São Pio X denuncia o modernismo do Vaticano II

Sao Pio X ii

DISCURSO DO SANTO PADRE PIO X AOS NOVOS CARDEAIS

17 abr. 1907

[…]

E vós sabeis, Veneráveis Irmãos, que por isso não temia a Igreja, quando os éditos dos Césares intimavam aos primeiros cristãos: ou abandonar o culto de Jesus Cristo ou morrer; porque o sangue dos mártires era semente de novos prosélitos à fé. Mas a guerra tormentosa, que a faz repetir: Ecce in pace amaritudo mea amarissima [eis aqui na paz a minha amargura amaríssima], é aquela que deriva da aberração das mentes, quando suas doutrinas são mal-entendidas e se repete no mundo o grito de rebelião, pelo qual foram expulsos os rebeldes do Céu. E infelizmente rebeldes são aqueles que professam e difundem sob formas sutis os erros monstruosos sobre a evolução do dogma, sobre o retorno ao Evangelho puro, isto é, desfolhado, como dizem, das explicações da teologia, das definições dos Concílios, das máximas da religião -, sobre a emancipação da Igreja, mas de um modo novo, sem rebelar-se para não ser cortados fora, mas sem tampouco sujeitar-se para não faltarem às próprias convicções, e finalmente sobre adaptação aos tempos em tudo, no falar, no escrever e no pregar uma caridade sem fé, muito terna aos incrédulos, que abre a todos infelizmente o caminho da eterna ruína.

Vós bem vedes, Veneráveis Irmãos, se Nós, que devemos defender com todas as forças o depósito que nos foi confiado, não temos razão de estar angustiados diante deste ataque, que não é uma heresia, mas o compêndio e o veneno de todas as heresias, que tende a minar os fundamentos da fé e aniquilar o cristianismo.

Sim, aniquilar o cristianismo, porque a Sagrada Escritura para esses hereges modernos não é mais a fonte segura de todas as verdades pertencentes à fé, mas apenas um livro comum; – a inspiração para eles se restringe às doutrinas dogmáticas, entendidas a sua maneira, e quase não se diferencia da inspiração poética de Ésquilo e Homero. A legítima intérprete da Bíblia é a Igreja, mas sujeita às regras da chamada ciência crítica, que se impõe a Teologia e a faz escrava. Para a Tradição, finalmente, tudo é relativo e sujeito à mutações e assim a autoridade dos Santos Padres se reduz a nada. E espalham todos esses mil e tantos erros em panfletos, jornais, livros religiosos e até mesmo em romances, e lhes envolvem em certos termos ambíguos, em certas formas nebulosas, a fim de deixar sempre aberta uma brecha para a defesa, para não incorrer em uma aberta condenação e conduzir os incautos as suas armadilhas.

Nós contamos muito com a vossa obra também, Veneráveis Irmãos, porque se vós conheceis com os Bispos, vossos subordinados nas vossas regiões, estes semeadores da cizânia, uni-vos a Nós no combate, informai-nos do perigo aos quais estão expostas as almas, denunciai os seus livros às Sagradas Congregações Romanas e enquanto isso, usando das faculdades a vós concedidas pelos Sagrados Cânones, solenemente os condenem, persuadidos da altíssima obrigação que haveis assumido de ajudar o Papa no governo da Igreja, de combater o erro e defender a verdade até a efusão do sangue.

[…]

AAS, vol. XL (1907), pp. 259-262.

DISCORSO DEL SANTO PADRE PIO X AI NUOVI CARDINALI

17 aprile 1907

[…]

E voi lo sapete, Venerabili Fratelli, che per questo non temeva la Chiesa, quando gli editti dei Cesari intimavano ai primi cristiani: o abbandonare il culto a Gesù Cristo o morire; perchè il sangue dei martiri era semente di nuovi proseliti alla fede. Ma la guerra tormentosa, che la fa ripetere: Ecce in pace amaritudo mea amarissima, è quella che deriva dalla aberrazione delle menti, per la quale si misconoscono le sue dottrine e si ripete nel mondo il grido di rivolta, per cui furono cacciati i ribelli dal Cielo. E ribelli pur troppo sono quelli, che professano e diffondono sotto forme subdole gli errori mostruosi sulla evoluzione del dogma, sul ritorno al Vangelo puro, vale a dire sfrondato, com’ essi dicono, dalle spiegazioni della teologia, dalle definizioni dei Concilii, dalle massime dell’ ascetica, — sulla emancipazione dalla Chiesa, però in modo nuovo senza ribellarsi per non esser tagliati fuori, ma nemmeno assoggettarsi per non mancare alle proprie convinzioni, e finalmente sull’ adattamento ai tempi in tutto, nel parlare, nello scrivere e nel predicare una carità senza fede, tenera assai pei miscredenti, che apre a tutti purtroppo la via all’eterna rovina.

Voi ben vedete, o Venerabili Fratelli, se Noi, che dobbiamo difendere con tutte le forze il deposito che Ci venne affidato, non abbiamo ragione di essere in angustie di fronte a quest’attacco, che non è un’eresia, ma il compendio e il veleno di tutte le eresie, che tende a scalzare i fondamenti della fede ed annientare il cristianesimo.

