O Catolicismo de Cássia Kis

Há coisas dignas de aplauso, e outras de censura, no impacto que a declaração da atriz Cássia Kis, feita recentemente, produziu nos meios católicos. De modo particular, quando o assunto foi Missa Tridentina e família numerosa, parece que o júbilo de uns, era o mal-estar de outros. De onde vem essa diferença entre católicos? Eis o que tentarei responder nesse vídeo.

REFERÊNCIAS
CEKADA, Rev. Pe. Anthony. Obra de Mãos Humanas. Juquitiba: Seminário São José, 2020.

Declaração de “O CATEQUISTA” em “Liga da Justiça Católico”: https://www.facebook.com/ligadajusticacatolico/posts/541159527671856

VATICANO II, CONSTITUIÇÃO PASTORAL GAUDIUM ET SPES SOBRE A IGREJA NO MUNDO ACTUAL https://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19651207_gaudium-et-spes_po.html

DISCURSO DEL SANTO PADRE FRANCISCO A LOS PROFESORES Y ESTUDIANTES DEL PONTIFICIO INSTITUTO LITÚRGICO Sala del Consistorio Sábado, 7 de mayo de 2022 https://www.vatican.va/content/francesco/es/speeches/2022/may/documents/20220507-pont-istituto-liturgico.html

Seja membro do Controvérsia Católica e tenha acesso a lições exclusivas:
https://www.youtube.com/channel/UCLRBs01oGsDk5wP1qykUOAQ/join

APOIE O CONTROVÉRSIA CATÓLICA
Chave Pix / Paypal / Contato: (47) 99101-3580

Banco: 341 – Itaú Unibanco SA
Agência: 8677
Conta: 01325-5
Titular: Diogo Rafael Moreira
CPF: 090.981.389-26

Exame crítico da III Liga Cristo Rei do Fórum Regional Sul – A conferência de Padre José Ricardo

  • Objetivo da III. Liga Cristo Rei – Fórum Regional Sul: Reunir apostolados católicos do sul do Brasil e países vizinhos, a fim de promover o reinado social de Nosso Senhor Jesus Cristo.
  • O anfitrião foi o senhor Ademir Halinski, presidente do Instituto Santo Atanásio, junto dele estiveram, na mesa de abertura do evento, o Padre José Ricardo, dos Servos da Eucaristia de Ponta Grossa, o Padre Hans Federico Leverberg, da Argentina, e o Sr. José Sepúlveda, português, ligado ao IPCO.
  • Ao longo dos discursos, enfatizou-se o caráter de ressurgimento do evento, que havia sido interrompido por dois anos em virtude da pandemia; bem como a importância de aproveitar a ocasião para fazer amizades e lutar em conjunto contra os erros do mundo moderno, tanto no no contexto religioso quanto no civil.
  • Houve 13 palestras no total, um número formidável para dois dias de conferências, a maior parte delas (9), ocorreu no sábado, o restante (4) no domingo. A mim foi impossível assistir a todas.
  • Na íntegra, assisti às conferências do Padre José Ricardo, do Deputado Estadual Márcio Pacheco, do Sr. Pedro Affonseca, presidente do Centro Dom Bosco, do Padre Gabriel Vila Verde, dos Professores Marcos Boeira e Hermes Rodrigues Nery.
  • Assisti também uma boa parte da conferência do Sr. Lincoln e do Padre Victor Agustin.
  • Infelizmente, por conta do tempo, não pude assistir às conferências dos Senhores Rodrigo Muller, Lucas Lancaster, Padre Leverberg, William Carvalho e José Sepúlveda. Portanto, sobre estas cinco nada comentarei.
  • Nos bastidores, pude trocar algumas palavras com o Sr. Pedro Affonseca, com o qual bebemos um chopp, com o Sr. Álvaro e o anfitrião, o Sr. Ademir Halinski, que foi em tudo muito gentil conosco e que merece os parabéns pela organização do evento.
  • Revi alguns amigos lá, conheci muitos pessoalmente e fiz algumas amizades novas, o que, por si mesmo, já tornou o evento muito proveitoso. Infelizmente, para tanto, foi necessário sacrificar a audiência de algumas conferências. O tempo era curto, era preciso escolher entre pausar para conversar ou assistir a próxima.
  • Um ponto negativo, que prejudicou a interação com os palestrantes, foi não ter havido espaço para perguntas, nem – muitas vezes – uma pausa entre uma conferência e outra.
  • Havia muitos bons livros na livraria, contudo eles estavam o dobro do preço que encontramos em outros lugares. É compreensível, mas suponho que isso deve ter afetado um pouco as vendas.
  • Para sanar essa falta de diálogo com os palestrantes, gostaria de apresentar algumas de minhas notas e reflexões sobre as conferências que presenciei.

1.ª PALESTRA – CONFERÊNCIA DO PADRE JOSÉ RICARDO: “QUE VENHA A NÓS O VOSSO REINO EUCARÍSTICO” (tema inspirado em São Pedro Juliao Eymard, o célebre Apóstolo da Eucaristia).

