Avisos e Notas sobre os Últimos Acontecimentos

1. Graças a Deus, haverá, neste final de semana, sábado e domingo, Missa Tridentina não una cum em Florianópolis. Depois da Missa de sábado, haverá também uma conferência, cujo tema é o opúsculo de Padre Anthony Cekada, intitulado Tradicionalistas, a Infalibilidade e o Papa. Os interessados, por favor, entrem em contato comigo via whatsapp ou telegram – meu número é (47) 99101-3580 -, para que eu possa fornecer-lhes todas as informações necessárias.

2. Interrompi a gravação de vídeos, nos últimos dias, porque contrai uma gripe/resfriado e, como uma consequência disso, minha garganta não está muito boa. Apesar do inconveniente, estou bem, não corro – ao que parece – nenhum perigo. Assim que melhorar, tornarei às atividades habituais. Quem puder, por gentileza, reze a São Brás por mim, hoje que celebramos a festa desta ilustre Bispo e Mártir da Santa Igreja.

3. Neste interim, tive o ensejo de dar os últimos retoques em uma tradução que deve sair em breve. Trata-se do trabalho de maior envergadura já publicado pelo Controvérsia Católica. É o catecismo pequeno e grande de São Roberto Belarmino, em tradução inédita a partir do original italiano. Seguramente, um item indispensável na biblioteca de todo católico tradicional.

4. Depois disso, assisti e anotei o que o Sr. Alberto Zucchi argumentou no vídeo “Sedevacantismo: Heresia refutada pelo magistério – Resposta ao Frei Tiago”. É possível construir um Syllabus de Erros inteiro a partir das trapaças e trapalhadas teológicas cometidas pelo autor. Se esta semana eu ainda não puder publicar um vídeo, ao menos compartilharei minha análise por aqui.

5. Na última audiência geral na Sala da Serpente, mais conhecida como Sala Paulo VI (02/02/2022), Bergoglio negou o nono artigo do Credo: Creio na Santa Igreja Católica, na Comunhão dos Santos. Ele disse que os apóstatas, perseguidores da Igreja e blasfemadores fazem parte da Igreja, da Comunhão dos Santos. Um pouco antes, na mesma “catequese”, havia dito que a Igreja é composta pelos pecadores salvos (em italiano, peccatori salvati), uma ideia que, aplicada ao que foi dito acima, significa o seguinte: apóstatas, perseguidores da Igreja e blasfemadores são pecadores salvos.

É um reflexo da noção protestante de salvação sem obras: Cristo é apenas Salvador, e não Rei, ele não pode condenar ninguém que nele creia. Porém, com esta diferença: em geral, os protestantes requerem que se tenha fé, claro que apenas no sentido de uma confiança emocional em Cristo (fé fiducial, não a fé dogmática dos católicos), enquanto que, segundo Bergoglio, nem mesmo isto é necessário mais: basta ser, quando muito, batizado.

Esta teologia é mortífera e blasfema. Mortífera, porque, como diz o Ritual do Batismo, a Igreja nos dá a fé, e a fé nos dá a vida eterna. Sem esta fé católica, não há vida eterna algum. Além disso, como ensina o mesmo Ritual, para obter a vida eterna é preciso guardar os Mandamentos da Lei de Deus. É também blasfema, porque Cristo, que de nós exigiu o testemunho público da fé e a prática de boas obras, haveria mentido ou se enganado, já que nem uma coisa, nem outra, é estritamente necessária à salvação.

Detalhe: aqueles que aceitam a Bergoglio como um católico incorrem no seu mesmo erro, eles creem que é possível ser cristão, e até Papa, sem a fé católica, basta-lhe o Batismo, nada mais. É assim que todos juntos, ligados ao demônio, mantém esta farsa conciliar, caricatura grotesca do catolicismo.

Que Deus se digne humilhar os inimigos da Santa Igreja, a fim de que assim se convertam a Deus e salvem suas almas.

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