Sì, annientare il cristianesimo, perchè la Sacra Scrittura per questi eretici moderni non è più la fonte sicura di tutte le verità che appartengono alla fede, ma un libro comune; — l’ ispirazione per loro si restringe alle dottrine dogmatiche, intese però a loro modo, e per poco non si differenzia dall’ ispirazione poetica di Eschilo e di Omero. Legittima interprete della Bibbia è la Chiesa, però soggetta alle regole della così detta scienza critica, che s’impone alla Teologia e la rende schiava. Per la tradizione finalmente tutto è relativo e soggetto a mutazioni, e quindi ridotta al niente l’autorità dei Santi Padri. E tutti questi e mille altri errori li propalano in opuscoli, in riviste, in libri ascetici e perfino in romanzi e li involgono in certi termini ambigui, in certe forme nebulose, onde avere sempre aperto uno scampo alla difesa per non incorrere in un’ aperta condanna e prendere però gli incauti ai loro lacci.

Noi pertanto contiamo assai anche sull’opera vostra, Venerabili Fratelli, perchè qualora conosciate coi Vescovi Vostri suffraganei nelle vostre Regioni di questi seminatori di zizzania, vi uniate a Noi nel combattere, Ci informiate del pericolo a cui sono esposte le anime, denunciate i loro libri alle Sacre Congregazioni Romane e frattanto, usando delle facoltà che dai Sacri Canoni vi sono concesse, solennemente li condanniate, persuasi dell’obbligo altissimo che avete assunto di aiutare il Papa nel governo della Chiesa, di combattere l’ errore e di difendere la verità fino all’ effusione del sangue.

[…]

AAS, vol. XL (1907), pp. 259-262.

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As heresias do Concílio Vaticano II

AS HERESIAS DO VATICANO II

Bispo Bernard Fellay exime de culpa o Vaticano II e a Missa Nova

Por Mons. Donald J. Sanborn (2018)

PDF: As heresias do Vaticano II

O bispo Fellay, que até há pouco foi o diretor da Fraternidade Sacerdotal São Pio X nos últimos vinte e quatro anos, concedeu uma entrevista a Tagespost em que disse algumas coisas que merecem ser consideradas.

A primeira é esta: “Nunca dissemos que o Concílio ensina diretamente heresias. Mas sim tirou o muro de protação do erro e assim permitiu que o erro se manifestasse.”

Está é uma declaração verdadeira? O Vaticano II simplesmente expôs a Igreja ao erro? Ou ele realmente contém heresias? Reposta: Ele contém heresias.

Primeira heresia do Vaticano II: o ecumenismo.

O documento Unitatis Redintegratio, ou o Decreto sobre o Ecumenismo, contém uma heresia evidente contra o dogma católico que ensina que fora da Igreja não há salvação. O Concílio declara:

“Por isso, as Igrejas e Comunidades separadas, embora creiamos que tenham defeitos, de forma alguma estão despojadas de sentido e de significação no mistério da salvação. Pois o Espírito de Cristo não recusa servir-se delas como de meios de salvação cuja virtude deriva da própria plenitude de graça e verdade confiada à Igreja católica.” (Unitatis Redintegratio, n. 3; ênfase nossa).

A Igreja Católica ensina como dogma – foi chamado por Pio IX de “o mais conhecido dogma católico” – que fora da Igreja não há salvação. O Concílio declara a exata contraditória deste dogma católico, isto é, que há salvação fora da Igreja Católica, que estas religiões não católicas podem oferecer a salvação a seus adeptos e de fato têm os meios para salvar-se. Isso é heresia.

A segunda heresia do Vaticano II: a liberdade religiosa.

A Igreja Católica, professando ser a única e verdadeira Igreja fundada por Jesus Cristo, fora da qual não há salvação, entende que a liberdade religiosa é a liberdade da Igreja Católica para levar a cabo sua missão no mundo, para estabelecer-se em todas as partes, para funcionar com liberdade como uma entidade distinta do Estado. Também reclama a liberdade de seus aderentes para professar e praticar sua fé católica sem perseguição, ou abuso.

Condena a ideia, por ser contrária à Sagrada Escritura, de que todas as religiões têm estas mesmas liberdades e estes mesmos direitos. Afirmar tal coisa seria o mesmo que dizer que qualquer pessoa ou organização teria direito a fazer algo mau. Mas isso é contrário à lei natural e, portanto, contrário aos ensinamentos da Igreja. Você pode ter somente o direito de fazer algo certo e nunca de fazer algo errado.

A liberdade é o poder de escolher o bem. A licença é a liberdade falsamente conformada a vontade de escolher o mal. Para que exista o exercício da verdadeira liberdade é necessário que não haja o detrimento de nenhum dever. Porque a liberdade não existe para o mal, senão para o bem. Portanto, dado que o homem abusa da liberdade com o propósito de cometer o mal, isto não deve chamar-se liberdade, senão licença.