  • Padre José Ricardo fez alusão à revolução litúrgica, que destronou Jesus Sacramentado das Igrejas, e à devastação da vida religiosa e monástica, na Europa e no mundo, protagonizada pela Cardeal João Braz de Aviz, falou também do combate que se fez contra a cruzada eucarística das crianças, tão incentivada antes do Concílio Vaticano II.
  • A solução ou parte indispensável da solução da crise seria ir aos sacrários abandonados e relegados a um lugar secundário nas igrejas modernas e visitá-los quantas vezes for possível, fazer crescer o fervor e caridade para com o Santíssimo Sacramento.
  • Em tempos de catacumbas, que parece ser o caminho para onde vamos, ao fim, só nos restará dobrar os joelhos e adorar a N. S. J. C. na Ss. Eucaristia.
  • OBSERVAÇÕES:
    1.º – A revolução litúrgica não mudou apenas a posição do tabernáculo nas Igrejas, mas mudou também a forma do Sacramento da Eucaristia e do Sacramento da Ordem, em face dessa revolução, existe realmente certeza de que Jesus ainda está nestes sacrários? O que nos ensina a Igreja, em sua teologia sacramental, sobre estas coisas?
    2.º – Como a Igreja pode ser guia segura da vida do homem aqui nesta terra, como diziam os Papas antigos e os manuais de teologia, se hoje a “Igreja” pós-conciliar trabalha ativamente para destruir institutos que promovem a perfeição cristã? Essa atitude não é idêntica àquela dos hereges protestantes, que, dentre suas primeiras “reformas”, esteve a destruição sistemática da vida monástica, em particular das ordens mendicantes?
    3.º – No tempo do retorno às catacumbas, isto é, no fim dos tempos, fala-se, segundo Cardeal Manning, Santo Afonso e muitos outros, que será interrompido o Sacrifício Perpétuo. Não seria a revolução litúrgica pós-Vaticano II um preparativo ou realização dessa profecia? Não seria esta a “abominação da desolação” de que fala Nosso Senhor e o Profeta Daniel?

TRAINDO CRISTO CRUCIFICADO: A Oração de Sexta-Feira Santa pelos Judeus

A Igreja, na Sexta-Feira Santa, faz as Orações Solenes, uma série de petições a Deus por todos os homens, sem exceção, para que todos creiam e sirvam a Nosso Senhor Jesus Cristo, nem mesmo os judeus estão excluídos, porque eles também precisam de Cristo para salvar-se e, em seu caso, a ignorância é ainda menos justificada que a dos pagãos.

No entanto, os modernistas, em cumplicidade com a sinagoga, decidiram mudar a antiga e tradicional oração católica pelos judeus em uma que os confirma em sua infidelidade. Eles também criaram uma nova teologia sobre o judaísmo, a fim de apagar – se possível – a doutrina de Cristo, a qual, além de prejudicial aos judeus, prepara o caminho para a vinda do Anticristo.

REFERÊNCIAS
TRAINDO CRISTO CRUCIFICADO: A NOVA ORAÇÃO DE SEXTA-FEIRA SANTA PELOS JUDEUS: https://controversiacatolica.com/2017/04/13/traindo-cristo-crucificado-a-nova-oracao-de-sexta-feira-santa-pelos-judeus/

QUAL É A DOUTRINA CATÓLICA SOBRE OS JUDEUS? https://controversiacatolica.com/2018/06/02/qual-e-a-doutrina-catolica-sobre-os-judeu/

Seja membro do Controvérsia Católica e tenha acesso a lições exclusivas:
https://www.youtube.com/channel/UCLRBs01oGsDk5wP1qykUOAQ/join

APOIE O CONTROVÉRSIA CATÓLICA
Chave Pix / Paypal / Contato: (47) 99101-3580

Banco: 341 – Itaú Unibanco SA
Agência: 8677
Conta: 01325-5
Titular: Diogo Rafael Moreira
CPF: 090.981.389-26

A SALVAÇÃO DE JUDAS na visão de Francisco e da Igreja Católica

“Judas e o escândalo da misericórdia”, esta é a manchete do L’Osservatore Romano para a Quinta-Feira Santa, uma manchete ilustrada, cujas imagens explicam o pensamento herético de Francisco sobre a salvação de Judas e a misericórdia de Deus. Os fundamentos dessa tese bergogliana e seu contraste com a doutrina católica sobre a matéria serão expostos ao longo deste vídeo.

