A verdadeira devoção ao Sagrado Coração de Jesus

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Conferência sobre a importância do culto ao Sagrado Coração de Jesus, proferida pelo Rev. Padre Ariel Damin da Capela Nossa Senhora de Lourdes (Mendoza, Argentina).

O sacerdote baseia sua explicação nos seguintes documentos do Magistério da Igreja:

Papa Leão XIII, Annum Sacrum, 1899.
Papa Pio XI, Miserentissimus Redemptor, 1928.
Papa Pio XII, Haurietis Aquas, 1956.

Desta última encíclica, Padre Damin cita a seguinte passagem (n. 60), que bem ilustra o lugar de honra ocupado pelo Sagrado Coração de Jesus no culto católico:

“E aqui está a razão por que, na prática, o culto ao sagrado coração é considerado como a mais completa profissão da religião cristã. Verdadeiramente, a religião de Jesus Cristo funda-se toda no Homem-Deus mediador; de maneira que não se pode chegar ao coração de Deus senão passando pelo coração de Cristo, conforme o que ele mesmo afirmou: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim’ (Jo 14,6). Assim sendo, facilmente deduzimos que, pela própria natureza das coisas, o culto ao sacratíssimo coração de Jesus é o culto ao amor com que Deus nos amou por meio de Jesus Cristo, e, ao mesmo tempo, o exercício do amor que nos leva a Deus e aos outros homens; ou, dito por outra forma, este culto dirige-se ao amor de Deus para conosco, propondo-o como objeto de adoração, de ação de graças e de imitação; e tem por fim a perfeição do nosso amor a Deus e aos homens mediante o cumprimento cada vez mais generoso do mandamento ‘novo’, que o divino Mestre legou como sagrada herança aos seus apóstolos quando lhes disse: ‘Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros, como eu vos amei… O meu preceito é que vos ameis uns aos outros, como eu vos amei’ (Jo 13,34; 15,12). Esse mandamento, verdadeiramente, é ‘novo’ e ‘próprio’ de Cristo; porque, como diz s. Tomás de Aquino: ‘Pouca diferença há entre o Antigo e o Novo Testamento; pois, como diz Jeremias: ‘Farei um pacto novo com a casa de Israel’ (Jr 31,31). Porém que este mandamento se praticasse no Antigo Testamento a impulsos de um santo temor e amor, isto pertencia ao Novo Testamento; de sorte que este mandamento existia na antiga lei não como próprio dela, porém como preparação da nova lei.'”

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