A liberdade de consciência é absolutamente ímpia. Porque o homem tem a mais estrita obrigação de pensar corretamente acerca de Deus e das coisas que caem tanto dentro da religião especulativa como da prática. Mas ir contra o dever mais estrito da natureza é licença, não liberdade. Se estamos falando de uma transgressão voluntária de nosso dever perante Deus, a licença mencionada é ímpia. Se o homem reclamando a liberdade de sua consciência, tivesse o direito de pensar sobre Deus como lhe aprouvesse, esta liberdade, este direito, é verdadeiramente uma impiedade.

A liberdade das religiões, considerada em si mesma, é absurda. Esta proposição se prova pelo que acabamos de dizer. Porque a liberdade das religiões deriva só da liberdade de consciência. Como a liberdade de consciência é absurda, também se deduz que a liberdade das religiões é absurda. Mas deve-se dizer algo mais. Se é dada a liberdade das religiões, então se tira de Deus o poder de impor aos homens um determinado culto e se impõe a Deus a obrigação de aceitar ou ao menos aprovar qualquer forma de culto inventado pela razão humana. Mas Deus ordenou uma forma de culto: o da religião católica. Em consequência, Ele não está obrigado a aceitar qualquer forma de culto que os seres humanos pretendam oferecer-lhe. Disso se deduz que os homens não podem, sem evidente irreligião e impiedade, rechaçar os preceitos de Deus e ser os árbitros de seu próprio culto. Por outro lado, é uma impiedade negar-lhe a faculdade de determinar o culto religioso e impor-lhe algum tipo de dever sobre a aprovação indiscriminada de todas as formas de culto religioso. Portanto, a liberdade das religiões é absurda.

O “Concílio” Vaticano II, no entanto, ensina que a liberdade de religião para o indivíduo e para as organizações religiosas é um direito que emana da noção da dignidade humana. Ademais, diz que esta doutrina sobre a dignidade humana está contida na revelação, mas não dá nenhuma referência na qual a revelação de Deus garante o direito de crer e praticar qualquer religião que se queira.

O Vaticano II ensina na Dignitatis Humanæ, nº. 2:

“Este Concílio Vaticano declara que a pessoa humana tem direito à liberdade religiosa. Esta liberdade consiste no seguinte: todos os homens devem estar livres de coação, quer por parte dos indivíduos, quer dos grupos sociais ou qualquer autoridade humana; e de tal modo que, em matéria religiosa, ninguém seja forçado a agir contra a própria consciência, nem impedido de proceder segundo a mesma, em privado e em público, só ou associado com outros, dentro dos devidos limites.”

Alguns tentam defender o Concílio dizendo que a única coisa que ele significa é que ninguém deveria ser obrigado a converter-se ao catolicismo por meio da espada. A Igreja sempre ensinou que a conversão não deve ter lugar dessa maneira e condenou qualquer intento de fazê-lo. No entanto, que esta não é a intenção do Concílio pode comprovar-se nos parágrafos que seguem ao mencionado anteriormente.

“A liberdade ou imunidade de coação em matéria religiosa, que compete às pessoas tomadas individualmente, também lhes deve ser reconhecida quando atuam em conjunto. Com efeito, as comunidades religiosas são exigidas pela natureza social tanto do homem como da própria religião.

“Por conseguinte, desde que não se violem as justas exigências da ordem pública, deve-se em justiça a tais comunidades a imunidade que lhes permita regerem-se segundo as suas próprias normas, prestarem culto público ao Ser supremo, ajudarem os seus membros no exercício da vida religiosa e sustentarem-nos com o ensino e promoverem, enfim, instituições em que os membros cooperem na orientação da própria vida segundo os seus princípios religiosos.

“Também compete às comunidades religiosas o direito de não serem impedidas por meios legais ou pela ação administrativa do poder civil, de escolher, formar, nomear e transferir os próprios ministros, de comunicar com as autoridades e comunidades religiosas de outras partes da terra, de construir edifícios religiosos e de adquirir e usar os bens convenientes. Os grupos religiosos têm ainda o direito de não serem impedidos de ensinar e testemunhar publicamente, por palavra e por escrito a sua fé.”

Aqueles que vivem em um país como os Estados Unidos, onde a liberdade religiosa descrita nesses parágrafos se considera um direito civil normal, inclusive sagrado, não percebe a malícia dessas palavras. Se substituímos “religião” por “aborto”, o ponto poderia se tornar mais evidente. “Este Concílio Vaticano declara que a pessoa humana tem direito ao aborto… As clínicas de aborto são exigidas pela natureza social tanto do homem como do próprio aborto… Desde que não se violem as justas exigências da ordem pública, deve-se em justiça a tais clínicas de aborto a imunidade que lhes permita regerem-se segundo as suas próprias normas, realizar abortos em público, ajudarem os seus membros na prática do aborto e sustentarem-nos com o ensino e promoverem, enfim, instituições em que os membros cooperem na orientação da própria vida segundo os seus princípios abortivos.”