REFERÊNCIAS
L’OSSERVATORE ROMANO. Giuda e lo scandalo della misericordia: https://web.archive.org/web/20210407022129/https://media.osservatoreromano.va/media/osservatoreromano/pdf/quo/2021/04/QUO_2021_074_0204.pdf

ULS Digital Collections. Central portal of the Nave: Tympanum-Christ Figure: https://digital.library.pitt.edu/islandora/object/pitt%3AFVEZ.PORTAL.INNER.CENTRAL.0050/viewer

TG 2000. La misericordia di Gesù verso Giuda: Papa descrive capitello di una chiesa romanica francese: https://youtu.be/Y2bs9c74SAc

SODALITIUM N. 72. Editoriale: https://www.sodalitium.biz/sodalitium_pdf/72.pdf

BASTABUGIE. E’ SCONVENIENTE CREDERE CHE GIUDA SIA IN PARADISO: http://www.bastabugie.it/it/articoli.php?id=4767

NOVUS ORDO WATCH. Yes, Judas is in Hell: Response to Steve Kellmeyer: https://novusordowatch.org/2022/04/judas-is-in-hell-response-to-steve-kellmeyer/

Idem. Francis: “Someone might think, ‘This Pope is a Heretic’…” for saying Judas Iscariot might be saved: https://novusordowatch.org/2017/11/francis-this-pope-heretic-judas-iscariot-saved/

Idem. Sympathy for the Devil: Vatican Newspaper tries to elicit Compassion for Judas Iscariot on Holy Thursday: https://novusordowatch.org/2021/04/vatican-sympathy-for-devil-judas-iscariot/

PAPA PIO XI. Ad Catholici Sacerdotti: https://www.vatican.va/content/pius-xi/es/encyclicals/documents/hf_p-xi_enc_19351220_ad-catholici-sacerdotii.html

BÍBLIA SAGRADA, versão do Padre Figueirado.

CATECISMO ROMANO.

MISSAL QUOTIDIANO, versão de Dom Beda.

Seja membro do Controvérsia Católica e tenha acesso a lições exclusivas:
https://www.youtube.com/channel/UCLRBs01oGsDk5wP1qykUOAQ/join

APOIE O CONTROVÉRSIA CATÓLICA
Chave Pix / Paypal / Contato: (47) 99101-3580

Banco: 341 – Itaú Unibanco SA
Agência: 8677
Conta: 01325-5
Titular: Diogo Rafael Moreira
CPF: 090.981.389-26

São João Bosco responde ao Centro Dom Bosco sobre “Erros Papais” e São Libério

São João Bosco não foi apenas um santo fundador e taumaturgo, o que já lhe faria digno de nosso afeto e gratidão, mas também foi um escritor prolífico, legando-nos muitas obras de importância, especialmente em defesa da fé católica e para a formação da juventude.

Neste breve vídeo, gostaria de enfatizar o seu papel proeminente como defensor dos Papas e do Papado, a fim de mostrar o grande contraste que há entre o pensamento deste santo, fiel representante do catolicismo de sempre, e aquele outro, diametralmente oposto, dos membros do Centro Dom Bosco, que, ao contrário de seu padroeiro, não cansam de disseminar calúnias contra os verdadeiros papas do passado, na ânsia vergonhosa de legitimar os falsos papas do presente, adeptos do herético “Concílio” Vaticano II.

Seja membro do Controvérsia Católica e tenha acesso a lições exclusivas:
https://www.youtube.com/channel/UCLRBs01oGsDk5wP1qykUOAQ/join

APOIE O CONTROVÉRSIA CATÓLICA
Chave Pix / Paypal / Contato: (47) 99101-3580

Banco: 341 – Itaú Unibanco SA
Agência: 8677
Conta: 01325-5
Titular: Diogo Rafael Moreira
CPF: 090.981.389-26

Virtudes de São Tomás de Aquino, o Mais Douto dos Santos e o Mais Santo dos Doutos

Eis a lição inaugural de nossa área de membros, agora disponível ao público do canal, para maior honra de São Tomás de Aquino, cuja festa celebramos neste dia.

Seja membro do Controvérsia Católica e tenha acesso a lições exclusivas:
https://www.youtube.com/channel/UCLRBs01oGsDk5wP1qykUOAQ/join

APOIE O CONTROVÉRSIA CATÓLICA
Chave Pix / Paypal / Contato: (47) 99101-3580

Banco: 341 – Itaú Unibanco SA
Agência: 8677
Conta: 01325-5
Titular: Diogo Rafael Moreira
CPF: 090.981.389-26

Coquetel Peruzzo-Jackelén: Heresia Feminista em Curitiba

No dia 25 de maio de 2021, a Arquidiocese modernista de Curitiba, governada por Dom José Antônio Peruzzo, informa que a Arcebispa luterana e Primaz da Suécia, a Doutora Antje Jackelén, proferiu, no dia anterior, uma conferência teológica na Pontifícia Universidade Católica do Paraná. O tema? “Os cinco tóxicos p’s e seus remédios – considerações teológicas para uma era digital”. Os cinco p’s mencionados no título são polarização, populismo, protecionismo, pós-verdade e, claro, patriarcado, palavras que começam com a letra “p” e formam, na mente dela, um “coquetel perigoso de ingredientes tóxicos”. Não obstante o teor questionável de sua teoria dos p’s, parece-me útil servir-me deste esquema para falar da própria situação, que é infinitamente mais questionável e tóxica: Pastora Protestante Pregando na PUC-Paraná com a Permissão de Peruzzo. Eis os sete tóxicos p’s sobre os quais gostaria de tratar aqui.

