do pecado em si, mas de tudo o que for ocasião próxima de pecado, isto é, verdadeira e firme resolução de não pecar mais, nem de dar ocasião ao pecado.

A confissão tem de ser inteira, sem nada omitir; sincera, sem nada disfarçar; humilde, sem qualquer exaltação ou indiferença perante o pecado. O penitente deve estar como Maria Madalena aos pés de Jesus.

Por fim, a satisfação implica ouvir com atenção as orientações e conselhos dados pelo sacerdote, bem como cumprir com exatidão a penitência imposta por ele.

VI. Os efeitos do Sacramento da Penitência são extraordinários. Primeiro, o pecador como que vai da morte para a vida, como aconteceu com o filho pródigo. Ao voltar para a casa do pai, recebe depois de confissão dorida e humilde, a graça de Deus, simbolizada pela veste que lhe é dada. Mas não só isso: também recebe o anel, figura da caridade e das outras virtudes infusas que agora o unem a Deus; e ainda o calçado, imagem do mérito das boas obras que é restituído ao pecador penitente.

VII. A Confissão muda a pena eterna devida ao pecado (o Inferno) em pena temporal, isto é, uma divida que deve ser paga neste mundo ou no Purgatório. Ordinariamente, a penitência imposta pelo padre paga apenas uma parte desta divida, o que exige que o pecador continue expiando essa divida com as indulgências e exercícios de penitência. As indulgências aplicam os méritos de Cristo, Nossa Senhora e dos Santos àquele que, estando na graça de Deus, cumpre os exercícios de piedade indulgenciados, conforme as condições prescritas pelo Romano Pontífice. Os exercício de penitência são principalmente três: oração, jejum e esmola. Assim é porque o homem deve oferecer-se todo a Deus em reparação: com a oração, oferece a alma; com o jejum, o corpo; com a esmola, os bens exteriores que possui. Por oração se entende também assistir piedosamente ao Santo Sacrifício da Missa, recitar o Rosário, fazer a Via Sacra e coisas semelhantes. O jejum também inclui toda mortificação corporal, como aplicar-se disciplina, dormir no chão, fazer uma peregrinação. A esmola é cumprir o nosso dever de caridade para com o próximo por amor de Deus.


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