Preciso continuar? Deve-se assinalar que, por odioso que seja um crime como o aborto, a profissão de uma religião falsa é muito mais odiosa aos olhos de Deus, sendo diretamente contrária a seus direitos solenes. Não se deve esquecer que em Êxodo (capítulo 32) Deus ordenou a morte de todos aqueles que tinham participado da adoração do bezerro de ouro e que não haviam se arrependido disso. A quantidade de mortos foi 23.000. Este evento transcendental foi para mostrar ao povo hebreu a obrigação de aderir à verdadeira religião e de rechaçar as religiões falsas. Segundo o Vaticano II, Moisés deveria ter proclamado a liberdade religiosa para todos os adoradores de bezerros.

A liberdade religiosa, como a ensina o Vaticano II, é na realidade uma heresia. Esta foi solenemente condenada pelo Papa Pio IX por ser contra as Escrituras. Ademais, o Arcebispo Lefebvre considerava a liberdade religiosa uma heresia. Ele disse exatamente isso a Pe. Cekada numa conversa de jantar em Oyster Bay.
A terceira heresia do Vaticano II: a nova eclesiologia.

Por eclesiologia nos referimos à doutrina da Igreja sobre sua própria natureza, isto é, sua essência e características. O Vaticano II ensina uma eclesiologia herética. Ela está contida na Lumen Gentium.

O dogma tradicional da Igreja Católica é que só a Igreja Católica é a única verdadeira Igreja de Cristo e que, portanto, qualquer entidade fora dela mesma é uma religião falsa. Isso inclui inclusive aquelas religiões cismáticas do Oriente que podem ter um sacerdócio válido e sacramentos válidos. Se você é cortado do tronco, o Papa, não é mais que um ramo morto que caiu da videira.

O Vaticano II alterou essa doutrina para incluir outras denominações cristãs na Igreja de Cristo, dizendo que a Igreja de Cristo, como corpo organizado, subsiste na Igreja Católica.

O que significa subsistir? A substância é a perfeição de uma coisa pela qual existe por si mesma e não em outra coisa. Por exemplo, uma cor não pode existir por si mesma, mas sempre deve existir em outra coisa, por exemplo, uma pintura, uma flor, um pano. Esta “outra coisa” deve ter sua própria subsistência.

Aplicando isso à eclesiologia, se a Igreja de Cristo não subsiste por si mesma, senão que deve subsistir em outra coisa, significa que a Igreja de Cristo é realmente distinta daquilo em que subsiste, a saber, que são por natureza duas coisas diferentes. Significa que a Igreja de Cristo não é a Igreja Católica, e a Igreja Católica não é a Igreja de Crito. Se por natureza não fossem duas coisas diferentes, seriam a mesma coisa, e seria necessário dizer que a Igreja de Cristo é a Igreja Católica, que é precisamente o dogma da Igreja Católica.

A doutrina do “subsiste em” também significa que a Igreja de Cristo poderia subsistir em outra coisa, como a Igreja Luterana, por exemplo.

Embora esta doutrina seja estupenda para a heresia do ecumenismo e da liberdade religiosa, ela destrói as doutrinas da Igreja de que a Igreja Católica é exclusivamente a Igreja de Cristo e vice-versa. A Igreja de Cristo e a Igreja Católica são uma e a mesma coisa, e assim é com caráter exclusivo, o que significa que nenhuma outra organização “cristã” pode chamar-se de qualquer modo Igreja de Cristo. O único nome apropriado para elas é de seita herética ou cismática.

A quarta heresia do Vaticano II: a colegialidade.

Esta doutrina, também contida na Lumen Gentium, sustenta que o sujeito (possuidor) do poder supremo na Igreja é o colégio dos bispos. Ouça o Concílio:

“A Ordem dos Bispos, que sucede ao colégio dos Apóstolos no magistério e no governo pastoral, e, mais ainda, na qual o corpo apostólico se continua perpetuamente, é também juntamente com o Romano Pontífice, sua cabeça, e nunca sem a cabeça, sujeito do supremo e pleno poder sobre toda a Igreja.” (n. 22)

Isso é heresia. Porque a Igreja Católica ensina que o Romano Pontífice é o cabeça da Igreja Católica. Ouça o Concílio de Florença:

“Da mesma maneira definimos que a Santa Sé Apostólica e o Romano Pontífice tem primazia em todo o mundo e que o Romano Pontífice é sucessor do Bem-Aventurado Pedro, o chefe dos Apóstolos, e o verdadeiro Vigário de Cristo, e que ele é a cabeça de toda a Igreja, e o pai e mestre de todos os cristãos; e que todo o poder lhe foi dado no Bem-Aventurado Pedro por Nosso Senhor Jesus Cristo, para alimentar, legislar e governar a Igreja universal; tal como está contido nas Atas dos Concílios Ecumênicos e nos cânones sagrados.” (Decreto para os gregos, 6 jul 1439)

O Papa Pio VI condenou a segunte doutrina:

“Todos os bispos juntos em um só corpo governam a mesma Igreja, cada um com pleno poder.”*

Alguns tratam de salvar o Vaticano II da heresia dizendo que o Concílio declara que o Papa é o chefe do colégio e que este não pode atuar sem ele. Mas isso não salva da heresia, porque o Papa nesse caso simplesmente se converte em outro membro do colégio dos bispos e seria simplesmente uma condição de seu poder, mas não a fonte de seu poder.