Os últimos quatro p’s, na PUC-Paraná com a permissão de Peruzzo, são um tanto reveladores, eles mostram qual é o tipo de cristianismo que ele favorece. Dom Peruzzo, tão tolerante com os seus irmãos hereges, especialmente com a referida pastora protestante, a quem cedeu, por um instante, a cátedra da PUC-Paraná, para o ensino de teologia, não teve a mesma bondade para com os padres do Instituto do Bom Pastor, que foram expulsos de sua Arquidiocese no final do ano passado.

Talvez o que ele tinha em vista era incentivar, por meio deste escândalo, uma participação maior das mulheres na vida da Igreja, algo que já havia sido preconizado por João Paulo II, como veremos depois.

Mas é sobre os primeiros três tóxicos p’s, Pastora Protestante Pregando, que eu gostaria de falar principalmente. Da mesma forma que, no passado, os protestantes negaram a doutrina da Eucaristia, interpretando como simbólico, ou quase isso, o sentido evidente e literal dos termos “Este é o meu Corpo… Este é o meu Sangue”, assim também, hoje em dia, de comum acordo com os modernistas Novus Ordo, eles negam, em grande parte, o ensinamento óbvio da Sagrada Escritura, confirmado mil vezes pela Tradição e pelo Magistério da Igreja, sobre a condição das mulheres, a qual exige que sejam submissas ao homem, não ensinando na Igreja, nem exercendo funções litúrgicas.

Primeiramente, convém expor o harmonioso consenso da doutrina bíblica, patrística e magisterial a esse respeito, porque assim se verá o profundo abismo no qual se acham os proponentes desse feminismo eclesiástico-litúrgico.

Na Sagrada Escritura, além de outros lugares, vemos o ensinamento sobre a condição das mulheres em São Paulo, na 1.ª Epístola a Timóteo, cap. 2, vv. 12-15:

Pois eu não permito a mulher que ensine, nem que tenha domínio sobre o marido: Senão que esteja em silêncio. Porque Adão foi formado primeiro: Depois Eva: E Adão não foi seduzido: Mas a mulher foi enganada em prevaricação. Contudo, ela se salvará pelos filhos que der ao mundo, se permanecer na fé e caridade, em santidade junta com a modéstia.

O célebre exegeta católico, Dom Augustin Calmet, explica essa passagem, citando o testemunho de Tertuliano, Santo Epifânio, São Jerônimo, São João Crisóstomo, Teodoreto e outros antigos autores cristãos:

DOCERE AUTEM MULIERI NON PERMITTO. Não permito a mulher que ensine nas assembleias, ou onde há homens; pois, nas comunidades de mulheres, aquelas que têm capacidade, podem ensinar as outras: as mães de família devem instruir seus filhos e seus servos em particular [Tito II, 2]. Há mesmo os casos em que uma mulher instruída, pode instruir um homem que não o seja, por exemplo, uma mulher fiel a seu esposo pagão [I Coríntios 7, 13-16]. Prisca, ou Priscila, instruiu a Apolon, apesar de ele ser muito mais sábio em tudo o mais, ele não conhecia a JESUS CRISTO. A maior parte dos Apóstolos tiveram com eles mulheres piedosas e instruídas [I Coríntios 9, 5], que iam nas repartições das mulheres, onde os homens não podiam ir, e lhes anunciavam o Evangelho. São Paulo mesmo reconheceu que ele tinha sido muito ajudado em Filipos pelas mulheres de piedade, que tem trabalhado muito na obra de Deus [Filipenses 4, 3]. Então, não é senão da instrução pública e solene que o Apóstolo impede as mulheres, e não da instrução particular.

Na primeira aos Coríntios, ele impede mesmo aquelas que receberam o dom da profecia ou de interpretar as Escrituras de aparecer sem véu e de ensinar na Igreja. É a disciplina inviolável que sempre foi observada nas Igrejas Católicas [De Virginibus velandis cap. 9, vide Contra Marcionem, liv. 5]: Non permittitur mulier in Ecclesia loqui, sed nec docere, nec tinguere, nec offerre, nec illius virilis muneris sortem sibi vindicare. Mas entre os hereges, a coisa não é assim tão rara [idem, De praescript., c. 41]. Vemos quanta deferência tinha Simão e os simonitas por Helena e os montanistas por suas pretensas profetizas; eles lhes admitiram ao sacerdócio e ao episcopado, segundo Santo Epifânio [Heresia 48]. Os marcionitas [Idem, Heres. 42] dificilmente tinham menos consideração por elas; eles permitiam que elas dessem o Batismo. Nós não vimos, no século passado, uma rainha herética à frente da Igreja Anglicana?

ADAM ETIAM PRIMUS FORMATUS EST. Pois Adão foi formado primeiro. Eis as razões que obrigam as mulheres a serem submissas aos maridos, e que lhes deve impedir de exercer autoridade sobre eles, ainda mesmo quando elas tenham adquirido mais conhecimentos, ou que elas tenham recebido um dom particular de interpretar as Escrituras. Esses dons extraordinários não podem derrogar a ordem natural, que pede que a mulher seja submissa ao homem. Ela foi criada depois do homem e para o seu serviço [Gênesis 2, 11-12; I. Cor. 9, 8-9], Deus a sujeitou ao homem [Gênesis 3, 16], sub viri potestate eris. Além disso, Eva foi seduzida pela serpente, e é por ela que o pecado e a morte entraram no mundo. Quando então ela tinha sido criada inteiramente igual ao homem, por isto só de ter sido a primeira a pecar, ela mereceu ser reduzida a obediência e a se submeter. Com efeito, a sentença de sua sujeição não foi pronunciada senão depois do pecado, como nota São João Crisóstomo [ad locum].

ADAM NON EST SEDUCTOS. Adão não foi seduzido. Ele não foi seduzido primeiro, nem pela serpente, mas ele foi o segundo e por Eva, sua esposa [Teodoreto]. Assim a mulher era mais frágil, mais débil, mais fácil de seduzir, menos prudente, é justo que ela fique sujeita àquele que tem mais força, firmeza e juízo. Ela se pôs uma vez a ensinar, e tudo subverteu; que ela fique em silêncio, posto que ela quis falar a Adão, e o seduziu.

SALVABITUR AUTEM PER FILIORUM GENERATIONEM. Ela se salvará pelos filhos que der ao mundo, se elas forem constantes na fé, etc. Elas devem se consolar de não ensinar na Igreja, de não executar as funções e de não cumprir as dignidades que são reservadas aos homens. Isso não as exclui da felicidade e as dispensa de uma infinidade de penas e inquietações; e se elas têm inveja de render serviço a Deus pela instrução dos outros, não têm elas os seus filhos e domésticos, a quem elas podem e mesmo devem instruir e criar no temor do Senhor, na piedade, na fé, na caridade? [vide Crisóstomo, ad locum]. Pois o grego lê no plural: Se eles perseverarem na fé, na caridade etc. E a maioria dos Padres [Jerônimo, Ambrósio, todos os gregos] lhe relacionam aos filhos e não às mães.

Aqueles mesmos que a relacionam às mães, leem no plural, como o grego e o siríaco, e as outras versões. As mães serão salvas se elas perseverarem na fé, e na prática da caridade e da piedade, ou se elas têm cuidado de fazer de tal modo que seus filhos também perseverem. É muito para os pais e mães de bem viver e perseverar na fé e na caridade, mas isso não basta para os salvar, a menos que eles se empenhem de todo o seu poder a instruir e a fazer instruir seus filhos e seus domésticos. É um depósito precioso que vós haveis recebido, diz São João Crisóstomo; cabe a vós lhe conservar preciosamente.

Essa expressão, per filiorum generationem, não significa a geração natural dos filhos, como se fosse uma via própria para levar à salvação, que por ter muitos filhos, ou que as mulheres casadas encontrariam nas dores de parto, uma penitência para a expiação de seus pecados, como alguns disseram. Se assim fosse, as virgens e aqueles que vivem em continência, seriam privadas de uma grande vantagem para a sua salvação. Gerar, neste local, toma-se por criar, do mesmo modo que em algumas outras passagens da Escritura. É dito, por exemplo, que Maquir gera sobre os joelhos de José [Gênesis 50, 22], e que Noemi gera Obed [Rute 4, 17], isto é, que José e Noemi criaram, um os filhos de Maquir, a outra Obed, seu neto. Está dentro do sentido dos Livros Santos dar o nome de pai àquele que criou o menino, que não lhe pertencia.

(Calmet ad locum)

O que a Sagrada Escritura e a Tradição ensina sobre a condição das mulheres é confirmado pelo Magistério tradicional da Igreja.

Sobre a questão de mulheres desempenhando funções litúrgicas, assim responde o Papa Bento XIV em 1755:

O Papa Gelásio em sua nona carta (cap. 26) aos bispos de Lucania condenou a má prática que havia sido introduzida de mulheres servindo ao sacerdote na celebração da Missa. Como esse abuso havia se espalhado para os gregos, Inocêncio IV o proibiu estritamente em sua carta ao bispo de Tusculum: ‘As mulheres não devem ousar servir no altar; a elas deve ser totalmente recusado este ministério’. Nós também proibimos esta prática com as mesmas palavras em Nossa Constituição Etsi Pastoralis, sess. 6, n. 21. (Papa Bento XIV, Allatae Sunt, 26 de julho de 1755)

Sobre a sujeição da mulher ao homem, reitera-o, em 1930, o Papa Pio XI:

Finalmente, robustecida a sociedade doméstica com o vínculo desta caridade, é necessário que nela floresça o que Santo Agostinho chamava a hierarquia do amor, a qual abrange tanto o primado do homem sobre a mulher e os filhos, como a diligente submissão da mulher e sua rendida obediência, mandada pelo Apóstolo com estas palavras: ‘As casadas estejam sujeitas a seus maridos, como ao Senhor; porque o homem é a cabeça da mulher, assim como Cristo é cabeça da Igreja’ [Ef. 5, 22-23] (Papa Pio XI, Casti Connubii, n. 10)