Outros tentam salvar o Concílio assinalando que o documento afirma que o Papa é o chefe da Igreja: “Em virtude de seu ofício, isto é, como Vigário de Cristo e pastor de toda a Igreja, o Romano Pontífice tem plenitude, poder supremo e universal sobre a Igreja”. No entanto, este é um intento vão. Nenhuma organização pode ter duas cabeças, dois legisladores supremos. Uma deve dar a última palavra, a quem a outra esteja subordinada. O Rei Carlos I da Inglaterra perdeu a cebeça defendendo a supremacia do rei sobre o parlamento.

No entanto, outros tentam salvar o Concílio citando a Nota Preliminar da explicação (a Nota Prævia), mas isso não tem nenhum valor, já que não faz parte do documento aceito pelos bispos. O teólogo modernista Yves Congar se apressou em dizê-lo quando era perito no Concílio. Ademais, não há nada na Nota Prævia que cancele a heresia conciliarista do documento.

A doutrina católica é que o Papa, como cabeça suprema da Igreja, pode convidar os bispos para um concílio geral, no qual, por seu consentimento, participam em seu poder de governar a Igreja. Ademais, nesses concílios gerais, a autoridade dos bispos se limita às suas dioceses. O poder para governar a diocese provém de Cristo, mas chega a eles através do Romano Pontífice, quem pode tirar-lhes o poder quando quer que o deseje. O Papa Pio XII o ensinou na encíclica Mystici Corporis:

“Ainda que nisto mesmo [no exercício do ofício episcopal], não sejam plenamente independentes, mas estão sujeitos à autoridade do romano pontífice, de quem receberam imediatamente o poder ordinário de jurisdição que possuem.” (n. 41)

*******

O bispo Fellay capitula ante os modernistas ao falar do Concílio. Há aproximadamente um ano, o Vaticano disse a Fraternidade São Pio X que não poderia haver nenhuma esperança de reconciliação a menos que a FSSPX aceitasse o Vaticano II e o magistério posterior ao Vaticano II. Ao dizer que não há heresia no Vaticano II, Mons. Fellay diz que o Vaticano II é ortodoxo, isto é, católico e não é ofensivo à fé católica.

Se é assim, o que é que estávamos fazendo durante os últimos cinquenta anos?
O bispo Fellay também fala sobre a questão da Missa Nova. Ele faz esta notável declaração: “Nem todas as Missas Novas são diretamente um escândalo, mas a celebração repetida da Missa Nova conduz a um enfraquecimento ou inclusive a uma perda da Fé.”

Pergunta: Como não poderia ser um escândalo se leva a perda da fé? Como poderia uma Igreja infalível e indefectível, a Igreja de Cristo, assistida pelo Espírito Santo, coluna e fundamento da Verdade, como a chama São Paulo, promulgar a todo mundo um rito que leva à perda da fé? A declaração do bispo Fellay cai sob o anátema do Concílio de Trento:

“Se alguém disser que as cerimônias, vestimentas, sinais externos, que a Igreja Católica usa na celebração das missas são incentivos à impiedade em lugar de um serviço de piedade, seja anátema.”

Bispo Fellay afirma nesta mesma entrevista que a Missa tradicional é como uma trompete de prata, enquanto a Missa Nova é como um trompete de bronze.

“Só digo que se você está recebendo um chefe de Estado e se tem a opção de escolher um trompete de prata ou um de bronze, você escolheria o trompete de bronze? Seria um insulto. Não o faria. Inclusive as melhores missas novas são como trompetes de bronze, comparadas à liturgia tradicional. Para Deus, escolheríamos o que é o melhor.”

A única conclusão que se pode extrair desta declaração é que a Missa Nova é uma missa católica, mas unicamente inferior à missa tradicional. No fim, ambas são trompetes! O prateado é simplesmente mais bonito que o bronze. Creio que uma melhor analogia teria sido comparar a Missa Nova não a um trompete de bronze, mas a um elefante gigante com flatulências.

O bispo Fellay, até há pouco, era chefe da organização que pretende ser o baluarte da tradição, a única esperança para os fiéis católicos que querem proteger-se do Vaticano II e das suas reformas. No entanto, ele está confuso quanto aos mais altos princípios de resistência ao Vaticano II. Por um lado, ele diz que a Missa Nova enfraquece ou destrói a sua fé, o que signifia que é veneno, e algumas linhas mais tarde diz que é um trompete de bronze e não de prata, o que significa que existe uma mera diferença de qualidade entre as missas.

Por esta razão nos alegramos de nos ter separado da FSSPX em 1983. Então vimos as sementes desta completa confusão teológica, esta teologia a la Maxine Waters [política congresista dos EUA], e não quisemos ser parte dela.

Podemos ser pequenos comparados à FSSPX, mas não somos confusos. Como disse Garrigou-Lagrange: “Mil idiotas não equivalem a um gênio”. Do mesmo modo, mil sacerdotes confusos não são iguais a um sacerdote com a cabeça no lugar.