Completamente outra é a posição do Magistério modernista, para quem trabalha Dom Peruzzo, o qual atuando contra a Sagrada Escritura, a Tradição e o Magistério tradicional da Igreja, ensina o exato oposto, a heresia feminista, na pessoa de João Paulo II:

Hoje estou apelando a toda a comunidade da Igreja para que favoreça de todas as maneiras a participação das mulheres em sua vida interna. Em grande parte, essa participação incluiria simplesmente a implementação de funções existentes abertas às mulheres, incluindo o ensino de teologia, formas aprovadas de ministério litúrgico, inclusive serviço no altar, conselhos pastorais e administrativos em várias instituições da Igreja, Cúrias e Tribunais. (João Paulo II, Audiência em Castelgandolfo, 3 de setembro de 1995, citado em The Wanderer, 9 de outubro de 1997).

Mas, enquanto na relação Cristo-Igreja a submissão é só da parte da Igreja, na relação marido-mulher a « submissão » não é unilateral, mas recíproca! (João Paulo II, Mulieris Dignitatem, n. 24).

Somente um insensato para não ver que estes falsos profetas de nosso tempo, pretensos pastores da Igreja Católica, trabalham pela implantação de uma agenda feminista, segundo as pegadas do protestantismo, e na medida que caminham nessa direção, mais e mais se afastam do catolicismo.

Os Erros da Montfort em Disciplina, Moral e Doutrina

Em seu vídeo de 12 minutos, intitulado “Resposta ao site Controvérsia Caótica”, o Sr. Alberto Zucchi, aconselhado pela sua esposa, a Sra. Lucia Zucchi, pretendeu refutar minha análise da controvérsia entre a Montfort e o Frei Tiago de São José, “antes” – diz ela, por meio dele – “que o vídeo se espalhe”.

Se este era o objetivo, a esta altura Dona Lúcia terá de reconhecer o fracasso de seu marido. Enquanto o vídeo dele mal alcançou 2 mil visualizações, o nosso já está com bem mais de 6 mil.

Além de ter falhado neste ponto, o Sr. Zucchi também falhou em outros mais sérios.

Primeiramente, ao colocar sua esposa a pontificar sobre religião a um grupo misto, no Congresso da Montfort na Paraíba, o Sr. Alberto Zucchi, como homem e como católico, falhou na aplicação do seguinte preceito natural e divino: mulheres não devem ensinar religião aos homens, mas antes receber deles a doutrina. Esse é o ensinamento tradicional da Igreja, conforme exposto por São Paulo Apóstolo, São João Crisóstomo, São Tomás de Aquino, Cornélio a Lapide e outros graves autores.

Depois, falhou, igualmente como homem e católico, ao tratar o seu próximo como um inferior, quando o preceito natural requer que se o trate como a um igual – ama a teu próximo como a ti mesmo, não faça ao outro o que não queres que te façam – e o divino manda que se o tenha na conta de superior: Nada façais por porfia, nem por vanglória: Mas com humildade, tendo cada um, aos outros, por superiores (Fil. 2, 3). Submetei-vos a toda humana criatura… Porque assim é a vontade de Deus, que obrando bem façais emudecer a ignorância dos homens imprudentes. Como livres, e não tendo a liberdade como véu para encobrir a malícia, mas como servos de Deus. (I Pedr. 2, 13).

Não obstante sua responsabilidade, como presidente de um apostolado leigo, o Sr. Zucchi passa boa parte de seu vídeo ofendendo a seu próximo.

Eu nem mereço ser chamado pelo nome – trata-me ele como uma pessoa, um garoto, um gerente de banco quando nega um empréstimo, alguém de visão torta – uma alusão provável e indigna ao nistagmo, isto é, ao movimento involuntário de meus olhos, causado por uma atrofia no nervo óptico. Zucchi também chama o Seminário São José de “porcaria” e ao nosso Congresso de “sem-vergonha”. “Esnobe”, talvez, seja a melhor palavra para descrever sua conduta lamentável e escandalosa.

Por fim, fracassou o Sr. Zucchi como homem de letras e como católico em seu exame de minha argumentação, e isto em uma série de pontos, que exporei na ordem em que aparecem no seu vídeo.

1.º) Sobre as fontes, ele afirma que errei em minha avaliação delas, porque ele também teria citado o Concílio Vaticano I sobre a infalibilidade, com a diferença de que Frei Tiago o teria interpretado do seu prórpio jeito, enquanto ele não faz o mesmo.

Sua afirmação é falsa por três razões:

Primeiro, porque Frei Tiago não faz uma interpretação pessoal, mas apenas a legítima aplicação da doutrina da Igreja ao Magistério pós-conciliar. Isso se espera de qualquer católico instruído: quando a Igreja ensina que devemos evitar comunistas, presume que saibamos identificar os comunistas. Do mesmo modo, quando ensina seus dotes e notas, presume que sejamos capazes de reconhecê-la e distingui-la das falsas igrejas, por meio dessas qualidades. Quando Frei Tiago diz o que diz, ele somente está aplicando essa doutrina da Igreja a um caso concreto particular, em que se vê uma pretensa sem tais qualidades. Ora, a consequência que se segue – tomá-la como falsa e evitá-la – é o que se espera de todo católico. Não há absolutamente nada de errado nisso.

Segundo, também é falsa, porque o Frei Tiago cita a Constituição Dei Filius do Vaticano I, a qual diz que a Igreja é infalível também em seu Magistério Ordinário e Universal, algo completamente ignorado pelo Sr. Zucchi. Portanto, Frei Tiago cita o Vaticano I completamente, no que toca à infalibilidade, enquanto Zucchi o faz parcialmente.

Terceiro, na hora de explicar a doutrina do Vaticano I, Frei Tiago se vale de autores pré-conciliares, com os quais todos concordam, enquanto Zucchi cita somente autores de sua escola de pensamento, o que se chama – em Lógica – de uma petição de princípio.

2.º) Quanto à sua posição, Zucchi pensa que pode haver erros graves no Magistério da Igreja. Por exemplo, heresias, como o modernismo e o liberalismo, e práticas prejudiciais, como a Missa Nova.

Contudo, já se provou mil vezes que esse posicionamento se funda na desconversa e ignorância voluntária.

No vídeo que ele pretende responder, citei três professores da Universidade Gregoriana em Roma, mas o Sr. Zucchi “esqueceu-se” e confundiu a coisas. Ele afirma que eu me baseio em um manual de apologética, quando quem o citou, como exemplo da doutrina tradicional, foi Frei Tiago.

Esses autores todos, de comum acordo, dizem duas coisas que destroem completamente com a tese de Zucchi, Padre Daniel Pinheiro e também, de seu pai no erro, o Sr. Xavier da Silveira (R.I.P.):

Primeiro, o Magistério da Igreja também é infalível quando propõe, sem juízo solene, doutrinas como reveladas por Deus, ritos litúrgicos e leis gerais.

Na prática, se os papas pós-conciliares fossem papas de verdade, eles teriam feito tais coisas infalivelmente, e não haveria problemas sérios com a doutrina do Vaticano II e a Missa Nova. Contudo, a Montfort nega ambas as coisas. Logo, implicitamente, os membros da Montfort afirmam que eles não são verdadeiros papas, embora – explicitamente – neguem um dogma: a infalibilidade da Igreja em seu Magistério Ordinário e Universal.

Segundo, as determinações doutrinais dos dicastérios romanos, embora não sejam infalíveis, são seguras. O mesmo valeria para um pronunciamento não infalível do Papa.

Na prática, isso se aplicaria, digamos, à Declaração sobre a Fraternidade Humana de Bergoglio, inclusa recentemente nas Atas da Sé Apostólica, mas a Montfort jamais aceitaria tal documento como seguro. Mais uma vez, implicitamente, admitem que Bergoglio não é Papa, enquanto – explicitamente – ensinam uma heresia: o Magistério da Igreja, em seus órgãos, pode transmitir aos fiéis uma doutrina herética ou uma disciplina geral nociva à fé e aos bons costumes.

Em outras palavras, o Sr. Zucchi comete dois erros graves, unicamente para salvar, sem sucesso, seu falso papa:

1.º Erro. Reduz demasiadamente a infalibilidade da Igreja; e

2.º Erro. Transforma o não infalível em um possível sinônimo de herético ou prejudicial.

Ambas as teses são negadas por uma infinidade de documentos do Magistério da Igreja (Quanta Cura, Sapientiae Christianae, Humani Generis etc.) e por todos os teólogos citados.

3.º) O Sr. Zucchi afirma que eu teria me dispensado de examinar as fontes de Padre Daniel Pinheiro. Na verdade, eu apenas não tinha sido capaz de encontrá-las no artigo.

Logo me mandaram o texto e o resultado de minha análise apareceu horas depois do vídeo do Sr. Zucchi. Ali demonstrei, para além de toda a dúvida, que Padre Daniel Pinheiro contradiz os próprios teólogos citados por ele mesmo e ignora alguns outros – que, de maneira mais explícita, discordam dele tanto quanto os demais.

4.º) O mesmo Zucchi diz que fiz mal ao não falar sobre os supostos erros dos papas pré-conciliares, limitando-me a dizer que ele comparava coisas de diferentes naturezas e proporções.

O dia em que uma imprudência política for Magistério da Igreja e que a citação – fora do contexto – de um telegrama do presidente dos Estados Unidos gozar de infalibilidade pontifícia, eu levarei sua crítica a sério.

5.º) Zucchi não ignora que eu tenha dito que a Divina Providência não pode permitir que um dicastério romano cometa um erro grave em questões de fé e moral, mas insiste que seria contra os desígnios da Divina Providência uma longa vacância da Sé Apostólica.

Aqui não preciso dizer nada em minha defesa. O próprio Zucchi fez questão de citar, em um outro vídeo, Cardeal Billot dizendo que uma longe vacância é possível. Aliás, sobre este outro vídeo, falarei em outra ocasião.