* – Salvo engano meu, o autor se refere à proposição que necessariamente se deduz do sistema de Febrônio, pseudônimo de Johann von Hontheim (1701-1790), sistema este que foi condenado por Pio VI tanto no breve Super soliditate petrae (28 nov. 1786) quanto na bula Auctorem Fidei (28 ago. 1794).

REFERÊNCIA

SANBORN, Monsenhor Donald J. In Veritate: Bishop Fellay’s interview, 23 jul. 2018.

A Nova Eclesiologia do Vaticano II

A NOVA ECLESIOLOGIA DO VATICANO II

A doutrina do Vaticano II sobre a Igreja é nova e herética,
contradiz a doutrina católica ensinada por
todos os verdadeiros e legítimos papas.

Organizado por Stephen Heiner (2016)
Traduzido e adaptado por Diogo Rafael Moreira (2018)

PDF: A nova eclesiologia do Vaticano II

A Igreja de Cristo é a Igreja Católica: não se pode encontrá-la senão na Igreja Católica, ninguém fora desta Igreja pode estar seguro de sua salvação, nem podem as seitas heréticas e cismáticas fazer parte da Igreja de Cristo (Pio XII, Mystici Corporis; Leão XIII, Satis Cognitum etc.).

O Vaticano II, porém, afirma que a Igreja de Cristo apenas subsiste na Igreja Católica, existindo também, embora de outro modo, nas seitas heréticas e cismáticas.

“Esta Igreja, constituída e organizada neste mundo como uma sociedade, subsiste na Igreja Católica governada pelo sucessor de Pedro e pelos bispos em comunhão com ele, embora fora de sua visível estrutura se encontrem vários elementos de santificação e verdade.” (Lumen Gentium, n. 8, 21 nov. 1964)

Essa nova definição – A Igrja de Cristo subsiste na Igreja Católica – constitui uma mudança substancial na doutrina sobre a Igreja, pode com toda certeza chamar-se de uma inovação doutrinal, isto é, heresia. Historicamente, ela é o ápice de uma revolta contra o conceito tradicional, reiterado por Sua Santidade o Papa Pio XII na Mystici Corporis (1943). O próprio Pio XII dá conta dos começos desse desvio na encíclica Humani Generis:

“Alguns não se consideram obrigados a abraçar a doutrina que há poucos anos expusemos numa encíclica e que está fundamentada nas fontes da revelação, segundo a qual o corpo místico de Cristo e a Igreja católica romana são uma e a mesma coisa. Outros reduzem a uma fórmula vã a necessidade de pertencer à Igreja verdadeira para conseguir a salvação eterna.” (Humani Generis, n. 27, 12 ago. 1950)

A diferença entre a doutrina de Pio XII e a do Vaticano II fica mais evidente quando se compreende suas implicações. A doutrina tradicional exclui as seitas heréticas e cismáticas de terem qualquer parte na Igreja de Cristo:

“Quem, pois, fixa sua atenção e reflete sobre a situação das diversas sociedades religiosas, em discórdia entre si e separadas da Igreja Católica – a qual sem interrupção, desde a época do Cristo Senhor e dos seus Apóstolos, através dos legítimos Pastores sempre exerceu, e ainda exerce, o poder divino conferido a ela pelo próprio Senhor -, deve facilmente convencer-se de que em nenhuma dessas sociedades, ou mesmo nelas em conjunto, pode ser reconhecido de qualquer maneira aquela única Igreja Católica que o Cristo Senhor edificou, estabeleceu e quis que existisse. Nem pode ser dito que elas são membros e partes dessa Igreja enquanto permanecem visivelmente separadas da unidade católica.” (Papa Pio IX, Iam Vos Omnes, 13 set. 1868)

A mesma doutrina é ensinada em catecismos e manuais de instrução religiosa anteriores ao Vaticano II, essa também é a doutrina de todos os Santos Padres e Doutores da Igreja Católica, tamanha ubiquidade a faz um dogma do Magistério Ordinário Universal da Igreja Católica. Eis dois exemplares da exposição dessa doutrina:

“Esta Igreja de Cristo é um corpo, tendo uma e a mesma fé e governada por uma e a mesma autoridade eclesiástica suprema, de modo que qualquer seita separada deste corpo, pela profissão de uma fé diferente da dela, não faz parte da Igreja de Cristo, mas é, no máximo, uma invenção humana; e a fé que eles professam é falsidade e erro, que procedem do pai das mentiras.” (Bispo George Hay, The Sincere Christian, vol. 1, c. XII, q. 32, p. 195.)

“Como num exército, para não ser surpreendido durante a noite, usam os chefes dar às sentinelas a senha e aqueles que não a pronunciam exatamente, são considerados inimigos, assim fizeram os Apóstolos, chefes da Igreja militante; deram uma senha [o Credo Apostólico], com ordem de que os que não se conformassem com ela não seriam reputados amigos, nem filhos da Igreja de Jesus Cristo, mas, sim como gentios e publicanos, como o são com efeitos todos os hereges.” (Santo Antonio Maria Claret, Catecismo da Doutrina Cristã explicado e adaptado à capacidade dos meninos, I Parte, Lição Primeira, p. 35.)

Apesar de ser bem conhecida de todos, ela foi abandonada pelo mais ecumênico “subsiste em”, como explica o Cardeal Novus Ordo Joseph Ratzinger:

“Nesse ponto se torna necessário investigar a palavra subsistit in um pouco mais detidamente. Com essa expressão, o Concílio difere da fórmula de Pio XII. Que disse em sua Encíclica Mystici Corporis Christi: “A Igreja Católica é (est) o único corpo místico de Cristo”. A palavra subsiste e é escondem dentro de si todo o problema ecumênico… A diferença entre subsistit e est contém a tragédia da divisão eclesial. Embora a Igreja seja uma só e “subsista” em um único sujeito, existem também realidades eclesiais além deste sujeito – verdadeiras Igrejas locais e diferentes comunidades eclesiais.” (Joseph Ratzinger, A Eclesiologia da Constituição sobre a Igreja. In: L’Osservatore Romano (edição semanal inglesa), 19 set 2001, p. 5)

Sim, agora as seitas são parte da Igreja de Cristo. Confirma-o o mesmo Ratzinger em documento aprovado por ele mesmo e João Pailo II:

“As Igrejas que, embora não estando em perfeita comunhão com a Igreja Católica, se mantêm unidas a esta por vínculos estreitíssimos, como são a sucessão apostólica e uma válida Eucaristia, são verdadeiras Igrejas particulares. Por isso, também nestas Igrejas está presente e atua a Igreja de Cristo, embora lhes falte a plena comunhão com a Igreja católica.” (Dominus Iesus, n. 17, 6 ago. 2000)
Explicando esse documento, assim escreve Francis A. Sullivan, importante teólogo jesuíta Novus Ordo:

“À luz dessa afirmação, dificilmente se pode negar que a Igreja de Cristo continua existindo, embora não plenamente, nas Igrejas ortodoxas. Entendendo o ‘subsiste em’ no sentido de ‘continuar existindo em’ também se pode dizer que a Igreja de Cristo subsiste, embora não plenamente, nas Igrejas ortodoxas…

“Quando o Concílio discutiu o texto emendado, alguns bispos pediram pelo retorno do texto original, que dizia: ‘A Igreja de Cristo é a Igreja Católica’. Uma razão que a Comissão Doutrina deu para rejeitar essa emenda foi que o retorno do est (é) daria ao texto um sentido restritivo. A recusa de retornar ao est sob a base de que este daria ao texto um sentido restritivo mostra que a intenção da Comissão Doutrinal ao usar o subsistit in em vez do est foi de dar ao texto um sentido menos restritivo do que ele tinha quando dizia ‘A Igreja Católica é a Igreja de Cristo.’ Em outras palavras, as discussões conciliares fornecem clara prova de que, indo de ‘é’ para ‘subsiste em’, a Comissão Doutrinal realmente pretendeu introduzir uma mudança de significado no texto…

“Esta afirmação de ser ‘a única verdadeira Igreja’ de nenhum modo exclui o reconhecimento de que a Igreja de Cristo esteja presente e operante nas igrejas separadas e comunidades eclesiais, e que o Espírito Santo faça uso delas como meios de graça e salvação para aqueles que lhes pertencem. Procurar-se-ia em vão por tais afirmações positivas sobre igrejas e comunidades não católicas em qualquer documento papal anterior ao Vaticano II. Esta é apenas uma das razões para questionar a afirmação de que o Vaticano II não mudou o que tinha sido a doutrina católica sobre a Igreja.” (Francis A. Sullivan, Questio Disputata: The meaning of subsistit in as explained by the Congregation for the Doctrine of the Faith. In: Theological Studies, n. 69 (2008), p. 120, 122 e 124.)

O Cardeal Novus Ordo Walter Kasper confirma esse conceito de ruptura doutrinal em suas considerações sobre as relações ecumênicas depois da Dominus Jesus:

“O elemento decisivo da abordagem ecumênica do Segundo Concílio do Vaticano é o fato de que o Concílio já não identifica a Igreja de Jesus Cristo simplesmente com a Igreja Católica Romana, como tinha ensinado o Papa Pio XII tão recentemente quanto na encíclica Mystici Corporis.” (Walter Kasper, Reflections by Card. Walter Kasper, Current Problems in Ecumenicaal Theology, II. The formulations, 27 fev. 2003)

Por fim, a conclusão é inevitável: houve uma deliberada mudança na doutrina sobre a Igreja por parte dos conciliares ou modernistas. Ela não toca um aspecto acidental da doutrina, mas modifica o próprio conceito de Igreja. É, portanto, uma heresia e como tal deve ser rejeitada por todos quantos desejem professar a fé católica.

Renovação Carismática: Instrumento Modernista

Além de ser intrinsecamente má, a Renovação Carismática é o motivo que “segura” muitos católicos no modernismo. Ela torna os erros conciliares, feios como eles são, em algo mais agradável aos olhos e ouvidos das pessoas que, não fosse isso, perceberiam esses problemas e seriam católicos tradicionais como você e eu. Isso tudo é uma lástima.