6.º) Afirma ele que eu defendo o eclesiovacantismo, isto é, o desaparecimento da hierarquia da Igreja. Na verdade, eu me limito a dizer que Bergoglio e companhia não representam o Magistério da Igreja.

Além disso, saliento que o problema da visibilidade da Igreja, acarretado por esse fato notório, não desaparece quando a Montfort afirma que esses hereges são a hierarquia da Igreja. Uma hierarquia com um Magistério que erra gravemente em questões de fé, moral e disciplina eclesiástica é tão invisível, em termos teológicos, como a Torre de Vigia das Testemunhas de Jeová. Ela não pode ser vista como hierarquia da Igreja, pois não possui qualidades inerentes a essa hierarquia. Se isso não existe, não há visibilidade alguma.

Negar o fato da vacância, não exime dos problemas da vacância, da mesma forma que negar a existência do sol não nos permite fugir, em pleno dia, de sua luz e calor.

7.º) Zucchi dirá então que o sedevacantismo termina em uma seita de teólogos, que se colocam acima do Papado. É mais uma erro de lógica, porque não reconhecemos Bergoglio como representante do Papado.

Além disso, tudo o que se disse dos sedevacantistas, aplica-se mais e melhor à Montfort, que ensina a seus membros a filtrarem o Magistério da Igreja, peneirando o que é católico do que não é. Como dizia o Padre Cekada, o Papa fala, mas são os eles que decidem se o que o Papa diz é católico, herético ou algo entre os dois. O que é isso senão uma seita de gurus que se coloca acima do Papado?

8.º) Zucchi cita uma passagem de São Tomás fora do contexto, no outro vídeo ele fará o mesmo, várias vezes, com outros autores, inclusive São Roberto Belarmino. Mas isso tratarei em outro lugar. Basta dizer aqui que o Doutor Angélico não fala de desobediência a um superior reconhecido como infalível e seguro no exercício de seu ofício.

9.º) Ele diz que eu termino o vídeo com um convite ecumênico e ironiza dizendo que eu poderia convidar também o ultra-bergogliano Leonardo Boff, pois ele também se diz católico.

Meu convite não foi ecumênico, porque eu penso que a Montfort deveria abandonar sua falsa doutrina sobre o Magistério da Igreja, antes de tudo, para que então ela possa fazer a coisa certa.

Diante do exposto, creio que ficou bem demonstrado o porquê seria justo fazê-lo. De fato, sob os auspícios da seita pós-conciliar, a Montfort, na pessoa do seu presidente, comporta-se, aos olhos de todos, como um grupo feminista, sem caridade e sem verdade. Estou eu pedindo muito, ao exortá-la a seguir por outro caminho?

A canonização de Olavo de Carvalho

Como todos sabem, no dia 24 de janeiro de 2022, faleceu o professor Olavo de Carvalho. Gostaria de tecer, neste vídeo, alguns comentários sobre uma reação a este triste evento, a saber, a “campanha de canonização” lançada pelo senhor Italo Marsili.

Seja membro do Controvérsia Católica e tenha acesso a lições exclusivas:
https://www.youtube.com/channel/UCLRBs01oGsDk5wP1qykUOAQ/join

APOIE O CONTROVÉRSIA CATÓLICA
Chave Pix / Paypal / Contato: (47) 99101-3580

Banco: 341 – Itaú Unibanco SA
Agência: 8677
Conta: 01325-5
Titular: Diogo Rafael Moreira
CPF: 090.981.389-26

O Problema com as Mulheres Leitoras na Liturgia da Igreja

No dia 23 de dezembro, o escandaloso feminista Bergoglio, em sinal de apoio à ideologia de gênero e ao sacerdócio feminino, conferiu o “ministério” de leitorado e acolitado para várias mulheres no Vaticano. Esta é a aplicação de um motu proprio do ano passado, chamado Spiritus Domini, publicado a 10 de janeiro de 2021, no qual ele altera o Código de Direito Canônico, com o expresso propósito de permitir a instituição de mulheres a essas funções litúrgicas. Esse é mais um passo rumo às diaconisas.

Para melhor informar as pessoas de boa fé, que não imaginam o grau de desordem e falta de consideração pela fé e os bons costumes envolvidos neste esforço subversivo, recomendo que ouçam este sermão. Aí você encontra uma explicação suficiente do problema litúrgico e moral por trás do leitorado e acolitado feminino.

Vídeo original em inglês: The Problem with Women Lectors, disponível no canal Sensus Fidelium https://youtu.be/ws50olZj4ls

Veja também: Rumo às diaconisas
https://youtu.be/PchgwfSZaUs

Seja membro do Controvérsia Católica e tenha acesso a lições exclusivas:
https://www.youtube.com/channel/UCLRBs01oGsDk5wP1qykUOAQ/join

APOIE O CONTROVÉRSIA CATÓLICA
Chave Pix / Paypal / Contato: (47) 99101-3580

Banco: 341 – Itaú Unibanco SA
Agência: 8677
Conta: 01325-5
Titular: Diogo Rafael Moreira
CPF: 090.981.389-26