Esses vídeos, todos em um castelhano fácil de entender, explicam esse aspecto instrumental da Renovação Carismática, completando os dez argumentos apresentados no artigo “Você é carismático ou católico?“.

RENOVAÇÃO CARISMÁTICA: INSTRUMENTO MODERNISTA

Via: Verdad en la Red

Muitas pessoas afirmam ter obtido a conversão através da Renovação Carismática… entendam os que estão na Renovação Carismática que isso é parte do caminho da conversão, isso não é o destino final. Não podem ficar presos aí, já que a Renovação Carismática é um erro protestante introduzido e promovido dentro da Igreja Conciliar.

II. PARTE

Como dissemos no vídeo anterior, o Cardeal Suenens, maçom-modernista, foi o principal promotor nos começos da Renovação Carismática. Recordemos que ele teve muito a ver com os documentos que justificam o movimento carismático. No documento sobre orientações teológicas e pastorais sobre a Renovação Carismática Católica, à página 21, intitulada “A experiência religiosa pertence ao Testemunho do Novo Testamento”, afirma que:

“A experiência do Espírito Santo é o código de um cristão e, em parte, com ela os primeiros cristãos se distinguiam dos não cristãos. Eles se consideravam os representantes, não de uma nova doutrina, mas de uma nova realidade.”

Isso não pode ser, a verdade é que Cristo enviou os Apóstolos a ensinar todas as gentes. Ora bem, ensinar é antes de tudo e sobretudo aceitar e transmitir uma doutrina. A experiência é algo muito subjetivo e também está sujeita a ilusões ou falsas sensações. A tese da experiência e da fé é a tese de Lutero e não de Cristo que veio dar testemunho da verdade (Jo 18, 37).

Dom Sebastião dá o seu testemunho católico contra a liberdade religiosa do Vaticano II

Via: Clericalismo

Ei Pe. Paulo Ricardo, diante do catolicíssimo Dom Sebastião, que no dia do Juízo testemunhará contra ti, como é que fica a liberdade religiosa do Vaticano II? Ele violou um “direito inalienável” de Lutero e Calvino?

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Vergonha eterna a todos os falsos profetas desta seita conciliar, cuja má doutrina condena os bons católicos de ontem e de hoje, ao mesmo tempo que favorece todos os hereges do passado e do presente.

Curta: Clericalismo
Curta: Controvérsia Católica

O Báculo de Bergoglio

Via Miles Christi

Reflexão de Elías Bautista sobre o “báculo” que um grupo de peregrinos italianos deu a Bergoglio a 11 de agosto deste ano no Circus Maximus de Roma, e que ele usou na cerimônia de abertura da XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos (o chamado “Sínodo sobre os Jovens e a Vocação”) a 3 de outubro, com a presença dos dois novos bispos oficializados do Partido Comunista Chinês: José Guo Jincai (da recém-criada diocese de Chengde) e João Batista Yang Xiao-ting (da diocese de Yan’an). RECOMENDAMOS DIZER A ORAÇÃO DE SÃO MIGUEL E A AVE MARIA, ANTES DE CONTINUAR.

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«O STANG, também conhecido como “FORCA DAS BRUXAS” é uma ferramenta mágica de feitiçaria. É uma vara de mais de 1,20 metros de altura com terminação bifurcada. Ele pode ser visto em inúmeras ilustrações e pinturas de bruxas voando sobre esse artefato.

Para a feitiçaria tradicional, o stang, em si, é um altar móvel e discreto, onde a feiticeira ou feiticeiro pode levar sua devoção, assim a parafernália wiccaniana não é necessária para trabalhar com ele, já que, para ativá-lo, basta abrir um compasso e cravá-lo à terra, no centro do mesmo.

Para outros, o Stang é um portal de comunicação direta com o SENHOR OBSCURO. Da mesma forma, o “Axis Mundi”, o eixo da terra, do universo, representa a árvore da vida, a sábia serpente que se elevava ao céu “.

Eu o encontrei em um site sobre feitiçaria. As ilustrações são similares TODAS COMO A A VARA de Chê Bergoglio. E como se vê, pode-se levar suas devoções nela, penas, pedras, ou, no caso de BRUXO Francisco, um prego.

Sobre a relação entre o prego e a vara ou stang do feiticeiro, eu encontrei esse texto:

Não sabemos se O BRUXO Francisco está ciente desta bruxaria em que o meteram, mas estamos ante um sacrilégio gravíssimo que tem como objetivo apresentar a abertura do Sínodo como A OBRA DE UM GRANDE BRUXO que comanda a fé em contato com o “SENHOR OBSCURO”.

Quem fez o “stang” entrar em moda foi um feiticeiro dos anos sessenta chamado Robert Cochrane (nascido Leonard Roy Bowers), que é o refundador do wiccanismo. Ele cometeu suicídio em 1966, logo após o término do concílio.

O “stang” deve ser consagrado com rituais. Poderia ter sido assim com o BRUXO de Francisco? Seja como for, o anti-papa nunca deveria ter aceito esse objeto tão indigno de adoração e muito menos agora que se suspeita desse sinal oculto de bruxaria sobre o rito católico e o sínodo.

Que Deus nos ajude.